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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

FESTA NO CABO DA LEZÍRIA NOS 30 ANOS DA ESCOLA DE TOUREIO JOSÉ FALCÃO

02.04.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A Associação Escola de Toureio José Falcão, vem por esta via convidar todos os alunos, que ao longo destes 30 anos por ela passaram, a participar num tentadero no Cabo da Lezíria no Domingo 13 de Abril pelas 11 horas, seis bezerras das ganadarias de Pinto Barreiros e S.Torcato, gentilmente cedidas pelo Sr. Joaquim Alves.

 

Seguir-se-á um almoço de confraternização, num restaurante de Vila Franca, a direcção da escola apela a que todos os alunos participem, num dia de tanto significado.

 

Inscrições através do número 939089999, do Sr. José Manuel Rainho

TAUROMAQUIA NORTE/SUL - Barreira de Sombra no www.FeelFm.pt - 2ª. Crónica - emissão 02/Abril/2014

02.04.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

 

 

O mês de  Março já se foi, e o de Abril, com 'aguas mil', pela forma como se apresentou logo nos primeiros dias, não augura nada de melhor em condições climatéricas para a realização de espectáculos tauromáquicos.

 

Agora é o tempo chuvoso, frio, ventoso, que serve de pomo, justificação para a falta de público e algumas alterações de datas, quando não anulações de espectáculos. Se adicionar-mos a estas condições, pouco agradáveis, para convidar quem quer que seja a sair de casa, do conforto, para ir a uma tourada, espectáculos que decorrerem em recintos abertos, isto é, recintos sem cobertura, e a maioria das vezes, sem condições mínimas de aconchego no sitio onde se tem de estar sentado, e juntar-mos ainda, alguma falta de respeito entre o que é anunciado, e o que é depois apresentado, não há desculpas que resistam para a crise que também aqui se diz viver. E isto destacando equipamentos, em alvenaria. Como cada vez mais os recintos onde se realizam corridas de toiros, são em praças desmontáveis, alguma coisa vai ter de ser feita no futuro próximo, ou então, este problema, será mais um, a juntar aos muitos outros, que ao longo dos anos passados, a festa dos toiros, foi, ciosamente e com gloriosa vontade, somando e empurrando para de baixo do tapete. Serve de desculpa, mas não resolve, nem dá a volta ao problema. E hoje existem soluções que a inovação na engenharia e os materiais a usar consentem, que só o miopia e a incompetência, por estupidez, recusa a aplicação. Estupidez, preconceito e vistas curtas.

 

Eu sei que a festa dos toiros, a tauromaquia, nunca foi em Portugal, uma festa com a dimensão e o consentimento popular, como que se vive em Espanha, ou em muitos países da América do Sul. Se duvidam, Perguntem aos nossos valoroso e valentes matadores e novilheiros que fazem carreira por aquelas bandas, por aqueles países.

 

Por cá, por este quintal à beira mar encostado, e ainda continuando a ser o segundo espectáculo com o maior numero de espectadores, a Festa de Toiros, a Tourada, sendo uma actividade transversal e muito importante, quer como repositório de tradições, cultura e preservação de espécies e do meio ambiente, está para sociedade e os governantes, como o tabaco está no confronto com a droga. O fumo do tabaco, isso sim, é um “perigo social”. E como “perigo”, tem de sofrer feroz perseguição e repressão.  Já a droga, enfim, é coisa de 'doentes sociais', e como tal, tirando um ou outro excesso, uma ou outra perturbação ditada pela mais valia no negócio e nos interesses do mercado, tolera-se, ou quanto muito, arranjam-se mais uns milhões e o 'dever social' fica apaziguado.

 

Toleram-se estes disparates, e vai-se tolerando muitas outras coisa, sempre com o superior desígnio de 'estas coisas', ou são um problema 'deles', ou então, não é um problema 'nosso'.

 

 Embora seja um problema deles, as decisões do conclave que reuniu o pessoal do mundo dos toiros, de empresários, ganadeiros e artistas, e onde a Pró-toiro foi eleita como prima-dona, é um problema de todos. De todos os que gostam, teimam em gostar, persistem em reganhar o que de bom a Festa tem. E por assim é, e estando no conclave, representados, ou representando, tão ilustres figuras e licenciados, estranha-se, que nenhuma alma tenha tido uma gota de luminoso espírito democrático, para, com cuidadoso argumentário, fazer ver aos mais empedernidos defensores do 'união faz a força', que isso é bom, é bonito, é recomendável, mas pode não ser o aconselhável, já que o viver me liberdade, começa por reconhecer aos outros, o direito de livremente poderem discordar. E porque assim foi, porque o resultado final trazido a público, é uma 'ordem' incontestável, por mais que se goste, se reconheça à Pró toiro, no que tem feito pela Festa, é licito e é urgente, em nome da Festa, da Liberdade, da transparência empresarial e profissional, que se emende a mão, e que publicamente se discorde. E digo publicamente, num tom suave, para que esta 'deriva' autoritária não vá parar aos tribunais, nem seja mais um bom pretexto para alegrar os 'amigos dos animais', esses nossos 'inimigos de estimação'. Cautelas e caldos de galinha, dizem, cá pelas bandas do Norte, nunca fizeram mal a ninguém. Mesmo que a galinha seja de aviário.

 

  O que parece não ter sido uma conversa de aviário, até porque a maioria dos intervenientes eram águias de voo livre, foi o Colóquio promovido pelo Sector 1, realizado na passada sexta-feira. Isto pelo que até ao momento li, nos sites de se dispuseram a tal. Tive pena de não poder ter assistido pelas razões que são conhecidas. Vila do Conde ainda dista cerca de quatrocentos quilómetros de Lisboa. Mas do que li, cada um conta como viu ou participou no evento, estou crente que não me enganarei muito se disser que o resultado foi bom, que vai fazer mossa em alguns, que já fez mossa nuns poucos, por inveja ou indisfarçável pedantismo, e que vai ser motivo de picardias e até de vingançazinhas.

 

Este Colóquio, como tantas outras iniciativas que se destinam a reunir pessoas e trocar ideias sobre a Festa dos Toiros, é sempre de louvar. E esse louvor, na minha opinião, goste-se ou desgoste-se do que por lá é dito, redito ou discutido, devia ter como primeiros e principais interessados, todos aqueles que vivem da, e na Festa dos toiros. Isto é, os primeiros a estarem presentes, deviam ser os ganadeiros, os empresários, os artistas, as organizações e organismos ligados aos toiros, jornais, revistas, rádios, televisões e sites. Parece que mais uma vez, isso não foi conseguido. Uns porque sim, outros porque não, o certo é que o Colóquio era de entrada livre, livremente foi publicitado, e alegremente participado. Compreendo que muitos até estariam de lá ter estado, se formalmente os tivessem convidado. Uma questão de classe, dirão. Uma questão de pedantismo, direi. Os empresários, os ganadeiros, os artistas, todos ganhariam em marcar presença, em discutir, em propor ideias, em ouvir, e fazer-se ouvir. Ao contrário do que alguém, com indisfarçável azedume por lá dizia;- há quem faça critica, comentário ou crónica sobre tauromaquia, porque gosta, porque quer, porque sabe, o que sabe, sem precisar que lhe ofereçam um bilhete, uma senha de trincheira, ou necessite de fazer-se amigo de figuras. Isso tem um preço? Claro! Mas é tão bom saber-se livre. Falar e escrever sem medos, sem cálculos que vão mais além de saber respeitar sobre quem escreve,para quem escreve, da sua liberdade, com respeito pela liberdade dos outros. Contando o que viu, ouviu, como sentiu, o que o marcou.  O tema do Colóquio era:- Imprensa – andamos vem informados?

 

Repito, para os menos atentos o que já aqui disse na passada semana:- “existem muitos comentários... mas muito pouca comunicação!” E parece que não existe vontade de mudar. Que cada um tire as ilações que entender.

 

Entendimento sobre o que deve ou não valorizar uma temporada, valorizar uma praça de touros com tradição, foi a opção da entidade que administra a Praça de Touros da Póvoa de Varzim. A temporada de 2014 vai ter só 4 corridas de toiros. E a primeira,  será naturalmente  a Corrida dos Caçadores do Norte, na a noite de sexta-feira, dia 11 de Julho. O Clube de Caçadores da Estela e João Pedro Bolota já confecionaram o cartaz. Luís Rouxinol, Sónia Matias e Rui Salvador. As pegas estarão a cargo dos Grupos de Alcochete e do Ribatejo, e os toiros, já escolhidos, serão de uma prestigiada ganadaria, que contamos poder revelar já na próxima semana.

 

Até lá, do Norte, com um abraço … José Andrade

TELLES BASTOS SUBSTITUI TELLES JR EM SALVATERRA

01.04.14 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Devido à intempérie que se fez sentir no passado fim-de-semana e conforme noticiado a X Tourada do Tomate realizar-se-á no próximo domingo, 6 de Abril, pelas 17:30 na Praça de Toiros de Salvaterra.

 

Apesar de todas as tentativas das empresas Emoção e Tauroleve, bem como do próprio, o cavaleiro João Ribeiro Telles será substituído no referido espetáculo, por motivos pessoais e inalteráveis, pelo cavaleiro Manuel Telles Bastos, sendo o restante cartel composto pelos inicialmente anunciados João Salgueiro e Paulo Jorge Santos, e os forcados amadores de Évora e Vila Franca.

 

Lida-se nesta corrida 6 toiros da nóvel ganadaria Alves Inácio, que fará a sua estreia.

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