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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

TVI SEGUE PIOR EXEMPLO DA RTP

Na programação da TVI para esta noite, e seguindo o pior exemplo da RTP - com transmissão em diferido - a transmissão da corrida de toiros do Campo Pequeno e de homenagem a Rui Salvador, só terá início pelas 22h37 e após as novelas da noite.

Uma vez mais em claro desrespeito para com o aficionado e o telespectador, pois começar a transmissão ás 22h37 de um espectáculo que teve início ás 21h45 não é justificável.

Se fosse uma transmissão de um jogo de futebol da Champions...

CARTÃO AFICIONADO DÁ DESCONTOS NA SEVERA DE LA FERIA

Severa.jpgNovas parcerias garantem vantagens também na aquisição de roupa, bijuteria, publicações especializadas e visitas à Ganadaria Murteira Grave.


A PróToiro, pela sua marca Touradas, alargou o universo de parcerias disponíveis através do ‘Cartão Aficionado’. A mais recente é com o conceituado encenador Filipe La Feria, que permite a todos os membros beneficiarem de descontos na aquisição de bilhetes para o espetáculo Severa, em exibição no Teatro Politeama, em Lisboa.


O espetáculo Severa é tão somente considerado o melhor Musical de sempre de Filipe La Feria. Uma viagem ao Portugal do século XIX, onde a vida da criadora do Fado se mistura com as emoções da tauromaquia, na relação atribulada com o Conde de Vimioso, cavaleiro tauromáquico, e com a vida boémia das tabernas da Mouraria, passando pelos salões aristocratas. Uma representação imperdível e memorável.


Através do ‘Cartão Aficionado’ é possível obter descontos de 50 por cento nas sessões de quarta, quinta e sexta-feira. Ao sábado e domingo, o desconto é de 25 por cento.


Além dos descontos na aquisição de bilhetes para a Severa, o ‘Cartão Aficionado’ garante também uma série de vantagens em diversas áreas. Uma das mais relevantes é a possibilidade de visitar a Ganadaria Murteira Grave, considerada das mais belas do mundo, também conhecida como ‘O Templo do Toiro’.


A compra de publicações especializadas – as revistas ‘Cuadernos de tauromaquia’ e ‘Nova Burladero’ -, de vestuário e acessórios – ‘Aficion di Biju’, ‘Marymada’ e ‘Tendido4’ – também pode ser feita com vantagens únicas para os membros do ‘Cartão Aficionado’. As parcerias irão aumentar gradualmente e as condições gerais de acesso a cada um dos parceiros estão disponíveis em www.touradas.pt


O ‘Cartão Aficionado’ assegura ainda 10 por centro de desconto na compra de bilhetes nas praças aderentes, a oferta de 10 euros por cada 200 euros consumidos, além de um acesso mais fácil à bilheteira e à praça, através de vias prioritárias ou exclusivas.


Para aderir ao ‘Cartão Aficionado’ basta fazer o registo online – também em www.touradas.pt - ou em qualquer uma das praças aderentes.

 

 

TOIROS DE VALE SORRAIA EM CORRIDA DE MÁXIMA COMPETIÇÃO NO 15 DE AGOSTO EM CALDAS DA RAINHA

150819 - caldas da rainha (1).jpg

A data de 15 de Agosto, a mais taurina de todo o Mundo, terá em Caldas da Rainha mais uma corrida de máxima competição e onde os toiros de Vale Sorraia prometem trazer muita emoção e proporcionar êxitos aos toureiros e forcados que os irão lidar e pegar em tão emblemática praça e data.

António Ribeiro Telles, Filipe Gonçalves e Francisco Palha, três diferentes conceitos de toureio, prometem a máxima competição em busca do tão ambicionado triunfo, No capítulo das pegas, também irá acontecer competição entre o Grupo de Forcados Amadores de Santarém e o Grupo de Forcados Amadores de Caldas da Rainha.

Quem triunfará frente ao imponente curro de toiros de Vale Sorraia?

RUI SALVADOR REVÊ A SUA CARREIRA EM 12 RESPOSTAS

  1. Data mais importante para si, do ponto de vista de cavaleiro tauromáquico

 

A data da Alternativa, dia 9-08-1984

 

  1. Quantos cavalos utilizou desse que começou a tourear?

 

Desde que comecei até hoje utilizei cerca de 200 cavalos

 

  1. Qual foi o cavalo mais importante para si?

 

Não tenho o mais importante, tenho sim, o “Tango”, o “Napoleão”, a “Ratona”, o “Crufta”, o “Atlas” e o “Importante”.

 

  1. A lide que mais recorda

 

Naturalmente a da Alternativa

 

  1. A pessoa mais importante na sua carreira?

 

O Meu Pai, José Salvador, é a origem de tudo na minha vida, mas a consolidação chegou com o Carlos Amorim

 

  1. De todos os bandarilheiros que saíram consigo, que é para si a “quadrilha maravilha”?

 

Pela importância que tiveram, o José Tinoca e o Manuel Barreto

 

  1. Prémio mais importante?

 

O reconhecimento e carinho do público

 

  1. Momento de maior apuro?

 

Tive muitos ao longo da minha carreira, 12 anestesias gerais para as várias cirurgias a que fui submetido, são a prova disso…

 

  1. Que considera ter trazido de novo ao toureio a cavalo?

 

Apenas fiz parte de uma geração que veio definitivamente consolidar uma actividade que amamos e que continua em plena ascensão…

 

  1. Qual a praça de toiros mais importante na sua carreira?

 

O Campo Pequeno, mas na verdade todas elas o são!

 

  1. Quantas corridas toureou enquanto praticante e profissional?

 

Como Amador cerca de 50 (1976 a 1981), como praticante cerca de 90 (1981 a 1984) e como profissional cerca de 1200 (1984 a 2019)

 

  1. Comente: “Rui Salvador, o cavaleiro dos ‘ferros impossíveis”.

 

Foi um slogan que me foi dado, do qual muito me orgulho e que surgiu devido à emoção que sempre tentei dar ao momento, da colocação do ferro…

Peça Digital-01.png

 

O GANADERO ANTÓNIO VEIGA TEIXEIRA DESVENDA UM POUCO DO QUE ESPERA DOS TOIROS QUE ENVIARÁ NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA, PARA O CAMPO PEQUENO

São da ganadaria de António Veiga Teixeira os toiros a lidar na próxima quinta-feira, no Campo Pequeno, na corrida em que se comemoram 35 anos de Alternativa do cavaleiro Rui Salvador. É também a tradicional Corrida do Emigrante.

 

A ganadaria Veiga Teixeira, descende de uma que o ganadero espanhol Félix Suárez fundou em 1918, com reses provenientes de Santacoloma, pura linha Parladé. Entre processos de partilhas entre herdeiros de Félix Suárez e vendas a outros ganaderos, uma parte da ganadaria foi adquirida a Tomás Prieto de la Cal, em 1959, pelos irmãos Carlos e José Augusto Garcia Fialho, de Barrancos. Em 1969 é António José da Veiga Teixeira, pai do actual proprietário, que adquire esta ganadaria, mantendo-lhe o ferro, divisa e antiguidade (6 de Maio de 1928, Madrid). A ganadaria pasta na Herdade do Pedrógão, Freguesia do Lavre, concelho de Montemor-o-Novo, sendo o seu encaste actual Oliveiras Irmãos e Parladé.

 

António Veiga Teixeira conta-nos que “a selecção dos toiros foi feita muito pelo tipo físico. Ainda assim a corrida para o dia 8 vai aberta de sementais, com três pais diferentes. No seu conjunto está rematada, sem exageros, e com cara. Apresentam uma boa condição física contribuindo para isso pastarem numa cerca com declives acentuados e terem de se mover diariamente para aceder, por um lado, à água, por outro, ao complemento alimentar. “

 

“Em termos de comportamento, é sempre uma carta fechada, mas com o lote de cavaleiros experientes como a terna que compõe o cartel é mais fácil que toiro e toureiro se entendam proporcionando um bom espectáculo para o público. As expectativas para a corrida são as maiores, esperamos que os toiros contribuam com a emoção e transmissão que lhes é exigida”, acrescenta.

António Veiga Teixeira partilhou algumas curiosidades em relação a quatro dos seis toiros:

“Nº 597- apesar de mais pequeno, gosta de marcar posição com um constante olhar ameaçador

Nº 596- é o primeiro teste à sua mãe, visto ser o primeiro filho a ser lidado.

 

Nº 593- da última vez que Rui Salvador toureou esta ganadaria no Campo Pequeno defrontou um irmão seu (com êxito).

 

Nº 588- toiro muito em tipo de Veiga Teixeira, é a aposta dos maiorais para melhor toiro da noite

Nunca é demais relembrar que a única certeza que se pode ter na escolha de um lote de toiros é a incerteza do seu comportamento… Veremos como corre! “

 

A corrida de 8 de Agosto tem no seu cartel os cavaleiros João Moura, Rui Salvador e Luís Rouxinol e os grupos de forcados Amadores de Tomar, São Manços e Caldas da Rainha, capitaneados respetivamente por Marco Jesus, João Fortunato e Francisco Mascarenhas.

 

 

MAIS UMA SEMANA DE MUITOS ESPECTÁCULOS TAUROMÁQUICOS (ATÉ DIA 11)

 

 

FESTA SEM EMOÇÃO, SEM RISCO, NÃO É FESTA

NOVO 2018 - 1.JPG

Todos sabemos que nas corridas de toiros, ao contrário das outras artes, a morte é real, não há duplos nem truques. As cornadas rasgam a pele e os músculos e por vezes são mortais. As fracturas de membros, de costelas, os fortes hematomas, acontecem, são reais e não por obra de uma grande equipa de maquilhagem e ou de efeitos especiais. Ou seja, o risco, o perigo, são uma constante desta arte que é, ao mesmo tempo, sublime, bela e de uma estética inigualáveis.

 

Como muito bem se define na Wikipédia, a “Estética (do grego aisthésis: percepção, sensação, sensibilidade) é um ramo da filosofia que tem por objetivo o estudo, da natureza, da beleza e dos fundamentos da arte. Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado beleza, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como: as diferentes formas de arte e da técnica artística; a ideia, de obra, de arte e de criação; a relação entre matérias e formas nas artes”.

 

E na tauromaquia a estética ocupa um lugar de capital importância. A forma como o toureiro evolui pela arena, como a pisa, como cria toda uma cena, um capítulo da sua actuação, a forma como se apresenta frente ao toiro, a cavalo ou a pé… Tudo tem uma razão de ser, de fazer, de sentir e de exprimir esse sentimento, esse momento único seja na abordagem do toiro numa sorte a cavalo (equilíbrio, sensibilidade, souplesse de movimentos); seja no muletazo e no seu remate, ou no cite e na reunião no caso da pega, tudo tem de ser feito com beleza natural para provocar emoções no público que assiste e que deve conseguir percepcionar essa técnica que cada um dos artistas intervenientes utiliza para, desafiando muitas vezes a lei da física, fazer o toiro passar onde parece que não pode ser ou para se “colar como uma lapa” na cara do toiro no caso dos forcados.

 

Mas o risco e o perigo, por maior domínio que haja da técnica, estão sempre presentes porque, por diante, está um animal extraordinário que é o toiro de raça brava de lide. As suas reacções nem sempre são previsíveis apesar de que, os mais entendidos nesta coisa do comportamento animal, conhecedores das ganadarias e seus encastes, podem aperceber-se mais rapidamente dos comportamentos que o animal irá desenvolver ao longo da lide. Mas nada é garantido e o improviso do momento poderá criara momentos únicos de arte em vez de um sobressalto.

 

E é desse comportamento não dirigível, não pré-programado, do toiro de lide que a incerteza se mantém, que se pode criar mais emoção em cada momento da lide, onde o perigo está sempre presente porque quanto mais os toureiros arriscam, quanto mais pisam os terrenos do toiro, mais facilmente podem ser colhidos, uma realidade que não é teatral… Mas é desses momentos que vive a Festa Brava e são esses os momentos que fazem explodir os nossos corações e as maiores e mais sentidas ovações aos toureiros.

 

Como se dizia num anúncio de televisão que passou há alguns anos, podia viver sem a tauromaquia? /Poder, podia, mas não seria a mesma coisa.

António Lúcio

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