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BARREIRA DE SOMBRA 30 ANOS (1987/2017)

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA 30 ANOS (1987/2017)

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

MARCELO MENDES SUBSTITUI LESIONADO NELSON LIMAS EM VILA FRANCA

30.04.14 | barreiradesombra

Damos a conhecer o comunicado da empresa Tauroleve sobre a substituição de Nelson Limas no próximo domingo em Vila Franca:

COMUNICADO

 

Exmos (as) Senhores (as) Aficionados,

 

Em virtude de termos recebido hoje pelas 13:20 via email e posteriormente confirmado via telefone, por parte do cavaleiro Nelson Limas, um atestado médico no qual o impossibilita de estar presente na corrida de toiros a realizar no próximo domingo, dia 4 na Praça de Toiros Palha Blanco vem a empresa por esta via comunicar que o mesmo será substituído pelo Cavaleiro Profissional Marcelo Mendes.

 

Relembramos o diversificado e entusiasmante cartel anunciado com a presença de João Salgueiro, Sónia Matias, Ana Batista, Paulo Jorge Santos, Marcelo Mendes e Jacobo Botero na lide de um fabuloso Curro de toiros da Ganadaria Veiga Teixeira.

 

Atuam perante este extraordinário Curro os valorosos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira e os Amadores de Coruche.

OLIVEIRA DE FRADES TERÁ CORRIDA A 25 DE MAIO

29.04.14 | barreiradesombra

Numa organização da empresa Aplaudir, de João Pedro Bolota, terá lugar uma corrida de toiros na localidade de Oliveira de Frades (Viseu) na tarde de domingo dia 25 de Maio e que contará no seu cartel com o seguinte elenco:

 

Cavaleiros: Ana Batista, João Moura Caetano e Mara Pimenta

Forcados: a designar

Ganadaria: José Luis Vasconcelos e Sousa d'Andrade (5)

 

MOITA DO RIBATEJO - O CARTEL DE 25 DE MAIO

29.04.14 | barreiradesombra

Apesar de ser dia de eleições europeias, a corrida de Maio na Moita do Ribatejo terá lugar às 17h de dia 25, domingo, e conta com o seguinte cartel:

 

Joaquim Bastinhas

Rui Salvador

Sónia Matias

Marcos Bastinhas

Duarte Pinto

Tomás Pinto

Forcados Amadores do Ribatejo e do Aposento da Moita

Toiros de Fernandes de Castro

AZAMBUJA VIVE XV MÊS DA CULTURA TAUROMÁQUICA - 02 DE MAIO A 02 DE JUNHO

29.04.14 | barreiradesombra

O Município de Azambuja está a organizar o XV Mês da Cultura Tauromáquica, iniciativa que decorrerá entre os dias 02 de maio e 02 de junho de 2014, com a colaboração de várias entidades e associações ligadas à promoção das tradições taurinas. Além de momentos de “festa brava”, haverá tempo e espaços para reflexão e debate, para as artes e para uma homenagem, culminando todo este mês com mais uma edição da Centenária Feira de Maio, este ano de 29 de maio a 02 de junho.

 

A abertura do evento faz-se com uma das três “Noites no Museu… Musealogando”, que irão acontecer sempre às 21h00 no Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque. Dia 2 de maio o tema será “Do museu mítico ao museu virtual: mitos tauromáquicos na civilização ocidental; dia 9, “Museu e patrimónios materiais: colecionismo tauromáquico”; e dia 16, “Museu e patrimónios imateriais: saber imaterial e direção de corridas de toiros”.

 

Sábado, 3 de maio, o primeiro dia de grande animação com uma Festa de Campo e um Passeio Equestre, organizados pelo Centro Hípico Lebreiro. A concentração está marcada para as 09h00, na Várzea do Valverde, e além do passeio haverá um conjunto de atividades taurinas durante o dia. Os interessados deverão inscrever-se através do telefone 912 080 276 ou do e-mail chlazambuja3@gmail.com.

 

Neste mês, que pretende valorizar e difundir a cultura, haverá duas exposições para visitar.

 

Domingo, dia 4, pelas 16h30, abrem-se as portas da Galeria Municipal Maria Cristina Correia (no Jardim Urbano de Azambuja) para a mostra intitulada “Tertúlia Festa Brava: tanto passado,… que futuro?”. Com cerca de 7 décadas de existência, a Tertúlia Festa Brava vem até à vila de Azambuja mostrar ao público o seu espólio e a sua paixão pelo mundo dos toiros. (aberta às quartas-feiras das 17h00 às 20h00, e aos fins-de-semana das 15h30 às 19h00)

 

A mesma paixão, com especial destaque para as tradições azambujenses, vai estar em exibição na Galeria da Biblioteca Municipal de Azambuja. “Feira de maio: momentos para recordar” é uma exposição organizada pela Tertúlia “O Barrete Verde” e apresenta trabalhos dos fotógrafos Luís Miguel Carlos e José Júlio Cachado. A inauguração terá lugar no dia 10, pelas 15h00. (aberta de terça-feira a sábado das 10h30 às 18h30)

 

O fim de semana 16, 17 e 18 de maio será recheado de atividades e muita emoção.

 

Com organização da Associação Cultural A Poisada do Campino, a animação de campo promete a adrenalina habitual. Dia 16, a partir das 22h00, uma largada de toiros que serão recolhidos a cavalo, na Várzea do Valverde. No dia 17, sábado, às 10h00, o tradicional desfile de campinos com cabrestos, cavaleiros e amazonas pelas ruas da vila, e a partir das 11h00, na Várzea, as provas de condução de jogos de cabrestos e do ‘boi da guia’, a prova de campo e a fechar a tarde mais uma largada de toiros recolhidos a cavalo.

 

Às 18h00, numa iniciativa da Tertúlia Festa Brava, vai ter lugar, no Auditório do Páteo Valverde, a conferência “O Toiro Bravo: do campo… à lide”. Com a moderação do conhecido comentador Francisco Morgado, esta conferência de reflexão e debate contará com a participação dos ganadeiros João Santos Andrade, Jorge de Carvalho e Fernando Palha.

 

Dia 18, domingo, pelas 16h00 – e em pleno Dia Internacional dos Museus – o Município de Azambuja irá assinalar o primeiro centenário da morte do matador de toiros Alexandre Vieira (1880-1914), prestando homenagem à primeira figura da tauromaquia moderna de Azambuja. A cerimónia decorrerá no Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque (Páteo Valverde).

 

Como sempre, também este XV Mês da Cultura Tauromáquica em Azambuja culminará com mais uma edição da Centenária Feira de Maio. De 29 de maio a 02 de junho, um vasto programa com homenagem ao Campino, atividades equestres, noite da sardinha assada, largadas de toiros diárias, gastronomia e animação cultural, tertúlias, artesanato e atividades económicas.

 

Cinco dias cheios de festa a não perder “FEIRA DE MAIO DE AZAMBUJA, A FEIRA MAIS CASTIÇA DO RIBATEJO”.

COMUNICADO DA PRÓTOIRO, DE RESPOSTA AO BLOCO DE ESQUERDA PELA MANIFESTAÇÃO EM ESTARREJA

28.04.14 | barreiradesombra

TOURADA EM ESTARREJA FOI UM GRANDE SUCESSO

 

 

A corrida de toiros que decorreu no passado domingo, dia 27 de Abril, em Estarreja (Aveiro) foi marcada pelo sucesso e por uma grande enchente de público, com 1800 pessoas a preencherem a quase totalidade da lotação da praça de toiros instalada na Arrotinha.

 

No exercício das suas liberdades cívicas e culturais a Associação Desportiva de Santiais organizou esta corrida que uma vez mais demonstrou a grande afición taurina das gentes do norte de Portugal, que acorrem em massa a estes espetáculos culturais. Touradas que possuem tradição forte no distrito de Aveiro, cidade que teve, desde o séc. XIX 5 praças de toiros no Rossio, para não falar da história taurina de Espinho, sendo que se realizam frequentemente corridas nos concelhos de Oliveira de Azeméis, Murtosa, Oliveira do Bairro, Águeda, entre outros.

 

Com o objetivo de ganhar alguns minutos de mediatismo apressou-se o Bloco de Esquerda a organizar uma manifestação, que contou com reduzida adesão, somando cerca de 30 pessoas, encabeçada pelo deputado bloquista Pedro Filipe Soares e que ficou marcada pela advertência da GNR devido a insultos dos manifestantes, por oposição à postura de respeito e tolerância por parte dos aficionados.

 

É lamentável que numa altura em que se comemoram 40 anos de Liberdade em Portugal haja ainda quem se oponha, de forma tão ostensiva, aos ideais de Abril. E mais lamentável é quando o cabecilha destas atitudes fascizantes é um Deputado pago pelo sistema democrático. Isto porque democracia é um conceito que o Senhor Pedro Filipe Soares parece desconhecer, uma vez que propositadamente ignora que cada tourada transmitida na televisão tem cerca de o dobro de telespectadores do que votantes teve o Bloco de Esquerda nas últimas eleições legislativas (meio milhão de telespectadores por tourada contra 289 mil votos do Bloco de Esquerda).

 

O BE e, em particular, o Deputado Pedro Filipe Soares ainda não perceberam que o povo é quem mais ordena, e que é precisamente por isso que continuam a haver touradas em Portugal: porque o povo assim o quer.

 

Não é, nem será, a oposição de uma minoria de radicais que defende a destruição da cultura e dos costumes portugueses, que promove o preconceito contra as touradas e o pensamento único, que prevalecerá sobre a vontade do Povo e sobre a liberdade cultural.

 

A tourada de Estarreja foi um sucesso tal que os organizadores ponderam já a organização de um novo espetáculo no próximo ano.

 

ProToiro
Federação Portuguesa de Tauromaquia

A CORRIDA DE ESTARREJA PELA OBJECTIVA DE JOSÉ ANDRADE

28.04.14 | barreiradesombra

 Joaquim Bastinhas

 Joaquim Bastinhas

 Batista Duarte

 Batista Duarte

 José Carlos Portugal

 Soraia Costa

 Forcados Amadores da Moita

 Forcados Amadores da Moita

 Forcados Amadores da Moita

 Forcados Amadores de Coimbra

 Forcados Amadores de Coimbra

 Forcados Amadores de Coimbra

 Álvaro Pereira (Clube Taurino da Póvoa) e Pedro Pinto

 João Cortesão

 Rui Salvador com Bernardo Salvador

Fotos de José Andrade

 

Estarreja 27 de Abril de 2014 - Casa cheia, muita aficion... agradável promoção.

28.04.14 | barreiradesombra

 

Estarreja está para o tecido industrial do Norte, como o Barreiro esteve em tempos passados, com as suas industrias de petroquímica, similares e correlativas, para o Sul e arredores. E, se na química, com petro ou não, bem como outras matérias e materiais, é no trabalhar dos elementos que saem das bancas dos laboratórios que se consumam os resultados finais, em Estarreja, cidade localizada no Distrito de Aveiro, na margem direita do Rio Antuã, onde laboram um enorme numero de unidades fabris, produtoras de riqueza e geradoras de actividades promotoras de trabalho, a ousadia da realização de um espectáculo com tradição e cultura como o é a corrida de toiros, também é pôr em prática, o que o fervilhar de aficion transporta na maneira de sentir de quem o organiza. São realidades diferentes? Talvez, mas nem por isso exemplificativas de como também só assim, realizando, levando à prática, é possível tirar conclusões. E a conclusão desta não fácil contabilização, é que desde 2002, data da realização, por aquelas bandas, de um espectáculo tauromáquico, não estava actualizado o saldo, e por isso, não era considerada a grandeza da aficion de Estarreja. Daí que a corrida hoje, domingo, dia 27 de Abril de 2014, organizada pela Associação Desportiva de Santiais, que por via deste espectáculo, procura meios financeiros para suportar as actividades que desenvolve, além de um êxito empresarial que resultou da casa cheia, foi também êxito cultural. Um modo não só arrecadar meios para a Associação organizadora, mas também um modo de mostrar que existe mesmo muita aficion a Norte. Gente que para além de gostar muito de cavalos, a fazer fé no número de coudelarias e criadores que por ali vimos anunciados, os estarrejenses, são gentes interessadas e conhecedoras da lide de toiros a cavalo, que gostam, e com que se divertem.

 

Para este êxito empresarial fosse possível na praça desmontável de Estarreja, esteve a contribuição dos artistas que compunham o cartel, os toiros da Herdade de Camarate, o público que aguentou cerca de três horas e meio, e a sensatez da direcção da corrida, que soube entender onde estava, o que ali se passava.

 

Mas vamos aos detalhes técnicos.

 

Repartidos no peso e no comportamento, os toiros da Herdade de Camarate, passaram e deixaram  que seja de boa nota o seu desempenho, proporcionando assim, igual nota aos cavaleiros e aos forcados.

 

Joaquim Bastinhas, que continua a não saber deixar de ser profissional, conhecedor e simpático, abriu praça numa lide em crescendo. O toiro da Herdade de Camarate, um dos que ultrapassava os prometidos 500 kgs, foi recebido com três compridos, colocados ao estribo, com acerto e a deixar sinal de quem comandava a lide. Seguiram-se igual número de curtos, também em 'su sitiu', a que se seguiu um de palmo, rematando a lide com o famoso par a 'pedido', colocado por dentro, em terrenos muito apertados. Pegou, à segunda, aguentando uma 'barbaridade', Rui Pargana, dos Amadores da Moita.

 

Bastinhas, que lidou com a alegria, simpatia e saber que se lhe reconhecem, mas que nunca é de mais destacar e salientar, galvanizou o 'respeitável'. Respeitável que entendeu o esforço feito para tirar 'sumo' na lide do seu segundo, um Camarate com menos peso, e que se apagou ao segundo ferro. Mas, o toiro põem, e o profissional, dispõem. E Joaquim Bastinhas, não estava disposto a defraudar. Com entrega, muito labor e temeridade q.b., colocou três curtos, um de palmo, e rematou com um par, em terrenos de muito compromisso, e lindo de ver. Pegou à primeira, numa pega conforme, Fernando Grilo, dos Amadores da Moita.

 

A Batista Duarte, segundo cavaleiro em praça, teve no saldo das duas lides, nota razoável. Não sendo novo em idade, Batista Duarte, denotou preocupação em querer fazer tudo bem, mas por vezes muito apressado. Deixou ferragem de mérito técnico comprometido, que no conjunto das duas lides, acabou ser a parte menos que realça melhor a nota boa final, onde não pode deixar de ficar como registo, o 'violino' por dentro, no remate da lide do seu primeiro, os dois compridos a abrir a lide do seu segundo. Pegaram, o primeiro, João Eusébio, à primeira, com garra e bem ajudado, e à quarta, depois de muito porfiar, em curto e a sesgo, com o grupo a carregar, José Freire, ambos dos Amadores de Coimbra, num toiro que empurrava em alto e não queria ser incomodado.

 

A José Carlos Portugal, 'alma mater' da realização desta corrida, cavaleiro com grande grupo de apoiantes e amigos na área, não foi ainda desta vez que coube em sorte uma actuação em redondo, que procura e merece. Chegando com entusiasmo às bancadas, desenvolveu uma lide com muitos acertos, mas também com desacertos, evitáveis. Sempre com preocupação em querer fazer tudo certo, estar atento a tudo na lide decorre, para além do necessário, acaba por sofrer 'desacertos' na preparação e colocação da ferragem, algo que desfeia e tira brilho. Cumpriu. E cumpriu com entusiasmo, que o público soube sempre aplaudir e agradecer. Pegou o seu primeiro, à primeira, Fábio Silva, dos Amadores de Moita, e o segundo, o último da tarde, Marco Santos, dos Amadores da Moita, numa pega onde participaram também elementos dos Amadores de Coimbra.

 

Mas era também a tarde da 'primeira vez' da cavaleira amadora, Soraia Costa.

A Soraia Costa, que lidou o quarto da tarde, um 'novilho' de três anos, mostrou saber montar, querer agradar, estar com o público. Nervosa, esta foi a 'sua tarde', correndo e cravando, num afã próprio de quem quer mostrar tudo, de uma vez. Simpática e sorridente, com temperança, muito treino e mais oportunidades, pode ser a 'cavaleira do Norte', assim tenha sorte. Acarinhada pelo público, cumpriu, e soube ser agradecida, ao pedir que a ganadera repartisse consigo a volta a praça que o público reclamava. Pegou, também pela primeira vez, e á primeira, Pedro Silva, numa pega sem reparos, dos Amadores de Coimbra.

 

Uma última nota, para destacar a simplicidade de um grande senhor, Joaquim Bastinhas, que em dois gestos, demonstrou de que classe se fazem os melhores. Fez questão de chamar à praça, no seu segundo, para um efusivo brinde, a 'menina' que ali toureava pela primeira vez. Depois, ao iniciar a volta, merecida e reclamada pelo público, enquanto aguardava que o forcado saísse à praça, reparando que o barrete do mesmo estava ali ainda no meio do barro da arena, foi apanhá-lo e fez questão de ser ele a entregar-lhe. Gestos que ficaram também a marcar mais esta tarde de toiros em Estarreja, numa corrida que foi dirigida pelo Senhor Francisco Calado, representando a IGACulturais, que foi assessorado pelo Senhor dr. João Maria.

 

            PS: - Sobre os cerca de trinta 'amigos dos animais' que com diligência ali fizeram questão de dizer que estão vivos, o relevo vai para a novidade de agora também trazerem para este 'trabalho', os filhos menores.

Se foi só para melhor assinalarem o seu 'amor aos animais', está dito! Nem as criancinhas, Meu Deus escapam à 'tortura'.

 

Crónica de José Andrade

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