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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

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MOITA DO RIBATEJO - 14/09/18 - AS FOTOS DA CORRIDA CONCURSO DE GANADARIAS E ALTERNATIVA DE VERÓNICA CABAÇO

15.09.18 | António Lúcio / Barreira de Sombra

VERÓNICA CABAÇO - ALTERNATIVA

ANA BATISTA

GILBERTO FILIPE

FILIPE GONÇALVES

ANDRÉS ROMERO

ANTÓNIO PRATES

FORCADOS DE ÉVORA

FORCADOS DE ALCOCHETE

OS TOIROS

 

“GUARDADO ESTÁ O BOCADO”… DUARTE SILVA TRIUNFA NA NOVILHADA DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

15.09.18 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Praça de Toiros de Sobral de Monte Agraço – 15/069/18 – Novilhada popular

Director: João Cantinho – Veterinário: José M. Lourenço – Lotação: 1000

Cavaleiros: Francisco Correia Lopes, Ricardo Cravidão, Manuel Oliveira

Forcados: Amadores de Lisboa

Novilheiros: Luís Silva, Rui Jardim, Duarte Silva

Ganadarias: Lopes Branco, Cunhal Patrício, Fontembro, Manuel Veiga, Sociedade das Silveiras (2)

IMG_3433.JPG“GUARDADO ESTÁ O BOCADO”… DUARTE SILVA TRIUNFA NA NOVILHADA DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

 

Diz o ditado popular que “guardado está o bocado para quem o há de comer”. E o bom eral de Manuel Veiga teve por diante um jovem disposto ao triunfo e a mostrar que quer ser toureiro, pelas maneiras e pela atitude que colocou em tudo quanto fez no decurso da sua presença na arena. Bem e diversificado com o capote, foi na muleta que prendeu a atenção dos aficionados  e público em geral, com bons modos, sacando bem os passes pelos dois pitóns. Justificou claramente a sua inclusão nesta novilhada de oportunidade a novos valores. O seu nome, para fixar, Duarte Silva.

 

Abriu praça o cavaleiro Francisco Correia Lopes com uma actuação de razoável nível mas que sabe a pouco frente a um bom eral de Lopes Branco.

 

O mesmo se pode afirmar da actuação de Ricardo Cravidão e Manuel Oliveira que tiveram por diante bons erais da Sociedade das Silveiras.

 

Os Amadores de Lisboa estrearam alguns forcados de cara, jovens que mostraram valor e saber estar, consumando todas as pegas de caras ao primeiro intento. Foram eles: Ricardo Nunes, Miguel Santos e João Maria Bagão.

 

Ainda no que ao toureio a pé diz respeito, Luís Silva, da Moita, lidou um bom eral de Cunhal Patrício sem contudo aproveitar o máximo que o excelente pitón esquerdo do novilho permitia.

 

Rui Jardim, da Academia do Campo Pequeno, também podia ter ido mais além com o eral de Fontembro. Uns quantos muletazos de melhor nota souberam a pouco.

 

Dirigiu o espectáculo João Cantinho assessorado pelo veterinário José Manuel Lourenço.

 

Texto e foto: António Lúcio

TOIRO DE JORGE CARVALHO VENCE PRÉMIOS BRAVURA E APRESENTAÇÃO NA ÚLTIMA DA MOITA

15.09.18 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Praça de Toiros “Daniel do Nascimento” – Moita do Ribatejo – 14/09/18 – Concurso de Ganadarias

Director: Manuel Gama – Veterinário: Jorge M. Silva – Lotação: 40%

Cavaleiros: Ana Batista, Gilberto Filipe, Filipe Gonçalves, Andrés Romero, Verónica Cabaço (Alternativa), António Prates (substituiu o lesionado Emiliano Gamero)

Ganadarias: Prudêncio, António Silva, Veiga Teixeira, Jorge Carvalho, Passanha (sobrero – extra concurso), Canas Vigoroux e Fernandes de Castro

Toiro JC.JPGTOIRO DE JORGE CARVALHO VENCE PRÉMIOS BRAVURA E APRESENTAÇÃO NA ÚLTIMA DA MOITA

 

A última corrida de toiros da Feira da Moita 2018 foi um três em um: concurso de ganadarias, alternativa da cavaleira Verónica Cabaço e homenagem póstuma ao forcado Fernando Quintella que havia falecido há um ano após violenta colhida nesta praça. E como se tratava de corrida concurso de ganadarias, diga-se que bravura não abundou e que a apresentação de alguns toiros ficou aquém da expectativa( dois toiros eram bizcos do piton esquerdo…). Venceu os troféus “Bravura” e “Apresentação” o toiro com ferro e divisa do Engº Jorge Carvalho marcado com o nº 52 e com o peso de 565 kg. O de Prudêncio foi manso e de arreões; o de Dr. António Silva foi devolvido por problemas de locomoção e substituído por um sobrero de Passanha que se deixou; o de Veiga Teixeira teve alguma qualidade, assim como o de Canas Vigoroux e o de Fernandes de Castro que saíu “apalpado” da mão esquerda.

 

A alternativa de Verónica Cabaço foi concedida por Filipe Gonçalves que lhe cedeu o toiro nº 102 de 510 kg da ganadaria Prudêncio. Um toiro manso, de arreões, com algumas mangadas fortes e que não facilitou a vida á cavaleira. Uma actuação que não foi além da mediania com alguns ferros de razoável execução mas sem o brilhantismo que se quer nestas situações.

 

Ana Batista lidou bem o sobrero de Passanha. Uma lide muito bem concebida, no seu estilo sóbrio e clássico, mexendp bem no toiro, procurando os melhores terrenos, bons ferros curtos e o remate com um de +palmo numa agradável actuação da cavaleira de Salvaterra.

 

Filipe Gonçalves teve por diante o toiro vencedor e deu-lhe uma lide onde houve alguns bons pormenores a par de outros momentos onde deu primazia ao espectáculo. Rematou com dois de violino.

 

Gilberto Filipe lidou o de Veiga Teixeira. Uma lide com interesse, com boa brega, boas preparações e ferros de boa nota que foram aplaudidos pelo público.

 

Andrés Romero lidou bem o toiro de Canas Vigoroux que recebeu á porta de curros, jaqueta na mão até o parar no centro da arena. Esteve francamente bem na série de curtos que foram de boa nota, preparando e rematando bem as sortes.

 

Em último lugar actuou o cavaleiro praticante António Prates que teve uma actuação em crescendo. Entendeu-se bem  com o toiro de Fernandes de Castro e os últimos ferros foram os melhores da sua lide.

 

Os Forcados Amadores de Évora  abriram praça por intermédio de António Torres á 1ª, seguido por José Maria Passanha também à 1ª e Ricardo Sousa à 5ª.  Pelos Amadores de Alcochete foram caras João Guerreiro à 1ª, Pedro Gil foi desfeiteado por 3 vezes e saiu lesionado sendo substituído por Vitor Marques que consumou à primeira e  Manuel Pinto na pega da noite à 1ª e a fechar com chave de oiro esta corrida.

 

O júiri para o concurso de ganadarias foi composto por Fernando Marques “Chalana”, António Manuel Barata Gomes e Rafael Vilhais.

 

A corrida, que durou 4 longas horas e onde um toiro demorou quase 1h para ser recolhido, foi dirigida por Manuel Gama com assessoria veterinária de Jorge Moreira da Silva.

 

Texto e foto: António Lúcio