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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

COMUNICADO

A Associação de Tertúlias Tauromáquicas do Concelho de Vila Franca de Xira (ATTCVFX) formalmente constituída no passado mês de maio, sucedendo à antiga Confederação das Tertúlias, elegeu os seus órgãos sociais, no passado dia 21 de Julho.

 

A direcção é constituída por Nelson Lima (Tertúlia «O Aficionado), Vítor Batalha (Tertúlia «O Chocalho»), Vítor Silva (Tertúlia «Alhandra, a Toureira») Marques Fernandes (Tertúlia « Zás & Vira») e Ricardo Levesinho (Tertúlia «O Estoque»).

 

Luís Capucha (Tertúlia «Abre-Max» e Diogo Câncio (Tertúlia «A Rambóia») presidem, respectivamente, à Assembleia Geral e ao Conselho Fiscal.

 

A direcção eleita propõe-se desenvolver não só uma acção orientada para a apresentação de novas iniciativas tauromáquicas,  como também estabelecer parcerias com os órgãos autárquicos e  outras instituições concelhias  na defesa, divulgação e promoção do movimento Tertuliano.

C_ Pequeno 125 Anos - 1892-1950.jpg

O Campo Pequeno TV assinala de forma especial os 125 anos da praça.

Numa entrevista conduzida por José Cáceres, Alberto Franco passa em revista os mais significativos momentos, que ocorreram desde a inauguração até meados do século XX.

 

Como foi a corrida inaugural?

 

Qual a 1ª alternativa?

 

Lisboa acompanhou a Idade de Oiro de Joselito e Belmonte?

 

Qual foi a 1ª grande tragédia vivida nesta praça?

 

Que cavaleiros marcaram este período?

 

Estas e muitas outras questões serão abordadas neste programa, que faz parte de um conjunto de 5 onde se destacam os factos mais significativos de 125 anos

Alberto Franco.png

de história. 

 

Imperdível no Campo Pequeno TV, no videoclube do MEO e NOS.

 

Praça de Toiros do Campo Pequeno – 03/08/17 – Corrida de Toiros

Director: Tiago Tavares – Veterinário: Jorge Moreira da Silva – Lotação: 1/2 casa

Cavaleiros: Rui Fernandes, Filipe Gonçalves, Francisco Palha

Forcados: Montijo, ABV Alcochete, São Manços

Ganadaria: David R. Telles

 

DIOGO AMARO PROTAGONIZA O MOMENTO DA NOITE E SAI EM OMBROS PELA PORTA GRANDE

 

A corrida do Emigrante e, simultaneamente corrida concurso de pegas, teve na pega de caras efectuada à segunda tentativa por Diogo Amaro (ABV Alcochete) o momento álgido da corrida, com o público de pé a aplaudir no final da pega e nas voltas à arena do valentíssimo forcado. Uma pega dura e difícil, com o forcado muito bem a citar, a provocar a investida, a recuar até se fechar com raça e galhardia, a suportar os derrotes e, se na primeira tentativa as falharam junto a tábuas, na segunda foi o toiro a fugir ao grupo e o forcado bem fechado na cara a aguentar até ao limite e o grupo a consumar com valor. Saíu em ombros no final, depois de duas voltas e meia à arena já que na segunda houve protestos por o cavaleiro ir junto…

 

Como se tratava de uma corrida concurso de pegas, comecemos por aí. Os três Grupos de Forcados cotaram-se com boas pegas de caras e a decisão do júri, composto por um elemento do Real Clube Tauromáquico e pelos antigos cabos de Coruche e Évora, Amorim Ribeiro Lopes e António Alfacinha respectivamente, não colheu unanimidade junto do público, recaindo essa decisão na primeira pega da noite, a cargo de Élio Lopes dos Amadores do Montijo, o qual esteve tecnicamente muito bem quer no cite, no provocar da investida, a recuar e a fechar-se com raça e o grupo a ajudar muito bem. Ainda pelos Amadores do Montijo esteve na cara do 4º da noite o forcado José Pedro Suiças, bem à segunda tentativa.

 

Pelos Amadores do Aposento do Barrete Verde foi Marcelo Lóia a pegar o segundo da noite, com classe e a fechar-se bem mas quase comprometido porque as terceiras ajudas não fecharam com eficácia junto a tábuas. E Diogo Amaro cuja pega já acima comentámos.

 

Os Amadores de São Manços tiveram na cara do terceiro da noite o seu cabo, João Fortunato que esteve decidido e reuniu já bem perto de tábuas. Para encerrar praça esteve Jorge Valadas que consumou boa pega de caras sendo bem ajudado.

 

Em suma, pela espectacularidade e dureza, a pega de Diogo Amaro. Pela técnica e conjunto, a de Élio Lopes.

 

No que se refere às lides dos três cavaleiros em praça, Rui Fernandes teve alguns bons ferros e alguns bons momentos de brega e com uma segunda actuação bastante conseguida.

 

Filipe Gonçalves cumpriu no seu primeiro e teve uma segunda lide melhor nível mas onde faltou diminuir a velocidade imprimida às montadas.

 

Francisco Palha esteve em plano razoável no terceiro da noite (volta à arena para o representante da ganadaria) e subiu de tom no segundo apesar de algumas passagens em falso no final da lide.

 

Os toiros de David Ribeiro Telles foram díspares de tipo e de comportamento, havendo lugar a chamada do maioral da ganadaria após a recolha do terceiro.

 

Dirigiu o espectáculo Tiago Tavares assessorado pelo veterinário Jorge Moreira da Silva.

 

Texto: António Lúcio

 

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