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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

O matador de toiros Ruben Pinar foi o autor dos momentos mais destacados da tarde de hoje, frente ao terceiro da ordem, mas malogrou o êxito pela precipitação no uso do descabelho. Uma faena de muleta emotiva, de entrega, com mérito nas séries de derechazos e de naturais, construida a pulso e com muitos bons muletazos. No que encerrou praça voltou a mostrar a sua raça e valentia, sacando bons muletazos e aguentando com mérito e valor algumas miradas do toiro.   Curro Díaz não (...)
Uma mansa e desencastada corrida de El Puerto rematada com dois sobreros também mansos e sem pingo de casta de Ventana del Puerto e Toros de la Plata, não permitiu o luzimento aos artistas e «infernizou» a vida de Ponce que teve de tragar com dois sobreros fora de tipo, altos e sem condições mínimas de lide, assim como a Talavante enquanto a El Cid saíu um toiro que se deixou na muleta e lhe permitiu os melhores momentos da tarde.   Enrique Ponce viu a presidência devolver os (...)
A corrida desta tarde (20 de Abril de 2010) foi de grande interesse para o aficionado e de triunfos incontestados de El Juli (uma vez mais) e de José Maria Manzanares, enquanto Daniel Luque, a contas com o pior lote de Torrealta,se limitou a cumprir sem defraudar as expectativas. E um toiro, o quarto da tarde, com o nº 93, «Zurcidor» e de 492 kg, transmitiu emoção em toda a lide e encontrou por um diante um toureiro como El Juli que lhe sacou todo o partido e construiu uma grande faena. (...)
Respirava-se arte e valor no final da lide do quinto da tarde de segunda-feira e na arena dourada da Real Maestranza de Caballeria de Sevilla Morante de la Puebla havia escrito uma página brilhante da sua tauromaquia e que ficará indelevelmente marcada na memória de quantos assistimos a essa faena de transcendente classe. Quem pode com um toiro daqueles e desenha os muletazos que Morante desenhou...   O toiro quinto, sétimo pois era o segundo sobrero, tinha génio, media o toureiro (...)
Os toiros de Gavira, mansos, desencastados, a buecarem a fuga por tudo quanto era sítio, foram os protagonistas pela negativa de uma tarde que prometia. No capítulo ganadeiro, desastre quase total, se exceptuarmos a dúzia de boas investidas do segundo da tarde mas que pronto se «rachou».   Morante não teve hipóteses de luzimento no seu lote. Uns quantos muletazos em ambos os toiros, com o seu (...)