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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

Padilla: “Gosto do Campo Pequeno e do seu público”

Juan José Padilla.jpg

Juan Jose Padilla regressa esta quinta-feira ao Campo Pequeno, em resultado do extraordinário triunfo aqui obtido na sua estreia a 14 de Julho, com apoteótica saída em ombros.

 

Até à data, está em quarto lugar na estatística de matadores de toiros, com 42 actuações repartidas por Espanha, França e Portugal, tendo cortado um total de 82 orelhas e 7 rabos.

 

Regressa a uma praça onde a sua presença continua bem viva na memória dos aficionados, mas também na sua própria memória.

 

“Gostei muito da afición do Campo Pequeno no dia do meu debut e fiquei encantado com todo o ambiente que se criou. Foi verdadeiramente emocionante”., admitiu o diestro.

 

Padilla manifestou também o seu encanto pela beleza arquitectónica e pela excelência do restauro da Praça de Toiros do Campo Pequeno, salientando também a qualidade musical da banda que abrilhantou o espectáculo, a Banda da Sociedade do Progresso e Labor Samouquense.

 

“Tenho no coração o carinho que o público de Lisboa me dispensou do primeiro ao último minuto. Foi uma noite de sonho!”, refere o diestro que leva 22 anos como Matador de Toiros.

 

Juan José Padilla alterna com o seu compatriota “Finito de Córdoba” que comemora esta temporada as “Bodas de Prata” da sua alternativa e com Manuel Dias Gomes, o mais recente matador de toiros português que, nesta qualidade, se estreia no Campo Pequeno.

 

Os toiros pertencem à ganadaria de Manuel Veiga.

Centenária Feira Anual em Vila Franca de Xira com 10 dias de tradição e diversão

De 30 de setembro a 9 de outubro, a cidade de Vila Franca de Xira exalta a sua tradição e cultura com mais uma edição da centenária Feira Anual.

 

Toda a cidade vibra com a Festa Brava, com o comércio tradicional da Feira Franca e com um Salão de Artesanato dos melhores do País.

 

Na Festa Brava, as esperas e largadas de toiros pelas ruas da cidade dão vida à afición popular, de 1 a 5 de outubro. Na praça de Toiros Palha Blanco, que comemora 115 anos, estão previstos 4 espetáculos – um musical, duas corridas de toiros e um de recortadores.

 

No dia 9, fecha a exposição de homenagem ao renomado Maestro José júlio, patente no Celeiro da Patriarcal, com uma programação especial, prevista para as 18h30.

 

A Feira Franca decorre no Parque Urbano do Cevadeiro com cerca de 100 feirantes vendendo os mais variados artigos e utensílios. Há também tasquinhas com muitos petiscos - doces e salgados – e as diversões para todas as idades. Esta edição contempla ainda um programa de animação complementar, com música, dança e atividades desportiva.

 

No Pavilhão Multiusos decorre a 36.ª edição do Salão de Artesanato, com perto de 100 artesãos representantes de todo o País, sem esquecer o Concelho de Vila Franca de Xira.

 

São 10 dias em que a cidade está de portas abertas, num Concelho que mantém vivas as suas tradições e cultura.

 

Programação geral da Feira Anual e Salão de Artesanato

  • 30 de setembro – 18h00 - Abertura oficial do Certame, no Pavilhão Multiusos
  • 1 de outubro - 14h30, no foyer do Pavilhão Multiusos de Vila Franca de Xira
    • Apresentação do livro “Memórias de um Marítimo de Alhandra, João Padinha”, da autoria da antropóloga Ana Serra.
  • 8 e 9 de outubro – 18h00, no Pavilhão Multiusos
    • Showcooking de promoção da Campanha de Gastronomia de novembro – Sabor do Campo à Mesa

 

Horário da Feira 

  • 30 de setembro - Inauguração pelas 18h00 – fecho às 02h00;
  • 1, 4, 7 e 8 de outubro: das 13h00 às 02h00;
  • 5 de outubro: das 13h00 à 01h00;
  • 2, 3 e 6 de outubro: das 13h00 à 01h00;
  • 9 de outubro: das 13h00 às 24h00.

 

Horário do Salão de Artesanato

  • Sexta, dia 30 de setembro - 18h00 à 01h00;
  • Sábados, dias 1 e 8 de outubro - 15h00 à 01h00;
  • Domingos, dias 2 e 9 de outubro – 15h00 às 23h00;
  • Segunda e quinta, dias 3 e 6 de outubro – 16h00 às 23h00;
  • Terça e sexta, dias 4 e 7 de outubro – 16h00 à 01h00;
  • Quarta, dia 5 de outubro – 15h00 às 23h00;

 

Programação de animação complementar no Parque da Feira:

  • Segunda-feira, 3 out – Dia SONS e MOVIMENTO 
    • 20h30 - Grupo de Música Popular Portuguesa "Alborca"
    • 21h00 - Grupo de Música Popular Portuguesa "Albirka"
    • 21h30 - Banda de Música SEA (30/35 min. de atuação)
    • 22h00 - Demonstração de Zumba Fitness (condicionada pelo número de praticantes disponíveis para o efeito)

 

  • Terça-feira, 4 Out. – Dia da Juventude
    • 22h00/01h00 – Riffest (GAMAJ)

 

  • Quarta-feira, 5 Out. – Dia da Cultura Tradicional
    • 16h00 – Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga (infantil e adultos)
    • 19h00 – Rancho Folclórico de Alfarrobeira
    • 21h30 – Grupo de Música Popular Portuguesa do Centro Popular ca Cultura e Desporto (Póvoa de Santa Iria)

 

  • Quinta-feira, 6 Out. – Dia Move It
    • 21h00 / 23h30 - Academia de Dança Vanessa Silva / Dance Life Academy / Movimentos PMCO / Still Fit

 

  • Sexta-feira, 7 Out. – Dia Sénior
  • 21h00 / 22h00 - Danças e Cantares da Universidade Sénior

 

  • Sábado, 8 Out. – Dia da Atividade Física
    • 17h00 / 18h00 - Atividade desportiva “Parado é que Não”

 

Esperas de toiros:

Sábado, 1 de outubro - 16h30.

Domingo a quarta-feira, 2 a 5 de outubro - 10h30.

 

Programação Praça de Toiros “Palha Blanco” (promovida pelo seu empresário tauromáquico):

  • Sexta-feira, 30 Set., 22h00
    • Concerto com José Cid
  • Domingo, 2 Out., 17h00
    • Corrida de Toiros Mista, de homenagem ao Maestro José Júlio
      • Cavaleiros - Rouxinol, Filipe Gonçalves
      • Matador – António João Ferreira (TÓJÓ)
      • Forcados - Vila Franca de Xira e Coruche
      • Toiros – Passanha (4) e Falé Filipe (2)
  • Terça-feira, 4 Out., 22h00
    • Corrida de Toiros à Portuguesa, de exaltação ao Forcado
      • Cavaleiros - António Telles, Duarte Pinto e Francisco Palha
      • Forcados - Vila Franca de Xira
      • Toiros - Palha (3) e Canas Vigouroux (3)

 

  • Sábado, 8 de Out., 21h00
    • Concurso de Recortadores Goyesco

Em Lisboa na próxima quinta-feira, “Finito de Córdoba já ultrapassou as 1300 corridas toureadas

Finito de Córdoba.jpg

Na temporada em que comemora 25 anos de alternativa, o Matador de Toiros espanhol Juan Serrano “Finito de Córdoba” ultrapassou já as 1300 corridas toureadas. Recebeu a alternativa na sua Córdoba natal, no dia 23 de Maio de 1991, das mãos de Paco Ojeda, acto testemunhado por Fernando Cepeda.

 

A presente temporada iniciou-a em Lisboa, com uma grande faena, no festival realizado no Campo Pequeno, a 27 de Fevereiro. Regressa agora a Lisboa onde ainda ecoam os ecos dessa faena antológica de Fevereiro, para repartir cartel, na próxima quinta-feira, com o seu compatriota Juan José Padilla e o português Manuel Dias Gomes, frente a toiros de Manuel Veiga.

 

“Finito de Córdoba” sente-se um toureiro respeitado pelo público. “Ao longo da minha carreira consegui o respeito da sociedade, dos companheiros de profissão e dos aficionados. É a maior satisfação que posso sentir por me ter mantido sempre fiel ao conceito de toureio que venho pondo em prática ao longo de quase três décadas”, refere.

 

O diestro considera que “o toureio é algo de mágico, muito duro e muito bonito” e explica que nesta actividade se dá uma circunstância estranha: “sabendo-se o risco que o toureio contém em si mesmo, quando regressas a casa vindo de uma actuação, podes descansar um ou dois dias mas, passado pouco tempo, é de novo o teu corpo que te pede que voltes a jogar a vida”.

 

Realizado como homem e como toureiro, “Finito de Córdoba” afirma que os seus dois filhos (Lúcia e Juan Rodrigo) são a maior faena da sua vida, destacando que essa foi uma faena só realizável com a ajuda de Arantxa, a sua mulher.

Manuel Dias Gomes: “É como se fosse a confirmação da minha alternativa em Lisboa”

Manuel Dias Gomes.jpg

Manuel Dias Gomes é o Matador de Toiros português de mais recente alternativa (30 de Maio de 2015, na cidade francesa de Gamarde les Bains). Faz a sua apresentação no Campo Pequeno como Matador de Toiros, na próxima quinta-feira, num cartel que ele próprio considera como “uma ‘Confirmação de Alternativa’ em Portugal”.

 

“Será um momento especial e de muita responsabilidade, pois trata-se de um a cartel que qualquer matador português gostaria de ter na sua apresentação no Campo Pequeno”, refere o diestro, que acrescenta: “Espero que esta corrida seja um marco histórico para o toureio a pé em Portugal e na minha carreira”.

 

Manuel Dias Gomes estreia-se em Lisboa alternando com os matadores de Toiros espanhóis Juan Serrano “Finito de Córdoba” e Juan José Padilla, na lide de seis toiros de Manuel Veiga.

 

“São dois triunfadores de Lisboa. O Maestro ‘Finito de Córdoba’ realizou no festival de Fevereiro uma grande faena, uma faena de classe, requinte e bom gosto, ao passo que o Maestro Juan José Padilla ‘arrasou’, com um triunfo memorável, na sua estreia, a 14 de Julho”, recordou.

 

Manuel Dias Gomes foi finalista do concurso “À procura de novos toureiros” realizado no Campo Pequeno, em 2007, onde obteve o segundo lugar e, nesse mesmo, ano ganhou o “Galardão Campo Pequeno” para o novilheiro triunfador da temporada, distinção que voltaria a conquistar em 2010 e 2012.

 

Como novilheiro sem picadores, foi finalista dos Bolsíns Taurinos Ciudad Rodrigo e de Arnedo.  

 

“No ano de 2010 dei um passo importante que foi o meu debute com picadores na prestigiada praça de toiros "La Malagueta" em Málaga por ter ganho o troféu, no ano anterior, no certame de novilheiros sem picadores.  A minha apresentação na Monumental de Las Ventas foi a 10 de Setembro de 2011, no Certame “Ocho Naciones”,  com novilhos de Araúz de Robles, relembra.

 

Nos seus tempos de novilheiro, pela relação de grande amizade que o une ao Matador de toiros José Luis Gonçalves, treinou várias vezes com os alunos da Academia de Toureio do Campo Pequeno. Aos alunos da academia deixou palavras de estímulo e a José Luis Gonçalves expressou os seus votos de recuperação do grave acidente que sofreu, há 3 anos.

 

EM ESPANHA JÁ EXISTE UM PARTIDO POLÍTICO EM DEFESA DA TAUROMAQUIA

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ASAMBLEA EN MADRID DEL PRIMER PARTIDO POLÍTICO PARA LA DEFENSA DE LA TAUROMAQUIA: “ANATUR”

Persigue neutralizar las agresiones que se dirigen contra los diferentes sectores del mundo rural y ofrecer a la sociedad en general una opción de cambio político

Amplia representación de todos los sectores, entre ellos la Tauromaquia, con William Cárdenas como Vicepresidente de la Junta Directiva

Madrid 26-Septiembre-2016

El sábado 24 de septiembre tuvo lugar en el hotel Nuevo Boston de Madrid, la primera Asamblea General del partido político Acción Natural Ibérica (ANATUR), el único destinado a la reivindicación y defensa del mundo rural y de sus tradiciones, como la caza, la pesca, la agricultura, la ganadería, la tauromaquia, la cetrería, los gallos combatientes, las rehalas de perros, los caballos de arrastre, y muchas otras que estuvieron representadas.

Como invitado especial acudió Eddie Puyjalon, Presidente del partido francés Caza, Pesca, Naturaleza y Tradiciones (CPNT), quien narró la larga experiencia de 27 años vivida en el vecino país, con un partido de similares características, que ha llegado a contar hasta con 6 euro parlamentarios.

La aparición de ANATUR y su incorporación a la vida pública española viene a materializar un sueño acariciado por cientos de miles de hombres y mujeres del campo, agricultores, cazadores, pescadores y aficionados a las tradiciones y costumbres rurales, quienes son conscientes de la necesidad de tener un instrumento que facilite su participación política en parlamentos nacionales, regionales, locales y en su momento europeos, a fin de hacer valer sus derechos y reivindicaciones.

La Asociación Internacional de Tauromaquia (AIT) considera esta iniciativa pionera y de gran interés para la vida política de los pueblos iberoamericanos, que podrán sentirse estimulados a dar pasos en la misma dirección a fin de reivindicar los derechos del mundo rural. Ahora todos unidos, cazadores, pescadores, agricultores, ganaderos, taurinos, galleros, criadores de razas autóctonas, cetreros, y todas aquellas personas que aman el campo, el mar, y sus tradiciones, caminarán juntos en la defensa de sus intereses, en una organización política que no es ni de derechas ni de izquierdas, simplemente representa a millones de españoles que hoy viven por y para el campo, desde donde por cierto se producen la mayor parte de los alimentos que consumimos.

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