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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

CORRIDA DE NAVE DE HAVER CANCELADA

28.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A Junta de Freguesia de Nave de Haver comunicou a anulação da corrida de dia 3 de Agosto, devido à morte do empresário e apoderado António Morgado, que foi hoje a sepultar em Vilar Formoso.

SETUBAL – “FOI EXACTAMENTE COMO NOS VELHOS TEMPOS…” – POR SOLANGE PINTO

27.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Foi exactamente como nos velhos tempos… As imediações da Praça de Touros Carlos Relvas, a cerca de uma hora do espectáculo, estavam viradas do avesso… O burburinho expectante de uma grande noite de toiros, tomou conta do Bairro Baptista, onde está instalado o monumento que marca a traça urbanística desta zona da cidade do Sado, sendo património municipal.


Parques de estacionamento a abarrotar, cafés e restaurantes cheios e ambiente a ‘top’ faziam antever lotação esgotada para ver um cartel elogiado pelas gentes setubalenses.

 

Longe vão já as corridas de oito toiros no segundo fim-de-semana da Feira de Sant’iago e as apoteóticas noites com público vindo de todos os quadrantes do país taurino.

 

Ontem, antes de qualquer coisa e facto histórico a assinalar neste escrito, é a reconciliação da afición setubalense com a tauromaquia na sua cidade!

A Carlos Relvas não esgotou, mas encheu para vibrar com o fabuloso naipe de artistas em cartel.

 

João Moura é um dos ‘tais’ que via em Setúbal, um dos seus mais queridos palcos… A sua primeira actuação foi amputada pela inexistência de oponente, ficando apenas com uma hipótese de dar nas vistas. Voltou a dar um ‘cheirinho’ da sua arte, perante um público que o respeita e sobretudo que recorda quem foi este Maestro de méritos mundialmente reconhecidos.

 

No entanto, foi de Rui Fernandes o mor triunfo deste espectáculo de ambiente inigualável, verdadeiramente à antiga. Rui vinha com tudo e tudo levou consigo… As ovações de uma praça a si rendida, digo eu, devem ser difíceis de olvidar. Frente ao primeiro mansarrão do seu lote, fez o impensável, fazendo-nos mesmo esquecer que dali resultaria potabilidade zero! Rui deu lição, Rui deu espectáculo e fez sobretudo… arte a cavalo!

Frente ao segundo, um astado mais manejável que como os restantes pertenciam à ganadaria Branco Núncio, voltou a dar banho de toureio, de faculdades, de inspiração! Esteve soberbo, foi o grande triunfador desta corrida, aquele que as pessoas queriam voltar a ver muito em breve…

 

Creio não ser injusta se disser que o factor novidade e muito responsável por devolver a Setúbal a ilusão nas grandes noites de toiros, foi Pedrito de Portugal. Foi ele, aliado aos dois nomes que atrás referenciámos, que encheu Setúbal.

 

Vestido com um fato verde e ouro, já com triunfos nas suas entranhas, Alexandre Pedro sentiu-se a gosto frente ao seu primeiro ‘Caetano’, dando um leve ‘perfume’ da sua profunda tauromaquia de fino recorte. Houve pelo menos duas séries de enlevo, com repetição e domínio.
Pedrito escutou olés, muitas palmas e deixava grande ambiente para o segundo. No entanto, o seu segundo nada tinha que não fosse perigo e vontade de perseguir o toureiro que, de muleta mais não pôde que ‘trastear’!

Pedro Gonçalves saudou de ‘montera en mano’, deixando um grande par de bandarilhas, daqueles que o catapultaram para os lugares cimeiros na arte de bandarilhar a pé. Houve ainda pares correctos de Fábio Machado e Claúdio Miguel.

Brilhou por chicuelinas e antes por veronicas.

 

Dos brindes da noite, destacam-se os feitos por Pedrito a Rui Fernandes e por Rui Fernandes a António Morgado, por quem vestiu luto!

Durante o intervalo e a cargo de Nuno Braancamp, foi rendida uma sentida e porque não dizê-lo, polémica homenagem a Pedrito de Portugal, pela passagem dos seus 20 anos de alterantiva.

 

No campo das jaquetas de ramagens a noite foi também pautada pela regularidade, havendo mesmo uma ou duas pegas de nível superior. Em praça estiveram os Grupos de Amadores do Montijo e Alcochete.

 

O espectáculo foi dirigido por Pedro Reinhardt.

 

Crónica de Solange Pinto/Cortesia Touro&Ouro

Fotos: João Dinis/Cortesia Touro&Ouro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANTÓNIO JOÃO FERREIRA SAIU A OMBROS EM LA SOLANA( CIUDAD REAL)

27.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

 

O matador António João Ferreira, começou bem na primeira das sete corridas de toiros que vai tourear em Espanha, saiu a ombros depois de uma extraordinária faena e estocada até á gamuza, no seu primeiro, cortou duas orelhas.No seu segundo, António toureou com ele é puro e surpreendeu, tanto no capote como na muleta, arrimando-se e arrancando as maiores ovações da tarde, pena foi que com a espada e o descabelho, privaram-no de um triunfo apoteótico, pois as duas orelhas estavam asseguradas, no final saiu a ombros, com Oliva Soto, Emílio Huertas e o maioral da ganadaria de Torregrande.

 

 

La Solana (Ciudad Real) - Sábado 25 de Julho

 

Toros de Castilblanco e Torregrande

 

Rojoneador El Cartagenero (Silêncio)

 

Oliva Soto (Orelha com aviso e Orelha)

 

António João Ferreira (2 Orelhas e Silêncio com aviso)

 

Emílio Huertas (2 Orelhas e 2 Orelhas e Rabo)

 

Texto e fotos enviados por José Rainho

JOÃO MARTINS, ALUNO DA ESCOLA DE TOUREIO JOSÉ FALCÃO, OVACIONADO EM ANTEQUERA(MÁLAGA)

27.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

João Martins, actuou na novilhada que se realizou na sexta-feira, 25 de Julho na praça de touros de Antequera (Málaga), novilho de António Macandro, João toureou bem com o capote, alegrou em bandarilhas e como a muleta conseguiu séries de muletazos magnificos por ambos os pitons do novilho, com adornos muito do agrado dos andaluzes, infelizmente a espada privou-o de uma saída a ombros, pinchou várias vezes,conseguindo depois uma estocada, que lhe valeu uma ovação.

 

Antequera (Málaga) sexta-feira, 25 de Julho

 

Novilhos de António Macandro

 

João Martins (Ovação) - Aquilino Girón (Orelha)

 

Carlos Blázquez (Ovação) - Eduardo Tortosa Escola de Málaga

 (orelha)

 

El Lauri (2 Orelhas)- Escola de Málaga

PÓVOA DE VARZIM – 25 DE JULHO DE 2014 - 18ª. CORRIDA TV/NORTE... UM FESTIVAL, OU UM CONCERTO?

27.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A 18ª. Corrida da Casa de Pessoal da RTP, que teve lugar na passada Sexta-feira, dia 25 de Julho, pelas 22 horas, na Praça de Touros da cidade da Póvoa de Varzim, e que foi, como manda a tradição, televisionada em directo, tanto pode ter sido entendida, como um Festival, ou como um Concerto. Pelo variado toureio a cavalo, pelas pegas, pelo jogo harmónico dos toiros da ganadaria do senhor Manuel Coimbra, pela forma dinâmica como foi dirigida, e também, e sobretudo, pelo entusiasmo do público, aficionado ou não, que ali assistiu, ou pela televisão viu.

 

'O público do Norte vai aos toiros para festejar... não é preciso conquistar', dizia-me um dos artistas, 'por isso é diferente, por isso, é sempre uma alegria tourear na Póvoa'! - E nós não sabíamos disso!?

 

 A 18ª. Corrida Tv/Norte, porque foi um Concerto, teve no 'Hino à Alegria', o tema  musical que melhor o traduz. Um 'hino', numa daquelas noites que perdurarão para a memória, tanto para o público, como para os artistas intervenientes.

 

Como num concerto de música, 'séria', o espectáculo resulta do trabalho da 'orquestra' nas diferentes lides. Sendo este 'concerto' uma 'corrida de toiros', aos cavaleiros e aos forcados, 'instrumentistas', que a 'solo', estava entregue a responsabilidade de brindarem os espectadores, com desempenhos musicais de genuíno toque.  Isto é, a 18ª. Corrida Tv/Norte, teve muito de algo comparável no seu conjunto, com as actuações músico/instrumentais dos artistas participantes no seu consagrado e famoso, Festival Internacional de Música, evento anual, que também por estes dias tem decorrido na cidade da Póvoa de Varzim.

 

Abriu o espectáculo, o 'maestro' Joaquim Bastinhas, que veio substituir o filho, Marcos Bastinhas, lesionado em Albufeira. Senhor de reconhecidos dotes de interpretação perante diferentes 'instrumentos', ao 'maestro' Joaquim Bastinhas, coube em sorte executar uma partitura musical, para piano, em dois andamentos. Os dois ferros compridos asseados, mostraram que quem sabe, sabe, independentemente da qualidade do 'instrumento' posto à disposição.  Após resolver as insuficiências 'instrumentais', cravando cinco curtos em 'acordes meio diminuto', rematou a sua prestação, com um 'encore' muito solicitado pelo público, tocado a duas mãos, onde a música se misturou com os aplausos. Coube a Amorim Ribeiro Lopes, cabo do Grupo de Forcados Amadores de Coruche, em grande pega ao primeiro intento, dura e a deixar marcas, encerrar este acto, com volta à praça, já em delírio.

 

António Ribeiro Telles, um outro maestro, clássico no dedilhar instrumental do contrabaixo, qual 'mezzo-soprano', onde as fugas para 'tenor' são comuns nas suas actuações, iniciou a sua performance com três bons compridos, de muito boa nota. Com cuidadosa preparação, o 'maestro' soube dosear a sua participação, pautando o ritmo que como violoncelista lhe competia, deixando três curtos de boa preparação e nuances de variado e bom remate. Seguro na lide, veio mostrar como  como a 'arte no clássico', tem beleza e requer boa dose de conhecimento, até na saída de cena. Com grande valentia, indo aos terrenos do oponente, José Maria Bettencourt, dos Amadores do Aposento da Moita, fez uma grande pega.

 

Filipe Gonçalves, foi o terceiro 'solista' em cena. Instrumentista que em qualquer orquestra está destinado a ser o trompetista que convida o público à envolvência, Filipe Gonçalves, soube sacar dos 'instrumentos' as notas de alegre estridência que também sabe tocar. Melodia que a afición nortenha nele aprecia, gosta e acarinha, que teve nesta sua actuação na Póvoa, um 'solo' redondo em acordes de grande envolvência. Dedilhando acordes de boa brega, Filipe Gonçalves arrancou com um bom ferro de frente, com batida ao piton contrário, a que se seguiu uma actuação, com mudança de 'instrumentos' mas não de tom, numa interpretação sempre a mais, deixou três 'acordes, curtos' de grande recorte, que juntou música à música que o acompanhou no delírio do público. Pegou, ao primeiro intento, muito bem ajudado, José Marques, dos Amadores de Coruche.

 

Manuel Lupi, que felizmente resolveu regressar ás lides, foi o quarto 'solista' neste concerto. A paragem ainda está colada na sua forma de dedilhar o instrumento que nesta orquestra lhe compete tocar, o 'sax-tenor'. Iniciou com dois compridos escorreitos, de aquecimento, arranque para seis curtos, que passou a ter música de fundo a partir do terceiro curto, uma lide por onde passaram  'quiebros' apertados, batidas ao piton contrário, rematada com dois palmitos muito apertados. Manuel Lupi agradou, empolgou sem brilhar, mas também sem baixar o tom do 'hino à alegria' que era o tema em execução. Pegou ao segundo intento, José Pedro Pires da Costa, o cabo dos Amadores do Aposento da Moita, numa pega onde o valor do forcado, não foi suficiente para ultrapassar o derrote em alto na primeira  tentativa.

 

Como não há 'quinto mau', Duarte Pinto, qual contra-baixista, marcou o ritmo, o compasso do toiro de Manuel Coimbra que que tocou em sorte. A lide, ritmada, muito bem preparada e plena de bom cavalgar de Duarte Pinto, iniciou-se com três compridos de nota alta. Mas foi no curtos, cinco, variados, sempre acompanhados de música, que Duarte Pinto passeou a sua classe  e saber, preparando, bregando e cravando, a gosto e com gosto, com emoção e verdade. Pegou ao segundo intento, com valor, Paulo Oliveira, dos Amadores de Coruche.

 

Ana Rita, que neste concerto era a voz feminina, sempre muito querida, acarinhada e aplaudida pela aficion do Norte, e não só, fez jus ao seu desempenho na 'sorte de violino': foi a violinista de serviço. Sem baixar o 'hino à alegria' que nessa noite era tema, Ana Rita, desenvolveu uma actuação, uma lide, das melhores que temos visto. Serena, pausada, segura, soube ser deliciosamente envolvente, cravando com alegria, sentimento que a música que sempre a acompanhou, melhor enquadrou. O violino palmito e o violino com que fechou a sua interpretação, foi o delírio. Delírio que a pega , ao primeiro intento, de Nuno Inácio, dos Amadores do Aposento da Moita, bem ajudado, foi a cereja no bolo.

 

E como na condução de uma orquestra, com coro, existem dois responsáveis, uma palavra de especial referência para a direcção da corrida, quer na parte técnica, quer na veterinária. Estão de parabéns o senhor Francisco Calado, sereno, seguro e criterioso na concessão de música, e o dr. José Luís Cruz, atento e exigente q.b.  na seleção das reses. Uma palavra ainda para a Banda Musical. Também a eles se deve o êxito do 'Hino à Alegria' da 18ª. Corrida da TV/Norte, na noite de Sexta-Feira, 25 de Julho de 2014, na Praça de touros da Póvoa de Varzim, catedral do toureio do Norte.

 

José Andrade

 

O SONHO CUMPRIU-SE: PACO VELÁSQUEZ TRIUNFOU NA SUA TERRA COMO MATADOR DE TOIROS

27.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Praça de Toiros em Riachos – 26.07.14 – Corrida Mista

Director: Rogério Jóia – Veterinário: Miguel Matias – Lotação: ¾

Cavaleiros: António Telles, Duarte Pinto

Forcados: Amadores de Riachos

Matador: Paco Velásques

Ganadarias: Manuel Veiga (2º, 4º), Paulino da Cunha e Silva (1º, 5º), Paulo Caetano (3º, 6º)

 

O SONHO CUMPRIU-SE: PACO VELÁSQUEZ TRIUNFOU NA SUA TERRA COMO MATADOR DE TOIROS

 

Com uma boa entrada de público e em tarde de sol abrasador, Riachos foi aos toiros na apresentação como matador de toiros do local Paco Velásques, exemplo de entrega e vontade de vencer tendo deixado o seu País para cumprir o sonho de ser matador de toiros e que viria a conseguir o triunfo, aplaudido e acarinhado fortemente pelo seu público desde que rompeu praça nas cortesias. Paco cumpriu o sonho e triunfou com dois belos novilhos de Paulo Caetano.

 

Abriu praça António Telles que tem vindo a  rubricar grandes actuações nesta temporada e que soube dar a volta ao toiro de Paulino Cunha e Silva que lhe tocou para abrir a corrida, um toiro com graves problemas de visão, que se tapava nas reuniões e mostrou pouca vontade de investir. A experiência de António fez com o toureiro se impusesse na lide, com viagens a pisar os terrenos do toiro e a cravar boa ferragem. Aproveitou para, e na fase final, sacar um novo cavalo e deixar mais um bom ferro em terrenos de tábuas, para o onde o toiro se refugiara. Da sua segunda lide apenas me chegaram os ecos dos aplausos já que uma arreliadora quebra de tensão fez com que tivesse de ser assistido pelos Bombeiros de Riachos e não pudesse presenciar essa lide.

 

Duarte Pinto teve por diante um toiro de Manuel Veiga que saiu com pata e que teve qualidade. O ginete de Paço d’Arcos soube aproveitar as investidas, em especial na ferragem curta, para construir uma boa lide, com bons ferros, chegando ao público que o obrigou a cravar mais dois curtos, de boa nota. Foi uma actuação em crescendo e que satisfez o público. O seu segundo, de Paulino Cunha e Silva, não teve tanta qualidade mas Duarte tudo fez para lhe deixar a ferragem da ordem com mérito, procurando os melhores terrenos e deixando alguns bons ferros.

 

Paco Velásques esteve muito bem de capote no seu primeiro, um burraco precioso de tipo e que revelou boas condições de lide, da ganadaria de Paulo Caetano. Bonitas as verónicas, remates mirando as bancadas. Com a muleta construiu uma muito interessante faena, variada, com muitos e bons muletazos pelo lado direito, correndo bem a mão, bem por baixo submetendo as investidas a que correspondeu o bom novilho. Os naturais tiveram muita expressão e houve momentos para todos os gostos, em que se viu o toureiro feliz pela forma como a faena se desenrolava e nela metia também o sue público. No sexto da ordem houve de novo bom toureio de capote e uma faena de muleta de muita classe, com arte, profundidade, plasticidade no desenho dos muletazos, encontrando-se muito a gosto em toda a faena e com o novilho a corresponder nas humilhadas e largas investidas. Uma actuação de Paco Velásques  para recordar e a deixar boa nota para os seus próximos compromissos.

 

Para pegar os toiros da lide a cavalo, estiveram em praça os Forcados Amadores de Riachos, os quias não tiveram problemas para concretizar as pegas todas ao primeiro intento. Foram forcados de cara Luis Azevedo, João Branco, Carlos Branco e Nuno Santos e deixaram muito boa nota nas suas pegas de caras.

 

Como já referimos, lidaram-se toiros e novilhos de Paulino da Cunha e Silva, Manuel Veiga e Paulo Caetano, estes os melhores dos seis.

Direcção criteriosa e aficionadíssima de Rogério Jóia, assessorado pelo veterinário Miguel Matias, tendo sido guardado um minuto de silêncio em memória do aficionado, empresário e apoderado António Morgado.

A FESTA BRAVA ESTÁ DE LUTO: FALECEU ANTÓNIO MORGADO

26.07.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Esta manhã, ao procurar algumas notícias na net, fiquei consternado ao tomar conhecimento da morte do aficionado, taurino, apoderado e empresário de sucesso António Morgado. Um homem que conheci há muitos anos, pessoa de fino trato, sempre disponível e que sempre tinha uma palavra simpática.

A notícia, espalhada por diversos meios de comunicação social taurina, deixa no ar as naturais dúvidas quanto ás causas da morte de António Morgado, encontrado sem vida num pinhal perto de Nave de Haver.

 

Era apoderado da Casa Bastinhas, empresário taurino e deixa mulher e filhos. À família enlutada endereçamos os mais sentidos pêsames.