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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

CERCA DE MEIO MILHÃO DE TELESPECTADORES VIRAM A CORRIDA DE TOIROS TRANSMITIDA SEXTA-FEIRA PELA RTP

30.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

 

A corrida de sexta-feira na RTP obteve mais um grande resultado de audiências, tendo sido vista por 456.000 telespectadores, sendo um dos programas mais visto do dia na RTP. Uma vez mais se prova que a tauromaquia é muito querida dos portugueses, que não perdem uma transmissão televisiva.

Vamos dar os parabéns à RTP pela transmissão que realizou e dizer que queremos que sejam transmitidas mais corridas, ao abrigo do serviço público que a RTP está obrigada. É muito importante que cada um de nós envie a sua mensagem, para assim mostrarmos à RTP que defendemos a transmissão de corridas de toiros neste canal público e que não admitimos pressões anti taurinas.

Todos os aficionados devem agir e defender a nossa querida Festa enviando a sua mensagem à RTP entrando neste endereço http://bit.ly/13P7x7t.

É IMPORTANTÍSSIMO QUE TODOS O FAÇAM! UNIDOS SOMOS MAIS FORTES!

PROTOIRO

PEDIDO DE LICENCIAMENTO PARA A INSTALAÇÃO DA “PRAÇA DE TOIROS DA LIBERDADE” JÁ FOI ENTREGUE À CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO

30.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A PRÓTOIRO entregou ontem, na Câmara Municipal de Viana do Castelo, o pedido para o licenciamento da instalação de uma praça de toiros, onde se realizará a “Corrida de toiros da Liberdade”, no próximo dia 18 de Agosto às 17 horas na freguesia de Darque. A Câmara Municipal de Viana do Castelo tem agora 3 dias (até ao final de quinta-feira) para dar resposta ao pedido sendo que, se o não fizer dentro deste período, o pedido é automaticamente aceite.

 

A Inspecção-Geral das Actividades Culturais já autorizou a realização da corrida faltando agora somente a autorização da Câmara para a instalação da praça, a qual terá de autorizar desde que cumpridos todos os requisitos legais. Reiteramos que as câmaras municipais não têm quaisquer poderes legais para proibir a realização de touradas.

 

A PRÓTOIRO entregou, na Câmara de Viana, um dossier com toda a documentação, cumprindo escrupulosamente todos os requisitos legais para que a instalação da praça seja autorizada.

 

Por outro lado, recorde-se que, no ano passado, o Presidente da Câmara inventou um falso problema ambiental para recusar dar a autorização para a instalação da praça, tendo sido posteriormente chamado à legalidade pelo Tribunal – que viabilizou a referida instalação. Para que tais mentiras não se repitam, a PRÓTOIRO escolheu este ano um terreno licenciado para construção de prédios e moradias.

 

Assim, se estivéssemos perante um Presidente da Câmara sério e competente, não restariam quaisquer dúvidas de que a instalação da praça é absolutamente legal e teria de ser autorizada. Sabemos, contudo, que não estamos perante uma pessoa séria e de boa-fé, como aliás o próprio já demonstrou nas suas recentes e infelizes declarações. Estamos perante um autarca autoritário, com tendências fascizantes, que se julga donos dos Direitos e Liberdades dos cidadãos.

 

É certo que o Presidente se valerá, novamente, de mais mentiras e demagogias, como o serão a pseudo-declaração de Viana como cidade anti-touradas (sem qualquer valor legal) ou o pseudo-regulamento de protecção-animal, que nem chegou sequer a ser aprovado e que, legalmente e ainda que aprovado, também não teria qualquer poder sobre a actividade tauromáquica.

 

Em conclusão, a PRÓTOIRO e os cidadãos de Viana não admitirão quaisquer atentados aos direitos e liberdades, nem permitirão que indivíduos prepotentes voltem a instalar em Viana um clima de censura e perseguição que, felizmente, terminaram em 25 de Abril de 1974.

 

Dia 18 de Agosto, todos os aficionados e defensores da Liberdade estão convocados para virem a Viana desfrutar das Festas da Senhora da Agonia e de uma bela tarde de toiros!

PROTOIRO

CRÓNICA DA CORRIDA DE DIA 28 EM SANTARÉM

29.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

MONUMENTAL TRIUNFO DE MOURA CAETANO NA CORRIDA DAS MISERICÓRDIAS

 

A forma como se toureia, templando as investidas e usando o cavalo como de uma muleta se tratasse; a «souplesse» dos movimentos harmónicos e cadenciados das montadas; o sentimento e a arte expressa na abordagem e no remate das sortes, tudo isto e frente a um codicioso e voluntarioso toiro de Guiomar Moura, tornaram ainda mais expressivo o monumental triunfo de João Moura Caetano em Santarém. Numa corrida onde todos os toureiros se exibiram em bom plano, com toiros de diversas ganadarias e comportamentos, os forcados nem sempre estiveram ao seu melhor e sentiram na pele os erros cometidos.

 

Com efeito, tudo o que João Moura Caetano fez foi de toureio profundo, de perfume das melhores essências. Tourear de forma tão templada, pisando os terrenos que pisou e levando a montada a terrenos de tanto compromisso com aquela facilidade, não está ao alcance de qualquer um. Foram momentos mágicos em que a respiração parou e a explosão de aplausos após cada ferro fez juz aos extraordinários momentos que vivemos, proporcionados pela dupla Caetano/Temperamento, frente a um bom toiro de Guiomar Moura. Um triunfo para saborear e mais tarde recordar.

 

Os anos parecem não pesar em Joaquim Bastinhas, senhor de uma enorme afición e entrega em cada tarde, em cada praça, sempre disposto a triunfar. A sua actuação em Santarém foi de forma clara e inequívoca a demonstração da sua categoria e popularidade, cravando ferros de muito bom nível ante um sonsote toiro de Vinhas. Rematou com maestria e com o habitual par de bandarilhas sempre exigido pelo público.

 

Também sem feitio para não sair por cima em cada actuação, Luis Rouxinol entendeu-se muito bem com o de Veiga Teixeira a quem deu lide adequada, com boa brega e entrega nas sortes, bem desenhadas, atacando o toiro e rematando a sua boa actuação com um muito bom par de bandarilhas, imagem de marca do cavaleiro de Pegões.

 

Sónia Matias vem na senda dos triunfos e Santarém não foi excepção. Com um toiro de Branco Núncio que não colocou muitos problemas, também porque a actuação de Sónia não o permitiu, vimos boas preparações, bons ferros, remates com ferros de violino entre os aplausos fortes do público. Uma boa prestação, a de Sónia Matias.

 

Manuel Telles Bastos actuou com a sua habitual sobriedade de gestos mas muita toureiria na forma como aborda a lide. Um toiro de David Ribeiro Telles que não queria muita luta, que se desinteressava e buscava tábuas, não foi óbice para que o cavaleiro colocasse ferros d emuito boa nota em sortes frontais bem executadas, entrando em terrenos de compromisso e saldando a sua actuação com mais um êxito.

 

Marcos Bastinhas lidou, bem, um toiro de Veiga Teixeira que foi colaborante quanto baste. Com ele andou desenvolto na brega, bem nos remates, cravando com acerto a ferragem da ordem escutando música e aplausos. Uma actuação de bom nível a encerrar a corrida das Misericórdias em Santarém.

 

Os Forcados de Santarém e do Aposento da Moita, fosse por algumas falhas dos forcados de cara ou por inoperância de ajudas, sentiram na pele essas falhas e apenas uma das pegas foi efectuada à primeira tentativa. Assim, pelos Amadores de Santarém foram à cara dos toiros Luis Sepúlveda que se lesionou na 2ª tentativa e foi dobrado à primeira por António Imaginário; Hugo Santana só à 4ª e em curto conseguiu consumar e João Góis, à 3, numa dura cara, fechou a prestação do seu Grupo. Pelos do Aposento da Moita, Francisco Baltazar consumou bem e ao primeiro intento, enquanto que Bernardo Cardoso concretizou à segunda tentativa depois do 1º ajuda o ter tirado da cara na primeira, e José Henriques encerrou com outra pega à segunda e com o toiro a defender-se.

 

Na direcção da corrida esteve Ricardo Pereira, assessorado pelo veterinário Carlos Santos e com a Monumental de Santarém a registar cerca de 1/3 da sua lotação preenchida. De referir que a verba entregue à União das Misericórdias, apurada nesta corrida, rondou os 34 mil euros e que se destinam ao Centro Bento XVI.

MONUMENTAL TRIUNFO DE MOURA CAETANO NA CORRIDA DAS MISERICÓRDIAS

28.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A forma como se toureia, templando as investidas e usando o cavalo como de uma muleta se tratasse; a «souplesse» dos movimentos harmónicos e cadenciados das montadas; o sentimento e a arte expressa na abordagem e no remate das sortes, tudo isto e frente a um codicioso e voluntarioso toiro de Guiomar Moura, tornaram ainda mais expressivo o monumental triunfo de João Moura Caetano em Santarém. Numa corrida onde todos os toureiros se exibiram em bom plano, com toiros de diversas ganadarias e comportamentos, os forcados nem sempre estiveram ao seu melhor e sentiram na pele os erros cometidos.

FRANCISCO PALHA: A GRANDE SURPRESA DA NOITE NO MONTIJO

28.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Praça de Toiros do Montijo – 27.07.13 – Corrida à Portuguesa

Director: João Cantinho – Veterinário: Feliciano Reis – Lotação: ¾ fortes

Cavaleiros: Rui Fernandes, Diego Ventura, Francisco Palha

Forcados: Amadores do Montijo e Alcochete

Ganadaria: Herds. Conde cabral

 

FRANCISCO PALHA: A GRANDE SURPRESA DA NOITE NO MONTIJO

 

Com praça quase cheia e com o atractivo de ver Diego Ventura no cartel, a grande surpresa veio de Francisco Palha, a assinar alguns dos melhores ferros da noite. Noite que foi de grande ambiente em torno dos cavaleiros e dos forcados e com os toiros de Herds. de Conde Cabral, díspares de tipo e de presneça, a obrigarem todos a esforçadas lides e a ajudarem bem nas pegas de caras que tiveram emoção pela forma como os toiros se tentaram livrar dos forcados.

 

Rui Fernandes assinou duas boas lides com toiros de distintas características físicas mas coincidentes em mansidão e falta de raça. O toureiro da Caparica encheu-lhes a cara de cavalo, em brega esforçada, pisou terrenos de compromisso e deixou bons ferros em sortes frontais com entradas ao pitón contrário bem marcadas e dois desses ferros foram de boa nota. No seu segundo, teve de sacar do seu profissioa«nalismo e com sortes variadas, deixou a ferragem da ordem, rematada com um par de bandarilhas. Élio Lopes, dos Amadores do Montijo fechou-se com determinação à segunda no que abriu praça e Vasco Pinto, dos Amadores de Alcochete efectuou uma magnífica pega de caras á primeira no quarto da ordem.

 

Diego Ventura  esteve muuto bem a receber o seu primeiro e cravou-lhe um primeiro comprido de nível. Desenvolveu boa bregaa e cravou os curtos a provocar o toiro que se encostava para tábuas e tardava na investida. Rematou com um par de bandarilhas e dois de palmo em sortes de violino que o público aplaudiu com força. No que foi quinto da ordem, e que obrigou a brega aesforçada, cravou um segundo curto de muito boa nota em sorte frontal e na fase final da lide mais dois ferros a sesgo com o «Morante» que se fartou de mordiscar o toiro para gáudio do grande público. Ruben Duarte, de Alcochete, fechou-se bem à segunda tentativa e Ricardo Figueiredo, do Montijo, efectuou uma rija pega de caras à primeira tentativa.

 

Finalmente Francisco Palha. Uma grata surpresa pelas duas lides, quer na brega quer na cravagem da ferragem, pela forma como se colocou de frente e arrancou alguns dos melhores ferros da noite. No terceiro da noite, o de menos peso e trapío, teve uma lide de muito mérito e após dois bons curtos em sortes frontais, assinou um excelente terceiro, entrando bem de frente e ao pitón contrário, cravando de alto a baixo e como mandam as regras. No que encerrou praça e cuja série de curtos foi iniciada com outro ferro de enorme categoria, a que se seguiram mais três em bom plano e três palmitos e com o público de pé, «borrou» a pintura ao tentar por 3 vezes o par de bandarilhas deixando sempre meio par, o que arrefeceu os ânimos. O terceiro da noite foi pegado por Ricardo Almeida, do Montijo, numa boa intervenção à primeira e o que encerrou praça proporcionou uma grande pega de caras à primeira a Nuno Santana dos Amadores de Alcochete.

 

Na direcção de corrida esteve João Cantinho, assessorado pelo veterinário Feliciano Reis.

PÓVOA DE VARZIM - 26 DE JULHO 2013 - XVII CORRIDA TV/NORTE, POR JOSÉ ANDRADE

28.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

 

Falar, ou melhor, escrever sobre a XVII Corrida TV/Norte, um espetáculo que mereceu transmissão em directo, assinada com mais uma bem cuidada direcção de realização de um homem que gosta de televisão, e é um conhecedor aficionado de toiros, Manuel Rosa Pires, é uma tarefa digna de equilibrista. Equilíbrio entre a sensibilidade aprendida, o nosso gosto, e o das opiniões que depois recolhemos, dos que estiveram na praça de toiros, e dos que assistiram pela televisão. Dos que gostam e sabem dos que gostam, na festa. Dos que apenas gostam, como nos amores. Porque gostam.

 

Mas estivemos lá. Estivemos, vimos, ouvimos e... fomos depois rever no pequeno ecran, o que vimos ao vivo. E o que no pequeno ecran se viu, merece destaque e uma palavra de apreço, pelo que adiciona, neste momento, à continuidade na exigência de um maior numero de transmissões, ou não fosse a festa de touros um bem de interesse cultural, como também, pelo que este tipo de 'directos' agrega na oferta turística, e na manutenção e estreitamento nos laços dos emigrantes com o que 'é nosso'. A Póvoa de Varzim não é o centro dos 'entendidos' da festa de toiros. É apenas, e tão só, uma das cidades portuguesas, por sinal no Norte, onde se procura contribuir para a manutenção e valorização da identidade cultural nacional. Tem quem goste dos toiros, tem até gente que sabe de toiros e cavalos. Sem preconceitos. Com abertura de espírito e respeitadora de diferentes opiniões. Gostam por que gostam. Com cortesia e urbanidade, dizem do que não gostam.

Gostamos de ver uma Praça de Toiros composta de público. Gostamos de ver um mar de gente à volta da Praça de Toiros. Gostamos de ver a 'meia dúzia de inefáveis pandegos' que faziam que protestavam. Gostamos de ver um Director de Corrida, atento, discreto, sensível e eficiente, capaz de dirigir, sem impor. Parabéns Nuno Nery. Um Assistente Veterinário, Dr. Miguel Matias, conhecedor e eficaz. E gostamos de ver três quartos de casa nesta sexta-feira 26 de julho de 2013. Um dia, uma noite, onde a oferta de incontáveis, e gratuitos motivos de diversão e animação, alguns a escassos 300 metros da Praça de Toiros, em tempo onde não abundam, ou sobram Euros, é de realçar, não desprezar, e não olvidar.

 

O naipe de cavaleiros era de modo a agradar a todos. Joaquim Bastinhas e Luís Rouxinol, no lote dos já consagrados. Sónia Matias e Brito Paes, representavam a quadra de transição. Duarte Pinto e João Maria Branco, a juventude e a novidade. A ganadaria Passanha, pressupunha, exemplares capazes de proporcionar boas lides a cavalo, e rijas pegas. Infelizmente, os Passanhas, passe a boa vontade das declarações do ganadeiro, que não viu, ou não quis ver, o desempenho da seu curro, não foram de modo a respeitar o historial da casa, nem o espetáculo onde participava. Tirando o primeiro toiro, lidado por Joaquim Bastinhas, os restantes cinco, de aspecto apresentável, mais ou menos equilibrado, foram, ou escassos de raça, ou com complicações de lide, desnecessárias. Foram 'melões' a mais estragados. - Se os cavaleiros foram conseguindo ultrapassar as dificuldades da ausência de bravura e casta, aos forcados coube a 'fava' e o tragar o 'fel'.

 

Joaquim Bastinhas, tinha razão para estar feliz no final da sua actuação. Promoveu uma lide de menos a mais, entendendo o andamento dos 620 quilos do Passanha, montando cavalos ainda com pouca rodagem, numa actuação que empolga o público, e se deixa empolgar, cravando ferros, que muita gente nova, não desdenharia ter coragem e saber para fazer. Incontornável de destacar, os 3º, e 4º. Curtos, e indizível, o sempre incontornável par final. Pegou, ao segundo intento, Ricardo Castelo, cabo do G.F. de Vilafranca.

 

A Luís Rouxinol, coube um Passanha, tardo e com muito poucas boas intenções, suficientemente escasso de bravura, com arrancadas que tinham tanto de manso como de má intenção. Foi uma lide onde Rouxinol voltou a mostrar que não gosta de defraudar o público, e que não é impunemente que se ganham os favores do público. O 3º. E 4ª. Ferros, foram dois grandes momentos de saber e confiança de, e na montada. O júri, formado pelos seus pares, ao atribuir o prémio de melhor lide, por alguma razão o fez. - Pegou ao 2º. intento, numa pega com muito saber, alma e braço, o cabo do G.F. do Ribatejo, João Machacaz.

 

Sónia Matias, cada vez mais em demonstração de saber e crer, também não defraudou, nem regateou o carinho que o público lhe tributa. Se o toiro não vem à luta, aí está ela provocando e procurando a briga. Montando o Sultão, abriu a série de curtos, com um ferro a aguentar uma enormidade, num toiro que já se adiantava, onde o 5º. E o de palmo com que rematou alide, foram de registo. Pegou à 3ª. tentativa, pelo G.F. de Vilafranca, Rui Graça, que com muita dignidade, recusou dar a volta, mesmo com o público insistindo.

 

António Maria Brito Paes, outro jovem cavaleiro a demonstrar saber e crer, apresentou-se nesta corrida TV/Norte, disposto a mostrar porque tem subido no 'escalajon' nacional. Com uma quadra a mostrar que tem havido trabalho de casa, cuidou de lidar mostrando isso e muito mais, numa lide de sempre em crescendo, com ferros de nota excelente na preparação e execução. Faltou toiro, mas não faltou alma ao cavaleiro. E foi com alma, e uns grandes braços, que levaram a uma grande pega de Mário Gonçalves do G.F. do Ribatejo, que lhe valeu o prémio de melhor pega.

 

Duarte Pinto, viu o seu oponente da ordem sair com irreversíveis deficiências locomotoras, obrigando a correr o turno e lidar em substituição o 'sobrero'. Foi uma lide caracterizada por impecável desenho e execução das sortes, sempre de frente e cravando em 'su sitio'. Seguro e sem transigir, Duarte Pinto brilhou numa lide, onde as 'velhas' regras, são cuidadas e respeitadas. Pegou, pelo G.F. de Vila Franca, à 1ª. Márcio Francisco, numa pega à córnea, valente e enorme.

 

João Maria Branco, porfiou, empenhou-se, mas não ganhou. O Passanha não estava pelos ajustes, e a João Maria Branco, apesar da vontade, faltou aquilo que o tempo, se ele quiser aprender, lhe pode ajudar nestas circunstâncias. São destas actuações, quando com calma e ponderação depois se revêm, se podem tirar ilações e lições muito úteis. Deixou marcação para voltar à Póvoa. Pegou, pelo G.F. do Ribatejo, à 1ª. numa pega que também era digna de prémio, João Guerreiro. Nesta pega, o segundo ajuda, Raúl Jesus, caiu e partiu uma perna.

 

Estavam em disputa dois troféus:- 'Casa de Pessoal da RTP', para a melhor lide a cavalo. 'João Moreira de Almeida', para a melhor pega. O júri para a 'melhor lide' foi constituído pelos cavaleiros em praça, e a Vice-presidente da Casa de Pessoal, D. Clarisse Santos. Para a 'melhor pega' o júri foi constituído pela Direcção da Casa do Pessoal da RTP.                   

   

José Andrade

TOIROS, CAVALOS E FADOS A 14 DE AGOSTO EM ALCÁCER DO SAL

28.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

 

As empresas Emoção e Tauroleve promovem no próximo dia 14 de Agosto na Praça de Toiros João Branco Núncio em Alcácer do Sal um espetáculo denominado de Noite Portuguesa – Toiros, Cavalos e Fados.

 

Nesta Noite Portuguesa, numa alusão plena ao promovido no nosso país, estes três marcos terão força marcante neste espetáculo e no qual será levado a efeito uma gala equestre, uma corrida de toiros e momentos de fados.

 

A corrida de toiros marcada para as 22:30 contará com os cavaleiros Rui Fernandes – na temporada que cumpre os 15 anos da sua alternativa -, Vitor Ribeiro e Paulo Jorge Santos, estando as pegas a cargo dos Amadores de Lisboa – no preciso dia em que comemoram 69º anos da sua primeira atuação em Cascais sob o comando de Mestre Nuno Salvação Barreto – e do Aposento da Moita. Lidam-se 6 toiros da prestigiada ganadaria de Vale Sorraia.

 

A anteceder a corrida, realizar-se-á uma Gala Equestre “Fantasia Equestre” com o Centro Equestre das Cachoeiras.

 

Contudo os eventos nesse dia não ficam pelos espetáculos da noite. A partir das 16:30 na Praça de Toiros as empresas dão a possibilidade a todas as pessoas que já detenham bilhete de experimentar a andar a cavalo.

 

Dia 14 de Agosto venha a Alcácer do Sal e desfrute de uma Noite Portuguesa.

PROTOIRO: COMUNICADO SOBRE O CARTEL DA CORRIDA DE TOIROS EM VIANA DO CASTELO

27.07.13 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A PROTOIRO, a Federação Portuguesa das Associações Taurinas, tem prazer de anunciar que a "Corrida de Toiros da Liberdade" terá lugar em Viana do Castelo no dia 18 de Agosto de 2013, às 17h, e contará com a presença de um cartel de renome, composto pelos cavaleiros Rui Salvador, João Salgueiro, Sónia Matias, Ana Batista, Marcos Bastinhas e do matador de toiros António João Ferreira, estando as pegas a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Coimbra, liderados pelo cabo Luís Santos.

 

A Protoiro divulgará em breve mais pormenores acerca desta jornada de luta pela LIBERDADE, que se pretende histórica, numa clara manifestação popular de oposição à prepotência, às ilegalidades e ditadura cultural que se procuram impor a Viana do Castelo.