Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BARREIRA DE SOMBRA 30 ANOS (1987/2017)

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA 30 ANOS (1987/2017)

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

MAIS GANADARIAS PARA O CAMPO PEQUENO 2013

28.02.13 | barreiradesombra

Após ter divulgado as presenças das ganadarias António Silva e Luís Rocha (Galardões Campo Pequeno 2012 à melhor corrida e ao melhor toiro, respectivamente) e da ganadaria Mário e Herdeiros de Manuel Vinhas (Corrida de Inauguração), a empresa do Campo Pequeno anuncia a presença das seguintes ganadarias que também farão parte do abono de 2013:

 

Manuel Coimbra, Varela Crujo (que regressa a Lisboa), Passanha, António Charrua (pela primeira vez no Campo Pequeno desde a reinauguração), Brito Paes (um regresso após cinco temporadas de ausência) e Falé Filipe.

 

A empresa continua as negociações com várias ganadarias portuguesas, no sentido de assegurar os curros de toiros que necessita para as várias praças que gere ao longo do país.

ANA BATISTA, 25 ANOS DE TOUREIO - ENTRE PALAVRAS E IMAGENS

28.02.13 | barreiradesombra

Para a cavaleira Ana Batista, a temporada de 2013 vai ter um sabor especial… A 18 de Junho de 1988, com apenas 10 anos de idade, atuou pela primeira vez em público, precisamente, na sua terra natal, Salvaterra de Magos. Daí para a frente, o gosto pelo toureio passou a preencher os seus dias; passo a passo foi cimentando a sua carreira e… esta temporada cumpre 25 ANOS DE TOUREIO!

 

Para além de outras iniciativas que estão pensadas, mensalmente vai ser apresentada à imprensa, uma reportagem especial alusiva à efeméride. Em anexo segue a edição de Março, com um trabalho dedicado à quadra da cavaleira para a temporada 2013.

 

NUNO CASQUINHA ANUNCIADO NA FEIRA DE CORA CORA

28.02.13 | barreiradesombra

 

O jovem matador de toiros Nuno Casquinha està contratado para tourear na importante feira de Cora Cora, onde actuarà nos dias 6, 7 e 8 de Agosto, num cartel internacional, onde serà o representante português.

O cartel è o seguinte:

 

Cora Cora ( Ayacucho ) - dias 6, 7 e 8 de Agosto

Matadores:

Juan Carlos Cubas ( Peru )

Paco Cespedes ( Peru )

Nuno Casquinha ( Portugal )

El Canelo ( Mexico )

 

Nuno Casquinha tem mais actuaçoes apalavradas, que serao divulgadas no momento em que se confirmem.

Imprensa Nuno Casquinha

FALAR DE TOIROS – COM CATARINA BEXIGA

27.02.13 | barreiradesombra

Dezoito anos depois de ter começado na Rádio, inicialmente como colaboradora de vários programas taurinos, e mais tarde como autora de um espaço unicamente da sua responsabilidade, Catarina Bexiga avança em 2013 com um conceito inovador entre nós.

 

Trata-se de “FALAR DE TOIROS”, um espaço semanal On-Line, disponível às Quartas-feiras, a partir das 22 horas, em www.falardetoiros.blogspot.com  .

 

Para além de uma visão sobre a actualidade, o projecto visa essencialmente “dar voz” aos protagonistas de cada semana, assim como dar a conhecer histórias de vida.

 

O primeiro programa irá para o ar no próximo dia 6 de Março, e posteriormente poderá ser ouvido a qualquer dia e a qualquer hora… de Portugal para todo o mundo!

RUI FERNANDES ASSINA EXCLUSIVA COM A EMPRESA CAMPO E PRAÇA, LDA

27.02.13 | barreiradesombra

O cavaleiro Rui Fernandes assinou esta tarde um contrato com a empresa Campo e Praça, para a temporada 2013.
Rui Fernandes toureará assim 15 corridas, em Portugal Continental, sendo neste momento a empresa Campo e Praça detentora desses 15 contratos, podendo negociá-los com qualquer outra empresa.

 

(Foto D.R.) - Na foto: António Manuel Barata Gomes, Rui Fernandes, Albino Caçoete, Dr. Camacho e Inácio Ramos Jr..

ALUNOS DA ACADEMIA DO CAMPO PEQUENO EM TENTA EXIGENTE

26.02.13 | barreiradesombra

No passado domingo, na “Herdade de Pinique“ propriedade do Sr. Jorge Mendes, os Alunos da Academia de Toureio do Campo Pequeno, sob a orientação dos Maestros José Luís Gonçalves e Américo Manadas, tentaram 6 rezes de boa nota, mas muito exigentes que fizeram mostrar a aprendizagem dos jovens toureiros.

DESPEDIDA DE JOSÉ MARIA CORTES

26.02.13 | barreiradesombra

 

“O Grupo de Forcados Amadores de Montemor vem, deste modo, informar a comunicação social e todos os aficionados que o seu cabo, José Maria Cortes, decidiu que esta será a sua última época no comando do grupo, estando a passagem de testemunho agendada para a tradicional corrida da Feira da Luz, em Montemor-o-Novo, em Setembro deste ano.

 

No seguimento desta decisão, foi votado no passado dia 23 de Fevereiro, em Montemor, pelos elementos atuais, quem será o próximo cabo do GFA de Montemor, tendo a escolha recaído sobre o forcado António Vacas de Carvalho.

 

O José Maria Cortes fardou-se pela primeira vez nas Caldas da Rainha, no dia 23 de Agosto de 2001, e assumiu a chefia do Grupo no dia 02 de Setembro de 2007, na tradicional corrida da Feira da Luz, tendo-se destacado como um dos mais importantes forcados de cara da sua geração.

O António Vacas de Carvalho fardou-se pela primeira vez no dia 28 de Julho de 2007, nas Alcáçovas. É também na posição de forcado de cara que se tem destacado, tendo na época passada realizado importantes pegas que lhe valeram o prémio de forcado do ano do GFA de Montemor.

 

António Vacas de Carvalho será, assim, o 10º cabo do GFA de Montemor, seguindo-se a Simão Malta, Manuel de Sousa Nunes, Américo Chinita de Mira, Joaquim José Capoulas, António José Zuzarte, João Cortes, Paulo Vacas de Carvalho, Rodrigo Corrêa de Sá e José Maria Cortes.

 

O Grupo de Forcados Amadores de Montemor celebra este ano a sua 74ª época, tendo a primeira apresentação acontecido no dia 4 de Setembro de 1939, na praça de toiros da vila de Montemor-o-Novo, numa garraiada a favor do asilo Montemorense. Desde essa dia já 369 elementos vestiram a jaqueta do GFA de Montemor.”

HOJE NO «BARREIRA DE SOMBRA» - 106.4FM - 21H/22H

25.02.13 | barreiradesombra

A emissão desta noite do «Barreira de Sombra», o programa de Tauromaquia da Oásis FM, em 106.4fm e www.radiooasis.pt entre as 21 e as 22h, terá como principais destaques:

 

- o festival de dia 2 no Montijo em favor de Fernando Marques "Chalana"

 

- a palestra «O papel das Escolas de Toureio na formação artística e humana dos seus alunos» que teve lugar no passado dia 16 no Salão Nobre do Campo Pequeno, moderada por José Cáceres e com as presenças dos matadores de toiros Luis Procuna, Gomez Escorial, Manolo Arruza, Tomas Campuzano, Jose Luis Bote e José Luis Gonçalves

 

- os próximos cartéis

VÍTOR RIBEIRO REAPARECE NA MOITA DO RIBATEJO

25.02.13 | barreiradesombra

 

O cavaleiro Vítor Ribeiro reaparece na temporada 2013, depois de um ano afastado das arenas.
A sua reaparição ocorrerá na Feira de Maio, da Moita, no dia 25 de Maio, sábado, num cartel composto por máximas figuras.

 

Foto: João Dinis

“O CAVALO DA TOIRADA” – IN «CORRIDA – BREVE HISTÓRIA DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL, de Mascarenhas Barreto

24.02.13 | barreiradesombra

 

Dando seguimento ao nosso propósito de divulgar textos de relevante interesse para o aficionado, passamos a dar a conhecer o que Mascarenhas Barreto escreveu no seu livro acima referido a páginas 115 e seguintes sobre o ensino do cavalo de toureio, ele que serviu o Exército português em Lanceiros 2 na Ajuda, quando ainda esta Divisão das Forças Armadas andava a cavalo.

 

“… Para a toirada – além dos andamentos naturais – é essencial estar a montada bem treinada na «saída a galope» imediata, estando o cavalo parado, e na «parada» (travagem) rápida, indo o cavalo a galope, assim como o andamento de «galope oblíquo» e também a «pirueta». Por vezes, os cavaleiros exibem na arena a «galope lateral», e, no desafio do toiro – a citação – realizam, repetidamente, o 1º tempo da figura do «passo estendido» (jambette), em que o cavalo ergue uma das mãos estendida, várias vezes, como que a chamar o toiro. Para o mesmo efeito, também executam o «trote parado» (piaffer), em que a montada, numa mobilidade contínua, sem mudar de lugar, executa – por vontade do cavaleiro – o que costuma fazer, quando impaciente.

 

Para as Cortesias tem o cavaleiro de apresentar o cavalo bem industriado no «trote lateral» e no «recuar acelerado».

 

Os movimentos do cavalo podem ser progressivos (para a frente), retrógrados (para trás) e laterais (para o lado).

 

Tem o cavalo andares naturais, que são o passo, o trote e o galope e andares defeituosos: passo travado, entre-passo (ou traquinado) e furta-passo (ou andadura) resultantes de deficiências físicas do animal, por fraco ou arruinado. Mas, até esta forma de andar pode ser executada com um cavalo normal, por vontade do cavaleiro que, na plenitude da sua capacidade de ensino, pode, sobre a sela, elevar a montada a efectuar toda e qualquer acção de que é capaz em liberdade.

 

Há ainda andares artificiais, como o passo estendido (jambette) e o passo arregaçado (ou de manejo).

Quanto à velocidade de execução dos andares, pode o passo ser ordinário (ou natural), e acelerado; o trote pode ser pequeno (ou curto), grande (ou largo) e rasgado (ou muito largo); a galope ordinário (ou natural) é a 3 tempos; o galope terra-a-terra (lento) e a carreira (veloz) são a 2 tempos; o galope relevado (ou de manejo) é a 4 tempos, com batidas dos quatro membros, isoladamente. E o galope natural pode ainda ser unido (mais curto), ou avançado (mais largo).


Como os membros do cavalo são construídos mais especialmente para os movimentos progressivos, o trabalho de ladear torna-se-lhe mais árduo. Podem executar-se movimentos laterais a passo, a trote e a galope, e, mais simplesmente, movimentos oblíquos.

 

O trote pode ainda ser supenso (passage), em que o cavalo se ergue mais no ar, com menor progressão no terreno, e serpentário, em que ele se desloca como que sobre duas pistas paralelas, ora na da esquerda ora na da direita. Como atrás se disse, no trote parado (piaffer), o cavalo levanta os membros diagonais, como no trote ordinário, mas sem avançar no terreno; ora, este movimento pode ser executado em ritmo lento (ou regular) e precipitado, havendo sempre um tempo de paragem, imediato, sobre 3 membros, estando o 4º no ar.

 

Os movimentos retrógrados podem ser executados a passo, a trote e a galope, sendo estes dois últimos de muito difícil execução. Também o movimento de recuar com parada, a cada passo, ficando o membro anterior do cavalo estendido para diante e imóvel, em toda a distância que houver percorrido, exige particular habilidade.


Pode ainda o cavalo rodar a garupa, sobre o eixo das mãos, apenas deslocando os posteriores (trabalho de ancas), e executar o movimento inverso, deslocando os anteriores e fixando os posteriores (trabalho de espáduas).

 

A Parada, atrás referida, indo o cavalo a galope, consiste numa travagem, que é executada com a ajuda das esporas.

 

Existem também movimentos localizados, que são atitudes instantâneas: o empino e o coice (de um só ou de ambos os posteriores, neste caso «parelha de coices»). Também eles podem ser provocados pelo cavaleiro montado.

 

Os movimentos artificiais, que se consideram figuras de Alta-Escola, são a Meia-Pirueta e a Pirueta, consistindo esta numa volta do cavalo sobre si mesmo, invertendo a sua posição no terreno; fá-lo sobre as pernas, com impulso de uma das mãos, no chão, e estando a outra no ar durante o movimento; a Pousada, em que o animal se apoia bem nos posteriores, flectindo os curvilhões, levantando as espáduas e recolhendo as mãos no ar; a Curveta, que é a execução repetida da Pousada, podendo ainda a montada avançar ligeiramente no terreno; a Garupada, ou salto sobre o mesmo terreno, erguendo-se o cavalo no ar, com os membros recolhidos sob a barriga; a Balotada, que consiste no mesmo movimento, mas progredindo para diante no terreno; a Capriola (ou Cabriola), que é um movimento semelhante ao da Garupada, porém, com extensão dos posteriores para trás; e finalmente, as Passadas Furiosas, nas quais a montada, em pleno galope, a toda a brida, quase que pára, para logo se lançar em idêntica carreira. (...)

 

Com excepção das Passadas Furiosas, todos os movimentos artificiais, chamados figuras de Alta-Escola, ou de Arte-Marialva, poderão também ser executadas para a esquerda e para a direita.

 

É do conhecimento geral que, no movimento de galope para a direita, o cavalo progride com a mão direita mais avançada do que a esquerda e vice-versa, e que, se não o fizer, galopa invertido; e que se chama «mundança de mão», quando, por acção da espora e da rédea, a montada avança um ou outro membro anterior. Ora, o que está menos vulgarizado é a possibilidade de operarem «mudanças de mão», com o cavalo parado, e até «mudanças de perna».

 

Quando a montada vai a passo ou a trote e inverte a marcha, rodando no mesm terreno, executa a chamada Revezada (renversée).

Pode o cavaleiro fazer deitar o seu cavalo, no chão, tanto a passo como a galope, e conseguir que ele bata às portas, se ajoelhe e execute outras fantasias. (...)”

Pág. 1/5