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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

DESTAQUES E ESTREIAS EM JULHO NA CAMPO PEQUENO TV

Corrida Comentada (2016)
Campo Pequeno. Cavaleiros: Rui Salvador, Andy Cartagena e João Telles Jr; Forcados: Vila Franca de Xira; Ganadaria: Canas Vigouroux. Comentários de José Cáceres e Simão Comenda. 7 Julho

 

Extraordinário Concurso de Pegas (2009)
Campo Pequeno. Cavaleiros: Ana Batista, F. Gonçalves, M. Caetano, M. T. Bastos, M. Bastinhas e T. Pinto; Forcados: S. Manços, Turlock e Cuba; Ganadaria: Manuel Coimbra. 7 Julho

 

Matizes do Toureio - Como Receber um Toiro e o Toureio a Duo
O bandarilheiro Luís Peixinho detalha os conceitos técnicos e artísticos que envolvem a forma como devem ser recebidos os toiros em praça. José Samuel Lupi aborda o toureio duo - como era noutros tempos, como deve ser praticado e quais os grandes intérpretes desta modalidade. 14 Julho

 

Grandiosa Novilhada (1995)
Campo Pequeno. A Cavalo: Diogo Passanha e Mário Miguel; Forcados: Coruche; A Pé: Miguel Costa "Choni" e Sérgio Santos "Parrita"; Ganadaria: Luís Rocha. 14 Julho

 

Telles e Pablo em Lisboa (2010)
Campo Pequeno. Cavaleiros: António Telles, Pablo H. Mendoza. e J. Telles Jr; Forcados: Santarém e Lisboa; Ganadaria: Passanha. 14 Julho

 

Luís Miguel da Veiga - Memórias que o tempo não apaga
Luís Miguel da Veiga, ídolo de gerações, cumpre em 2016, 50 anos de alternativa. Recordações de uma carreira longa e intensa, num reviver dos momentos marcantes, desde a alternativa até aos dias de hoje, sem fugir ao paralelismo dos tempos e ao toureio que hoje se pratica. 21 Julho

 

15ª Corrida da Rádio (1990)
Campo Pequeno. Cavaleiros: J. Moura, P. Caetano, J. Bastinhas e P. Franco; Forcados: Santarém e Montemor; Ganadaria: Brito Paes. 21 Julho

 

Corrida Mista - Flash (2012)
Campo Pequeno. Cavaleiros: Joaquim Bastinhas e Marcos Bastinhas; Forcados: Alcochete; Matadores: Antonio Ferrera e Ivan Fandiño; Ganadaria: Santa Maria e Falé Filipe. 21 Julho

 

Novos Valores (2013)
Campo Pequeno. A Cavalo: P. D’Azambuja, D. Gomes e P. Cigano; Forcados: Arruda dos Vinhos; A Pé: J. Martins, D. Peseiro e R. Correia; Ganadaria: Paulo Caetano. 28 Julho

 

Portugal - Espanha (1995)
Campo Pequeno. Cavaleiros: João Telles, António Telles, Fermin Bohorquez e Pablo Hermoso; Forcados: Lisboa e V. Franca; Ganadaria: Vinhas. 28 Julho

ROUXINOL JR, FILIPE GONÇALVES E JOSÉ PEDRO SUIÇAS, OS TRIUNFADORES DA NOITE NO MONTIJO

Praça de Toiros Amadeu Augusto dos Santos - Montijo – 02.07.16 – Corrida de Toiros

Director: Tiago Tavares – Veterinário: Carlos Santos – Lotação: ¾ fortes

Corrida de Homenagem a Alfredo Vicente “Rouxinol” – 6ª Corrida Adega de Pegões

Cavaleiros: Luís Rouxinol, Filipe Gonçalves, Marcos Bastinhas, Luís Rouxinol jr

Forcados: Tert. Tauromáquica do Montijo e Amadores do Montijo

Ganadaria: Vinhas

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ROUXINOL JR, FILIPE GONÇALVES E JOSÉ PEDRO SUIÇAS, OS TRIUNFADORES DA  NOITE NO MONTIJO

Em plenas festas de São Pedro, o Montijo viu a sua magnífica praça de toiros engalanar-se com uma excelente moldura humana, presença massiva e com mais de ¾ das sua lotação preenchida e a que não foi alheio o interesse regional do cartel e a homenagem a essa figura da festa brava e do concelho do Montijo que dá pelo nome de Alfredo Vicente “Rouxinol”, 83 anos de idade e uma enorme afición. Foi singela e bonita a homenagem a que se somou a Câmara Municipal do Montijo na pessoa do seu presidente Engº. Nuno Canta para além de um significativo número de entidades locais e a organização da corrida Abel Correia/João P. Bolota.

 

Noite agradável e de amena temperatura e em termos taurinos com alguns momentos interessantes e de despique entre os 4 cavaleiros em praça e os dois grupos de forcados locais, numa são competição que também se regista e saúda.

 

Os três troféus em disputa foram para Luís Rouxinol Jr (melhor lide), Filipe Gonçalves (melhor par de bandarilhas e José Pedro Suiças dos Amadores do Montijo para a melhor pega.

 

Abriu praça a dupla de Rouxinóis, numa lide com interesse, ritmada e com alguns bons ferros, com entendimento perfeito entre os dois cavaleiros e com o público a aplaudir as sortes.

 

Filipe Gonçalves entendeu-se com o segundo da ordem, pequenote mas com pata nas investidas e a lide foi em crescendo com o último curto de boa nota e um par de bandarilhas de muito mérito com o toiro quase no centro da arena.

 

Marcos Bastinhas lidou o terceiro. Andou com desenvoltura, provocou o toiro e na fase final da lide esteve mais acertado quer nas viagens quer na cravagem, com um terceiro de muito boa execução, rematando com um bom par de bandarilhas.

 

Em quarto lugar actuou Luís Rouxinol, com uma lide onde a brega foi essencial para ao bom desenvolvimento da lide onde houve bons ferros remates como mandam as regras. Rematou a lide com os habituais ferro de palmo e par de bandarilhas.

 

Luís Rouxinol Jr teve uma lide que chegou ao público, com boas preparações e remates das sortes, alguns ferros de boa nota, com garra e muito competitivo. Foi uma prestação muito agradável do jovem Rouxinol que mostra, cada vez mais, estar preparado para outros desafios.

 

Encerrou a corrida a dupla Gonçalves/Bastinhas, numa lide muito movimentada, com alegria e ritmo, bom entrosamento e ferros para todos os gostos, muito aplaudidos pelo público.

 

Complemento das lides equestres, as pegas de caras que estiveram a cargo dos forcados da Tertúlia Tauromáquica do Montijo e Amadores do Montijo e que conseguiram muitos bons momentos. Pelos da Tertúlia Tauromáquica do Montijo foram caras o cabo Márcio Chapa com uma boa pega de caras à primeira, seguido por Luís Carrilho também á primeira e Rodrigo Carrilho a emendar á primeira o seu colega José Eufémia que saiu lesionado na única tentativa que efectuou. Pelos Amadores do Montijo, José Pedro Suiças fechou-se com raça e à 1ª no segundo da noite, seguido por Hélio Lopes também á primeira e João Paulo Damásio apenas à terceira conseguiu concretizar frente ao sexto da ordem.

 

A corrida teve início com a guarda de um minuto de silêncio em memória de David Ribeiro Telles, José Zúquete e Amadeu Augusto dos Santos e foi bem dirigida por Tiago Tavares com assessoria do veterinário Carlos Santos.

MANUEL DIAS GOMES SOBRE A CORRIDA DO COLETE ENCARNADO

Tourear em Vila Franca é sempre diferente, uma terra especial, muito aficionada e que defende e vive as suas festas como poucas. É algo que sempre ambicionei como toureiro, poder integrar o cartel da Corrida do Colete Encarnado, uma corrida com imensa tradição e cheia de simbolismos. Com a natural motivação e responsabilidade por este compromisso, espero  que no domingo possa ganhar o respeito da aficion vilafraquense e que a corrida resulte  num grande triunfo para a nossa tauromaquia.

É com enorme expectativa e ilusão, que me apresento na Palha Blanco pela 1ª vez como Matador de Toiros, espero triunfar e contribuir para tornar este Colete Encarnado melhor!

 

Manuel Dias Gomes

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QUE GRANDE NOITE DE MORANTE EM LISBOA: 30 DE JUNHO, UMA DATA PARA A HISTÓRIA

Praça de Toiros do Campo Pequeno – 30.06.16 – Corrida Goyesca

Director: Rogério Jóia – Veterinário: Hugo Rosa

Matador: Morante de la Puebla

Ganadaria: Zalduendo

Actuações da Charanga a cavalo da GNR e Diego Cigala (cantaor de flamenco)

QUE GRANDE NOITE DE MORANTE EM LISBOA: 30 DE JUNHO, UMA DATA PARA A HISTÓRIA

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Faltam, quanto a mim, adjectivos para qualificar as duas enormes lides de Morante na noite de 30 de Junho e que ficará para os anais da nacional tauromaquia como mais um triunfo enorme e inequívoco do toureio a pé. Arte, cadência, temple, arte pura, toureio puro, triunfo sério de um génio do toureio que dá pelo nome de Morante da la Puebla.

E se criadores de moda, de perfumes de raras essências e fragâncias únicas, os criadores de vinhos de mais rara e fina qualidade têm um material de base minimamente garantido, a verdade é que no toureio, se o toiro não é partícipe empenhado para que o êxito aconteça, essa arte efémera, de momento e vivências únicas não pode acontecer. Mas em Lisboa estava Morante e fez Arte!

O toureio de capote no que abriu praça já foi de enorme classe e qualidade quer nas verónicas majestosas  quer nas cingidas e arrimadas chicuelinas sem esquecer uma meia verónica das de cartel de toiros. A lentidão e profundidade dos passes, aliadas a uma estética de pura arte, puseram o público a aplaudir de pé uns quantos derechazos. Que importa a quantidade quando a qualidade é suprema!...

Segundo e terceiro não serviram, com problemas de mansidão e sem casta e fez bem em abreviar.

E de novo abriu o frasco daquelas essências a que apenas os poucos eleitos têm acesso para derramar gotas sobre o albero lisbonense e, de novo, colcoar o público em alvoroço com as mais extraordinárias e cadenciadas verónicas, de mãos baixas, mandando uma barbaridade e rematando com outra meia que fez muitra gente levantar-se dos assentos. Que dizer da faena de muleta? As paixões que desata, os sentimentos que desperta esse toureio de queixo bem metido no peito, mãos baixas, pés bem assentes no chão, nos muletazos por baixo, nos trincheirazos, nos passes do desprezo, nos remates de peito que pareciam não ter fim, nos derechazos enormes, profundos… Foi Arte, foi Morante, foi Morarte!

Aqueceu o ambiente com as cantigas de El Cigala, e a anteceder a corrida houve exibição da Charanga a cavalo da GNR, sempre aplaudida.

Dos quatro toiros de Zalduendo, muito bons o primeiro e o último e mansos sem casta os outros dois.

Dirigiu a corrida a dupla Rogério Jóia e Hugo Rosa.

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