Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

A predisposição dos jovens toureiros, alunos das seis Escolas de Toureio presentes neste V Encontro Internacional de Escolas de Toureio que teve lugar em Arruda dos Vinhos e no Campo Pequeno, deixaram abertas as portas da esperança na continuidade do espectáculo, na vertente toureio a pé e com alguns dos portugueses a destacarem-se também e a mostrarem tenacidade e decisão frente às complicações que algumas reses patentearam.  Gostámos do que vimos e a pergunta que fica é de que quando é que se repetem estas aulas práticas para todos podermos desfrutar e aprender um pouco mais.

 

Teve lugar na tarde de domingo, 5 de Fevereiro, na arena do Campo Pequeno a final do V Encontro Internacional de Escolas de Toureio da qual se sagrou triunfador o mexicano Leo Valdés (Aguascalientes), enquanto que os restantes prémios foram destinados a Pedro Cunha, da Escola de Toureio José Falcão – Melhor lide de capote – e Victor Talon da Escola de Madrid – Melhor Faena. Lidaram-se erales e novilhos de São Torcato, alguns complicados e com génio, e a anteceder o espectáculo foi realizada uma homenagem a Felipe Diaz Murillo, fundador da Escola de Toureio de Madrid, enquanto que no Salão Nobre do Campo Pequeno, pelas 15h30 teve lugar uma palestra do coronel José Henriques sobre Carlos Arruza e Manuel dos Santos.

 

A Escola de Toureio de Madrid fez-se representar nesta final por Victor Talon e Luis Pasero, com o primeiro a estar muito bem de capote por verónicas e num quite por chicuelinas, quite que Pasero repetiria mas sem grande impacto. Com a muleta exibiu-se em bom plano Victor Talon, nomeadamente no toureio pelo lado direito, com alguns muletazos de muito boa nota e uns quantos naturais aplaudidos. Luis Pasero, mais verde ou menos inspirado, sacou alguns muletazos soltos e sem conseguir impor-se ao novilho.

 

Por Salamanca Alberto Escudero mostrou boas maneiras com o capote e sacou passes com interesse por ambos os pitons, ligando bem alguns deles, mas com um final algo comprometido.

 

A Escola de Toureio José Falcão, de Vila Franca, mostrou-nos um Pedro Cunha em plano de novilheiro, decidido e entregue em busca do triunfo. À porta-gaiola foi receber o seu novilho com uma larga cambiada de joelhos e depois outra junto a tábuas, com algums verónicas neste quite. Ante um novilho brusco, manso, de arreões, o pior dos lidados, Cunha entregou-se, conseguindo uns quantos passes de muito mérito e exposição, com uma decisão e mentalização que deixam antever boas prestações- O seu colega Pedro Noronha não esteve acertado com o capote, onde João Silva “Juanito” foi fortemente aplaudido num quite. Pedro Noronha mostrou depois bons modos com a muleta, aqui e ali com bons pormenores e podendo com o novilho.

 

Leo Valdés e Diego Emilio representaram a Escola de Aguascalientes. E o primeiro é todo um caso. Com postura, serenidade, placeado, com decisão e determinação, esteve muito bem a lancear á verónica rematadas com expressiva rebolera e Diego Emilio num quite por chicuelinas. Com a muleta esteve Leo Valdés muito expressivo, bem colocado, trazendo o novilho bem embebido na muleta e a tourear com classe e profundidade. Foram dele alguns dos melhores momentos da tarde. Diego Emilio desenvolveu labor positivo com a muleta.

 

Pela Escola de Toureio da Moita actuaram Diogo Damas e João Rodrigues, ambos com poucas hipóteses no toureio de capote ante a brusquidão do novilho que melhorou um pouco após as bandarilhas. Enquanto Diogo Damas cumpriu razoavelmente com a muleta enquanto João Rodrigues conseguiu alguns bons naturais e foi a mais ao longo da lide.

 

Em sexto lugar actuaram os alunos da Academia do Campo Pequeno António Fernandes e Diogo Peseiro, o primeiro a revelar menos desenvoltura quer com o capote quer com a muleta e o segundo a conseguir destacar-se do seu colega na faena de muleta. Contudo estes são os jovens menos placeados e viram-se com agrado.

 

Foi mais uma jornada interessante e de verdadeira promoção da Festa Brava e em especial do toureio a pé.

 

Teve lugar na tarde de hoje na arena do Campo Pequeno a final do V Encontro Internacional de Escolas de Toureio da qual se sagrou truinfador o mexicano Leo Valdés (Aguascalientes), enquanto que os restantes prémios foram destinados a Pedro Cunha, da Escola de Toureio José Falcão – Melhor lide de capote – e Victor Talon da Escola de Madrid – Melhor Faena. Lidaram-se erales e novilhos de São Torcato, alguns complicados e com génio, e a anteceder o espectáculo foi realizada uma homenagem a Felipe Diaz Murillo, fundador da Escola de Toureio de Madrid. No Salão Nobre do Campo Pequeno, pelas 15h30 teve lugar uma palestra do coronel José Henriques sobre Carlos Arruza e Manuel dos Santos. Razoável assistência de público.

 

Crónica e fotos ainda esta noite disponíveis aqui no nosso blog.

A Centenária Praça de Toiros Palha Blanco abrirá a temporada 2012 no próximo dia 1 de Abril com um Festival Taurino que está inserido na comemoração de fundação de duas instituições de elevado valor para a localidade vilafranquense.

 

 

Em ano de comemoração do 80º aniversário da fundação dos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira, e do 55º aniversário da União desportiva Vilafranquense, a Palha Blanco receberá um magno festival taurino, no qual o cartel será futuramente anunciado.

 

 

Dia 1 de Abril pelas 16:30 horas, a Palha Blanco espera por todos os aficionados e público em geral, num espetáculo que terá preços populares.

 

Cerca de 30 alunos das Escolas de Toureio de Aguascalientes (México), Salamanca, Madrid, José Falcão de Vila Franca, Academia de Toureio do Campo Pequeno e da Moita do Ribaejo proporcionaram momentos extraordinários de toureio na manhã e tarde de sábado 4 de fevereiro na arena da Monumental lisboeta, com reses de Pinto Barreiros e Falé Filipe.

 

De manhã lidaram-se seis novilhas de Pinto Barreiros, com diversos graus de bravura e de toureabilidade, com as melhores a sairem nos últimos lugares, enquanto à tarde se deu o inverso com as novilhas de Falé Filipe, melhores as duas primeiros e às restantes a aplicar-se a mesma classificação das de Pinto Barreiros.

 

Com a presença dos maestros e professores das diversas escolas, e uma presença aceitável de público, todos tiveras as duas oportunidades e escutaram palavras e palmas de incentivo.

 

Foram os seguintes os alunos intervenientes nas Aulas Práticas de hoje:

 

Pela Escola de Aguascalientes (México): Diego Emílio, Jose Maria Hermosillo, León Valdés e Miguel Gutierrez;

 

Pela Escola de Madrid: Victor Tallon, Luis Pasero e Fernando Plaza;

 

Pela Escola de Toureio José Falcão (Vila Franca de Xira): Pedro Cunha, Pedro Noronha, João Silva e João Gomes;

 

Pela Escola de Salamanca Alejandro Marcos, Alberto Escudero, Ivan Gonzalez e Francisco Colmenero;

 

Pela Academia de Toureio do Campo Pequeno: Diogo Peseiro, António Fernandes, Ruben Lopes, Sérgio Nunes e Diogo Marcelino;

 

Pela Escola da Moita do Ribatejo; Paula Santos, João Rodrigues, Diogo Dâmaso, Fábio Matos e Fábio Cristóvão.

 

A final terá lugar hoje , domingo, às 17h00, sendo lidados novilhos de São Torcato pelos alunos mais destacados das Aulas Práticas.

A entrada é livre.

 

A anteceder a final, realiza-se no Salão Nobre da Praça de Toiros do Campo Pequeno uma conferência intitulada”Manuel dos Santos e Carlos Arruza – Evocação da Fraternidade entre Portugal e o México”, com a participação do Maestro Manolo Arruza, do Dr. Manuel Jorge Diez dos Santos, filhos destas figuras mundiais do toureio e do Coronel José Henriques.

 

O “V Encontro Internacional de Escolas Taurinas” é uma organização conjunta da Sociedade Campo Pequeno e da Tertúlia “O Piriquita” de Arruda dos Vinhos, com o apoio da Fundação João Alberto Faria e da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos.

 

Estarão em disputa três troféus: O Triunfador será premiado com um capote de brega oferecido pelo Real Clube Tauromáquico Português, tal como nas últimas edições deste encontro. A Sociedade Campo Pequeno premiará a Melhor Faena, e a Tertúlia “O Piriquita” atribuirá o prémio para a Melhor Actuação de Capote.

 

 

Depois de longa ausência da primeira praça do país, as ganadarias Palha, Oliveiras Irmãos e António Silva, três das mais prestigiadas de Portugal, constituirão algumas das grandes atracções do Abono de 2012, no Campo Pequeno.

 

A ganadaria Palha, uma lenda ganadeira em Portugal e no mundo taurino, com antiguidade referenciada à praça de toiros de Madrid, no ano de 1883, lidou pela última vez em Lisboa há 15 anos. É a ganadaria portuguesa mais galardoada além-fronteiras triunfadora nas mais importantes feiras taurinas de Espanha e França, países onde tem maioritariamente lidado os seus curros de toiros.

 

As raízes da ganadaria de Oliveiras Irmãos remontam a 1895 tendo, na sua actual designação, fixado a antiguidade em 30 de Abril de 1944, data em que se estreou, na praça de toiros do Campo Pequeno, na qual lidou pela última vez há 18 anos. Possuidora de um largo historial, é detentora de inúmeros e prestigiantes prémios obtidos em Portugal, Espanha e França sendo ainda a base de um número importante de ganadarias portuguesas.

 

Formada na década de1930, aganadaria de António Silva fixou a sua antiguidade em 25 de Junho de 1944, no Campo Pequeno, tendo sido, nos anos sessenta uma das preferidas pelas mais importantes figuras do toureio de Portugal e do mundo. Não lidava no Campo Pequeno desde a década de setenta. A sua reaparição em Lisboa ficará marcada pela imponente apresentação do curro de toiros apartado para esta ocasião.

 

Brevemente será anunciada a totalidade das ganadarias do abono do Campo Pequeno, mas a empresa avança desde já que a temporada de 2012, em que a praça comemora  120 anos, será maioritariamente tourista.

 

 

Trinta alunos das Escolas Taurinas espanholas de Salamanca e Fundación “Joselito”, da mexicana de Aguascalientes e das portuguesas “José Falcão” (Vila Franca de Xira), Moita do Ribatejo e Academia de Toureio do Campo Pequeno, iniciam esta quinta-feira o “V Encontro Internacional de Escolas Taurinas”, estando três prémios em disputa.

 

O Triunfador será premiado com um capote de brega oferecido pelo Real Clube Tauromáquico Português, tal como nas últimas edições deste encontro. A Sociedade Campo Pequeno premiará a Melhor Faena, e a Tertúlia “O Piriquita” atribuirá o prémio para a Melhor Actuação de Capote.

 

Na quinta e sexta-feira os alunos terão a oportunidade de se testarem com vacas de Jorge Carvalho, Vinhas e Murteira Grave, culminando o programa de sexta-feira com uma sessão de homenagem ao matador de toiros espanhol José Miguel Arroyo “Joselito”, às 22h00, no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos,

 

No sábado, às 11h00, na praça de Toiros do Campo Pequeno, haverá aulas práticas, com a lide de seis bezerras da ganadaria Pinto Barreiros e, às 16h00, com seis bezerras de Falé Filipe.

 

No domingo, realiza-se a final do encontro, com a participação dos alunos que mais se destacaram nas aulas práticas anteriores, desta vez perante novilhos da ganadaria de S. Torcato.

 

A entrada nas aulas práticas no Campo Pequeno é livre.

 

O “V Encontro Internacional de Escolas Taurinas” é uma organização da Sociedade Campo Pequeno, em colaboração com a Tertúlia “O Piriquita” de Arruda dos Vinhos, a Fundação João Alberto Faria e a Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos.

 

Antes da aula pratica final no Campo Pequeno, às 15h30, no salão nobre da praça realiza-se uma conferência intitulada “Manuel dos Santos e Carlos Arruza – Evocação da fraternidade entre Portugal e o México”, em que participarão o matador de toiros Manolo Arruza e Manuel Jorge dos Santos, filhos destas duas figuras de época, que serão evocadas pelo coronel José Henriques.

 

A corrida de toiros, enquanto espectáculo público em recinto devidamente licenciado para o efeito, encontra-se regulamentada por normativa legal nomeadamente a que foi aprovada e colocada em vigor através do decreto regulamentar nº 62/91, de 29 de Novembro. Uma das questões regulamentada é a dos chamados tempos de lide. E é sobre ela que nos vamos debruçar porquanto entendemos que o abuso frequente dos tempos de lide e a incapacidade de promover alterações de comportamento, impede uma dinâmica adequada do espectáculo e prolonga-o em demasia enfastiando qualquer um.

 

Vejamos então o que estatui o decreto regulamentar nº 62/91, que passaremos a chamar de RET (regulamento do espectáculo tauromáquico) quanto aos tempos de lide:

 

“Artigo 44º - Da lide e das pegas

1 - A lide a cavalo de cada rês não deve exceder dez minutos, findo os quais será dado o primeiro aviso; dois minutos depois deste será dado o segundo aviso e um minuto depois o terceiro, ao que de imediato se seguirá a pega.

2 - As pegas de caras ou de cernelha não podem exceder cinco minutos e três tentativas, sendo dados avisos pelo director de corrida ao fim dos dois ou dos quatro minutos.

(...)

5 - Na lide a pé, a faena de muleta não deve exceder oito minutos, findo os quais será dado o primeiro aviso; dois minutos depois deste será dado o segundo aviso e um minuto depois o terceiro, indicando que vão entrar os cabrestos, a fim de recolher a rês.”

 

Como se pode verificar, existem tempos limite para as lides, as pegas e as faenas de muleta e cabe ao Delegado Técnico Tauromáquico (a seguir designado DTT), através do cornetim de serviço, mandar avisar os intervenientes de que o tempo se esgota. E nem sempre isto acontece, provocando uma ausência de dinâmica e de boa sequência do espectáculo, a nossa peculiar corrida à portuguesa. Mas também o RET é omisso, por exemplo, no que concerne a recolha das  reses e na forma como se processará, limitando-se a referir que deve existir um jogo de cabrestos e campinos com vista à recolha das reses depois de lidadas.

 

Outra das situações que não está regulamentada é a das cortesias. Demoram em média 8 minutos, com os vários cavaleiros a cruzarem a arena por 4 vezes, como se fossem pontos cardeais, quando, em nome da boa dinâmica do espectáculo, poderiam fazê-lo com uma única volta à circunferência, em conjunto, saudando os espectadores e a direcção do espectáculo, retirando-se em seguida. Uns quantos minutos menos...

 

Depois a cerimónia de entrega do primeiro ferro seguida de cumprimentos entre todos os cavaleiros actuantes e  bandarilheiros da quadrilha do primeiro. Se fará todo o sentido no primeiro ferro e primeiro toiro, deixará de o fazer nos restantes pois já todos se saudaram protocolarmente na primeira lide. E poupar-se-íam mais uns bons minutos.

 

As lides prolongam-se muitas vezes para além do tempo regulamentado sem que o DTT mande o cornetim executar os preceituados avisos e muitas das vezes sem capacidade para se impor a um artista que até esse momento nada fez de relevante mas insiste em mais um ferro muito depois dos tempoos. Cronometrámos lides de 17 e 18 minutos! E existem ainda as voltas após cada ferro e às vezes até após um falhanço. Se cumprissem o estipulado no RET teríamos lides com menos 3 a 5 minutos em alguns casos... O que numa corrida com 6 cavaleiros a repetirem a dose daria entre 18 e 30 minutos a menos...

 

Quanto às pegas, elas são muitas vezes os momentos altos da corrida. O que não quer dizer que também não hajam incumprimentos em muitas situações. O toiro, mesmo que por inoperância e incapacidade dos forcados, tem é de ser “agarrado”. Porque nesses casos, não é pegado como mandam as regras e os bons forcados defendem com excelentes intervenções. E estes têm de ser defendidos. Mas a verdade é que sempre que se ultrapassam as 3 tentativas de cara e/ou cernelhas frustradas, se está a contribuir para a ausência de sequência e de boa dinâmica do espectáculo. Por vezes são mais de 10 minutos por pega...

 

Na recolha dos toiros apenas se exige a presença de dois campinos e de um jogo de cabrestos. A tradição do ganadeiro enviar os seus cabrestos e os seus campinos já quase não existe. Serão raras as excepções. E em muitas situações, em que há pouca colaboração dos cabrestos ou falta de entrosamento dos campinos, os toiros demoram eternidades a ser recolhidos. Os bandarilheiros dariam aqui uma excelente ajuda, ao intervirem de imediato mal se percebesse que, de outra forma, teríamos «tourada» para mais dez minutos. E os campinos merecem todo o nosso respeito mas têm de compreender, também eles, que este é um espectáculo onde a celeridade é essencial sempre e quando não se toureia.

 

Feitas as contas, teriamos menos 30 a 45 minutos menos de duração nos longos 180 da maioria das corridas. Com tamanha duração não há dinâmica nem sequência que aguentem. Porque se os intervenientes no espectáculo se compenetrarem que os tempos são para cumprir e que não é por isso que escutam menos aplausos, teremos um espectáculo ritmado, com sequência, onde o dinamismo e a interacção será maior entre artistas e público. Será pedir muito que façam o esforço de cumprir estes designios?

 

Tal como tem vindo a acontecer nas últimas duas temporadas taurinas, a Rádio Campanário irá promover na Praça de Touros Vila Viçosa o seu Festival Taurino.

Este será um espetáculo com a dignidade que a Tauromaquia merece, sempre a pensar no público e em todos os aficionados da festa brava.

Neste ano, será um espetáculo misto e onde se irá homenagear, na sua terra, o cavaleiro José Luís Cochicho pelos seus 25 anos de alternativa.

Deste modo, a Rádio Campanário tem o prazer de anunciar que no próximo dia 31 de Março, pelas 15 horas, estarão em praça os cavaleiros Paulo Caetano, José Luís Cochicho e Luís Rouxinol, bem como os matadores de touros Francisco Ruiz Miguel, Vítor Mendes e o novilheiro Luís Filipe Cochicho, que fará a apresentação na sua terra Natal.

Nesta tarde as pegas estarão a cargo dos Forcados Amadores de São Manços, capitaneados por Joaquim Branco

No que diz respeito aos novilhos/touros a lidar neste festival, pertencerão ás ganadarias de Paulo Caetano, São Martinho, Falé Filipe e Benjumea.

Para mais informações poderá aceder ao site www.radiocampanario.com .

Este será mais uma vez um evento com o carimbo da Rádio Campanário, Estação de Utilidade Pública e que certamente irá marcar este inicio de temporada!