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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

FORCADOS DE LISBOA VENCEM O TROFÉU PARA A MELHOR PEGA NA SEGUNDA CORRIDA DAS FESTAS ANUAIS DE ARRUDA DOS VINHOS

Praça de Toiros “José Marques Simões” – Arruda dos Vinhos – 17.08.25 – Corrida Concurso de Pegas

Director: Ruben Fragoso – Veterinário: Jorge Moreira da Silva – Lotação: 60%

Cavaleiros: João Moura Caetano, Paco Velásques, Tristão Telles Queirõz

Forcados Amadores de Lisboa e Arruda dos Vinhos

Ganadaria: Carlos Falé Filipe

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Para encerrar as comemorações do centenário da praça de toiros de Arruda dos Vinhos, a empresa Toiros com Arte montou um cartel de 3 cavaleiros e 2 Grupos de Forcados, estes a disputarem entre si o troféu para a Melhor pega, escolha que recaiu na 3ª pega da noite, Grupo de Forcados Amadores de Lisboa e consumada à 1ª pelo forcado Duarte Nascimento. Ainda pelo Grupo de Lisboa pegaram de caras, ambos ao primeiro intento, os forcados Tiago Silva (que brindou aos bombeiros) e Miguel Santos. Pelos Amadores de Arruda dos Vinhos foram na linha da frente, os forcados Hélder Silva, a consumar á 2ª tentativa, Tiago Pombo e Tiago carreira, estes bem e à primeira tentativa. O júri foi constituído pelos antigos cabos de forcado José Luís Gomes, Jorge Faria e Sérgio Miguel.

João Moura Caetano teve por diante um toiro bem composto de carnes, que saiu a fazer alguns estranhos, com problemas de visão, vencendo-se pelo piton direito e colocando alguns problemas. Moura Caetano abreviou esta sua primeira passagem por Arruda numa actuação que não teve motivos de destaque. O seu segundo teve condições de lide mas foi demasiado castigado pelos bandarilheiros. Manteve o motor e alguma raça e com ele Moura Caetanp conseguiu os seus melhores momentos na cravagem de 3º e 4º curtos que foram depois bem rematados.

Paco Velásques lidou um primeiro que saiu algo reservado e sobre o mansote e teve uma que outra passagem em falso, demorando a impor-se ao toiro. Uma lide que terminou comum bom ferro curto. O quinto da ordem era bravote, com qualidade, com motor, carregando nas sortes e após as mesmas. O cavaleiro abordou as sortes com pouco cingimento mas ainda assim a conseguir alguns ferros que foram aplaudidos pelo público, mas que para os mais exigentes soube a pouco.

Tristão Telles Queiróz foi o que mais quis. E o que mais logrou. No bom primeiro que lidou esteve bem na série de curtos, a partir do segundo, com um terceiro em que arriscou bastante e em curto. E como diz o ditado, “quem não arrisca não petisca” e Tristão arriscou e peticou. E repetiu dose frente ao bom sexto toiro da corrida. Uma lide em bom tom, com bons curtos e onde os dois últimos foram de nota superior.

Lidaram-se seis toiros de Carlos Falé Filipe que, à excepção do primeiro de noite tiveram qualidade suficiente para o toureio e com o 5º a ser premiado com volta á arena do maioral com cavaleiro e forcado e a regressar ao campo. Também o sexto foi de muito boa nota.

Na direcção da corrida esteve Ruben Fragoso, assessorado pelo veterinário Jorge Moreira da Silva e com os toques de cornetim a serem executados com a habitual maestria por José Henriques. Abrilhantou ambos os espectáculos a Banda Filarmónica da Santa Casa de Arruda dos Vinhos, também ela em excelente nível. Nas cortesias guardou-se um minuto de silêncio em memória dos bombeiros que haviam falecido no combate aos incêndios.

Texto e foto: António Lúcio

QUE GRANDE NOITE NOS PROPORCIONARAM OS 3 CAVALEIROS NA GALA DOS 100 ANOS DA PRAÇA DE ARRUDA

Praça de Toiros “José Marques Simões” – Arruda dos Vinhos – 16.08.25 – Corrida de Gala à Antiga Portuguesa

Director: José Soares – Veterinário: Jorge Moreira da Silva – Lotação: cheia

Cavaleiros: Miguel Moura, António Prates, António Telles filho

Forcados Amadores de Vila Franca e Arruda dos Vinhos

Ganadaria: José Luís Cochicho

16 arruda gala.jpg

De gala se vestiu a praça de toiros para comemorar a efeméride do seu centenário. E o cortejo de gala, reminiscência das antigas corridas reais, iniciou-se na zona do Palácio de Morgado e atravessou quase toda a vila de Arruda dos Vinhos mostrando aos forasteiros todo o esplendor desta faceta histórica das nossas toiradas. Foi uma noite de grande competição, como afinal deveriam ser todas. Foi uma noite em que nenhum dos 3 cavaleiros em praça quis perder na luta directa com os seus alternantes e daí saiu a ganhar a festa brava e todos quantos preencheram as bancadas, quase esgotadas, da simpática e vetusta praça de toiros. A competição é a chave do sucesso e para ela contribuíram também, em diversos graus, os toiros de José Luís Cochicho e de onde se destacou o bom quarto da ordem, com o maioral da ganadaria a dar volta à arena na companhia de cavaleiro e forcado.

Miguel Moura esteve a um nível muito elevado, mostrando a sua vontade em triunfar logo no ferro comprido em sorte de gaiola com que recebeu o que abriu praça. A brega foi preciosa, com ladeios de muita qualidade, assim como rematou sempre as sortes, bem executadas e com reuniões ajustadas. Mas foi frente ao 4º da noite que a dimensão maior do seu toureio sobressaiu. Foi patente e notória a sua disposição em triunfar, lidando a preceito, interessando o toiro nas montadas, aguentando bem as suas cargas após os ferros, que foram de muito nível. Uma actuação “à Moura” e “em Moura”.

António Prates foi uma alegre revelação. Cumpriu bem na sua primeira lide, com um bom 2º comprido e uma série de curtos de boa nota, lidando a preceito. Contudo, foi no quinto da ordem, manso, que se encastou e resolveu com garra e classe a papeleta, que não era fácil pois o toiro cedo se defendeu e até o obrigou a deixar 2 a sesgo, com mérito. Esteve bem a bregar e a rematar as sortes, competindo fortemente com os seus colegas de terna pelo triunfo em Arruda. Foi bom de se ver.

António Telles filho teve também duas lides em que se encastou mostrando que não queria perder na compita com os seus colegas alternantes nesta noite. Foi igual a si próprio, arriscando e cravando boa ferragem em ambos os toiros com destaque para o último curto ao 3º da noite e a grande série de curtos ao que encerrou praça, para rematar esta sua lide com um bom ferro de palmo. Noite muito positiva.

Para as pegas, em noite em que se recordou o saudoso forcado Ricardo Silva “Pitó” com uma enorme ovação nos 23 anos do seu trágico desaparecimento, saltaram à praça os Amadores de Vila Franca e os Amadores de Arruda dos Vinhos. Por Vila Franca pegaram Vasco Carvalho, bem à 1ª e bem ajudado, seguido por Rodrigo Camilo numa rija cara à 1ª e André Câncio apenas à 4ª conseguiu consumar frente ao manso e complicado 5º da noite. Por Arruda dos Vinhos, todos consumaram bem e à 1ª com boas ajudas. Foram caras Nuno Aniceto, Rodrigo Gonçalves e Tiago Carreira.

Dirigiu José Soares assessorado pelo veterinário Jorge Moreira da Silva e com os toques de cornetim a cargo de José Henriques.

Texto e foto: António Lúcio

LOTAÇÃO ESGOTADA NA TRADICIONAL CORRIDA DE 15 DE AGOSTO EM CALDAS DA RAINHA

Praça de Toiros de Caldas da Rainha – 15.08.25 – Corrida Mista

Director: Ana Pimenta - Veterinário: José Luís Cruz – Lotação: ESGOTADA

Cavaleiros: João Ribeiro Telles – Francisco Palha - Vasco Veiga (prova para praticante)

Matador: Pedrito de Portugal

Forcados Amadores de Santarém e Caldas da Rainha

Ganadaria: Manuel Veiga (7)

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Uma vez mais o público aderiu em massa e esgotou a lotação da praça de toiros de Caldas da Rainha e criou um ambiente próprio dos grandes momentos. Uma tarde onde apenas o primeiro toiro, de Manuel Veiga, teve boas condições de lide e ajudou ao triunfo do cavaleiro João Telles.

Abriu praça João Telles com uma boa lide frente ao bom toiro de Manuel Veiga, bem apresentado e com tipo. Uma lide bem medida em termos de brega e de remates e ferros de qualidade que mereceram ovações e música. Uma lide de alto quilate. O que seria o seu segundo tinha um problema físico e foi devolvido com um ferro já cravado. O sobrero, mansote, permitiu a João Telles uma lide que teve também bons momentos e que terminou com um grande ferro montando o Ilusionista.

Francisco Palha não teve sorte com ambos os toiros que lhe tocaram nesta emblemática data. Com o seu primeiro, manso e de escassa potabilidade, cravou 3 compridos para ver se o mesmo abria e dava alguma luta, o que não sucedeu. Esteve bem na fase de curtos, cumprindo a papeleta. No que foi seu segundo, com pouca força, Francisco Palha deixou 2 compridos e 3 curtos, o segundo de boa nota e rematou com um a sesgo com o toiro já a defender-se para tábuas.

Vasco Veiga prestou provas para praticante e se o seu conceito é bom, ontem não teve a sorte pelo seu aldo com um oponente que não colaborou e que não lhe permitiu o tão desejado triunfo. Foi muito acarinhado pelo público durante a sua lide e na volta que deu com o forcado.

Pedrito de Portugal reaparecia nas arenas em Portugal e numa corrida onde de comemorava o centenário do nascimento de uma das maiores e mais acarinhadas figuras do toureio: Manuel dos Santos. E se com o primeiro, manso e sem vontade alguma de investir não pode luzir-se, no que encerrou praça, já de noite, deu um ar da sua graça com algumas verónicas de muita qualidade e iniciou a faena de muleta com 8 bons estatuários a que se seguiram derechazos e uns quantos bons naturais enquanto o toiro durou. E durou pouco… Aplausos para o artista e volta aclamada.

Nas pegas estiveram os Amadores de Santarém e Amadores de Caldas da Rainha. Pelos escalabitanos foram caras Francisco Cabaço muito bem à 1ª, Caetano Gallego também numa boa cara à primeira, e Joaquim Grave à 4ª tentativa. Pelo grupo caldense foram caras Martim Graciosa à 5ª, e Salvador Serrenho bem à 1ª-

Os toiros eram de Manuel Veiga, bem apresentados mas com diversas condições de lide destacando-se pela positiva o primeiro da tarde,

Dirigiu o espectáculo Ana Pimenta assessorada pelo veterinário José Luís Cruz e com os toques de cornetim a cargo de José Henriques.

Texto e foto: António Lúcio

LANÇADO ONTEM EM ARRUDA DOS VINHOS O LIVRO SOBRE OS 100 ANOS DA PRAÇA DE TOIROS LOCAL

E INAUGURADA A EXPOSIÇÁO EVOCATIVA

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Teve lugar ao final da tarde de ontem, sexta-feira, nos jarins do Palácio do Morgado, em Arruda dos Vinhos a cerimónia, concorridíssima, do lançamento do livro sobre os 100 anos da praça de toiros, da autoria de Catarina Bexiga, Paula Ferreira de Sousa e Jorge Lopes (coordenador), documento importante sobre a identidade arrudense e sua ligação às corridas de toiros e que agora permite engrandecer o património bibliográfico de qualquer bom aficionado.

Simultaneamente foi inaugurada uma interessante exposição evocativa, com alguma da história da praça, cartazes e bilhetes da colecção particular de Catarina Bexiga e que estará patente ao público até finais de Setembro.

Para visitar e, ao mesmo tempo, adquirir o livro.

 

VENTURA REGRESSOU E O CAMPO PEQUENO ESGOTOU!!!

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Praça de Toiros do Campo Pequeno – 07.08.25 – Corrida de Toiros

Director: Tiago Tavares – Veterinário: Jorge M. Silva – Lotação: ESGOTADO

Cavaleiros: Diego Ventura, João R. Telles, Tristão Telles Queiróz

Forcados Amadores de Vila Franca e Académicos de Coimbra

Ganadaria: David Ribeiro Telles

VENTURA REGRESSOU E O CAMPO PEQUENO ESGOTOU!!!

A defesa da Festa Brava começa na presença massiva do espectador. O Campo Pequeno esgotou a sua lotação com algumas horas de antecedência para presenciar o regresso de Diego Ventura após 8 anos de ausência da monumental lisboeta. E foi ele que assinou um êxito absoluto neste seu regresso e frente ao 4º da noite.

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Não tenho ideias preconcebidas nem alinho em dogmas. Vivo o momento e emociono-me ou não com o que vejo concretizar dentro da arena. Sou pouco dado a saudosismos do passado, entendo-o e procuro viver intensamente cada momento do presente. E por isso tenho de aplaudir o gesto da empresa em trazer de volta Diego Ventura em cozinhar este cartel que fez esgotar a lotação da praça de toiros de Lisboa, Monumental do Campo Pequeno, ontem, hoje e sempre por mais denominações que há uns anos lhe pretendem dar.

Diego Ventura teve o condão de fazer com que milhares de pessoas se deslocassem a Lisboa numa cálida noite de quinta-feira, em tempo de férias, para assistirem a uma lição de toureio. Se no seu primeiro houve momentos de muito interesse na ferragem curta e na brega primorosa tal como nos remates, aproveitando cada suave investida do toiro, foi no segundo do seu lote que brilhou ao mais alto nível em todos os aspectos frente a um toiro que foi o colaborador ideal para a sua forma de tourear. Que bonito foi ver os cites em que provoca o toiro, recua, volta a provocar a investida e crava com enorme mérito e valor. A brega, o domínio dos tempos, dos terrenos, a capacidade lidadora com que andou em Lisboa, atestam o seu verdadeiro e indiscutível valor. Rematou, para gáudio do público, com 3 palmitos em sortes de violino e ponto! Ventura no seu esplendor.

Outra concepção de toureio tem João Ribeiro Telles. E andou em belíssimo plano nos seus dois toiros em que na fase final de curtos conseguiu o seu melhor, lidando e cravando a preceito e escutando fortes aplausos. Em especial no 5º da noite subiu a fasquia com dois compridos bem apontados e uma série de curtos de muito boa nota para fechar a sua passagem por Lisboa com um curto de boa nota montando o Ilusionista. Marcou pontos e deixou alta a fasquia.

Abriu praça Tristão Telles de Queiróz que confirmava a alternativa. E que lide de confirmação. Se dúvidas houvesse, elas dissiparam-se logo quando cravou o primeiro em sorte de gaiola que resultou bem e uma série de curtos de nota muito alta pela verdade das sortes e pela cravagem cingida. Foi bonito de se ver e sentir. No que encerrou praça confirmou a sua decisão com mais um comprido em sorte de gaiola e uma série de 5 curtos de muito bom nível, em aplaudida exibição.

Para as pegas saltaram à arena os Forcados Amadores de Vila Franca e os Académicos de Coimbra. Pelos Amadores de Vila Franca foram caras Lucas Gonçalves, Rodrigo Andrade e Guilherme Dotti, todos à primeira tentativa e pelos Académicos de Coimbra foram caras Martim Rodrigues à 2ª, João Gonçalo também à 2ª e António Pinto Basto á primeira tentativa.

Os toiros de David Ribeiro Telles, da linha Murube, colaboraram, foram nobres e tiveram pouca força.

Dirigiu o espectáculo Tiago Tavares assessorado pelo veterinário Jorge Moreira da Silva e com os toques de cornetim a cargo do veterano José Henriques.

Texto e fotos: António Lúcio

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