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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

TOUREIROS POR CIMA DOS TOIROS EM CORRIDA QUE NÃO DEIXOU GRANDES RECORDAÇÕES

06.10.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Praça de Toiros de Vila Franca – 06.10.13

Director: Ricardo Pereira – Veterinário: José Luis Cruz – Lotação: +- ¼ casa

Cartel: Vítor Mendes, António João Ferreira, Manuel Dias Gomes

Ganadarias: Assunção Coimbra (1º, 3º, 5º) e Canas Vigoroux (2º, 4º, 6º)

TOUREIROS POR CIMA DOS TOIROS EM CORRIDA QUE NÃO DEIXOU GRANDES RECORDAÇÕES

 

O anunciado confronto de ganadarias e a presença dos matadores de toiros Vítor Mendes, António João Ferreira e do novilheiro triunfador do ano passado em Vila Franca Manuel Dias Gomes, uma tarde de boa temperatura, sol e ausência de vento, não levaram mais de um milhar de aficionados às bancadas da “Palha Blanco”. E a corrida, em si, e a começar pelos toiros, não deixou grandes recordações. Estiveram os toureiros por cima das condições dos astados mas...

 

A ausência de bravura pode, em muitas casos, ser compensada com a nobreza e com um comportamento menos agressivo quando o toiro é desafiado pelo homem na arena. E muitas das vezes, de toiros mansos se constroem grandes faenas. Agora quando estão emorrilhados como se tivessem uma bola de basquete; quando o pescoço é curto etc, menores são as hipóteses de investirem com a cara por baixo e seguir os voos da muleta. Mais ainda quando são bruscos e cheios de sentido, próprio dos 4 e 5 anos, e sem hipóteses de os picar. O anunciado confronto entre as ganadarias Assunção Coimbra e Canas Vigoroux saldou-se por um resultado negativo pois os toiros não serviram ni geral e apenas o quinto se deixou mais na muleta mas de forma mentirosa pois «fazia-se de desentendido» no final de alguns muletazos e busava atingir o vulto, e o sexto que apesar de bruto transmitiu algo até meio da faena.

 

O matador Vítor Mendes abriu praça com um bom quite à verónica e esteve muito bem nos três pares de bandarilhas, de muito mérito pela excepcional reunião o primeiro. Cumpriu com a muleta em faena de razoável corte técnico-artístico, baseada na mão direita e o público ovacionou-o no final. O seu segundo era impossível. Lanceou a fixar e com duas verónicas de boa nota se ficou. Na muleta, com tarrascadas e meias investidas, Mendes suou em faena de alinho que o público soube reconhecer e aplaudir no final.

 

António João Ferreira teve bons momentos de capote, com verónicas e meia de remate e com a muleta andou em plano aceitável no seu primeiro, com alguns bons muletazos pelo lado direito. Conseguiu entusiasmar o público e foi ovacionado. O seu segundo, mentiroso na forma como investia e depois de desentendia de tudo mas pronto para “trincar”, serviu para construir algumas séries de derechazos de muito boa execução mas quando mudou de mão e o toiro não quis investir e ficava cada vez mais curto, teve mais dificuldades para levantar a faena. O público premiou o seu esforço com  volta à arena.

 

Manuel Dias Gomes esteve muito bem ao lancear de capote ambos os toiros, por verónicas rematadas de meia. No seu primeiro toiro, exprimiu-se nuns quantos muletazos pelo lado direito, nuns recortes e remates. Mas foi frente ao sexto que mais se expôs e dada a aspereza das investidas do toiro, os muletazos até meio da faena tiveram força e chegaram á bancada. Bons momentos, também com alguns bons naturais e ond e não faltaram alguns passes de trincheira de boa nota. Volta no final foi o prémio do público.

 

Após o tradicional paseíllo houve uma tentativa de cante flamenco misturado com fado que teve o condão de enfadar parte do pouco público e que não fazia qualquer sentido. Pior ainda quando uma artista tentou cantar “Estranha forma de vida” quando Vítor Mendes bandarilhava. Sem sentido algum e nas bancadas, muitaz vezes se escutou «que toque a Banda».

 

Dirigiu o espectáculo Ricardo Pereira assessorado pelo veterinário José Luis Cruz e o espectáculo, valha-nos isso, durou duas horas e cinco minutos.

COMUNICADO PROTOIRO SOBRE AS AUDIÊNCIAS RTP 2013

06.10.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Corridas de toiros no Top de audiências com 1,5 milhões de telespectadores nas corridas transmitidas pela RTP em 2013. 

Uma vez mais, as transmissões de touradas seguem no top de audiências, tendo a corrida de Gala superado o meio milhão de telespectadores, o que faz com que este ano, as 3 corridas transmitidas pela RTP, tenham acumulado 1,5 milhões de telespectadores. 

Óptimos resultados que mostram mais uma vez a popularidade das touradas junto dos portugueses e de como a transmissão de touradas pela RTP faz parte do seu dever de serviço público, ao qual os aficionados correspondem com grande audiências. 

Nas palavras de Alberto da Ponte, Presidente do Conselho de Administração da RTP: "Esta é uma Festa da qual a maioria dos portugueses gosta e nós temos de satisfazer, enquanto serviço público, aquilo que o povo nos pede."

 

PROTOIRO

DIOGO PESEIRO E SÉRGIO NUNES ACTUAM DE NOVO EM ESPANHA

06.10.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Os Bezerristas Diogo Peseiro e Sérgio Nunes, alunos da Academia de Toureio do Campo Pequeno, actuam domingo e segunda, respectivamente, na localidades espanholas de San Juan de la Nave (Ávila) e Talaveruela de la Vera (Plasencia).

 

No domingo, em San Juan de la Nave, Diogo Peseiro actuará sendo Sérgio Nunes o sobresaliente, na lide de dois novilhos de Jandilla.

 

Na segunda-feira, em Talaveruela de la Vera, actuarão os dois alunos num cartel do qual também faz parte o espanhol Antonio Linares.

 

Estoquearão novilhos da ganadaria de Cayetano Muñoz.