Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

FUNDAÇÃO L.VIDA ANGARIA FUNDOS PARA 24 MESES DE REFEIÇÕES A 250 CRIANÇAS NO DONDO (MOÇAMBIQUE). FESTIVAL SOLIDÁRIO NO CAMPO PEQUENO COM CASA QUASE CHEIA.

Praça de Toiros do Campo Pequeno – 13.10.11

Director: José Tinoca – Veterinário: João M.Nobre – Lotação: quase cheia

Cavaleiros: António Telles, Manuel Telles Bastos, João Telles Jr

Forcados: Santarém, Lisboa, Coruche

Matadores: Ruiz Miguel, Vítor Mendes, Pedrito de Portugal

Ganadarias: Passanha (3), J.L.Cochicho, Manuel Veiga, Benjumea, Falé Filipe

 

FUNDAÇÃO L.VIDA ANGARIA FUNDOS PARA 24 MESES DE REFEIÇÕES A 250 CRIANÇAS NO DONDO (MOÇAMBIQUE). FESTIVAL SOLIDÁRIO NO CAMPO PEQUENO COM CASA QUASE CHEIA.

 

A Fundação L.Vida, criada por Helena Ribeiro Telles e que visa apoiar 250 crianças na região de Dondo, Moçambique, conseguiu reunir apoios e fundos que permitem fornecer refeições a essas 250 crianças durante os próximos 24 meses, facto que mereceu uma estrondosa ovação do público que quase enchia por completo a lotação da praça de toiros do Campo Pequeno, em Lisboa, na noite de quinta-feira 13 de Outubro. Ovações fortes que já se haviam feito sentir nas cortesias quando entrou Mestre David Ribeiro Telles e em alguns momentos como a faena de muleta de Vítor Mendes. A solidariedade daqueles que sentem e amam a Festa Brava voltou a funcionar e a permitir mais uma obra de inegável valor.

 

No que ao toureio concerne, abriu praça com uma lide de boa nota o cavaleiro António Telles. Bregou com a habitual classe e deixou um conjunto de ferros de boa nota, entrando nos terrenos do toiro ou dando-lhe alguma primazia na investida, aproveitando essa qualidade do de Passanha. Dois dos ferros foram de grande categoria e o público aplaudiu-o fortemente.

 

Manuel Telles Bastos também esteve fiel ao seu conceito de toureio e deixou alguns momentos para recordar em actuação onde se “meteu com o toiro” para lhe sacar o melhor partido das suas suaves investidas, terminando com dois bons curtos.

 

João Telles Jr não foi tão feliz na sua actuação, demorando a encontrar os melhores terrenos e as melhores soluções. Na fase final da lide convidou seu pai, o veterano João Ribeiro Telles, que cravou um ferro em sorte de violino.

 

Os novilhos-toiros não trouxeram problemas aos forcados. Por Santarém foi à cara do primeiro João Brito que consumou com segurança ao primeiro intento, tal como Miguel Nunes dos Amadores de Lisboa enquanto que por Coruche foi cara Luis Gonçalves que consumou ao segundo intento.

 

No toureio a pé, há que destacar a garra e imensa afición do veterano maestro Ruiz Miguel. Com um toiro avacado e sem qualidade, talvez mal-visto, de José Luis Cochicho, tentou e conseguiu sacar-lhe alguns muletazos mas sempre com a rês a fugir da luta. E num gesto de pundonor toureiro ofereceu-se para tourear em último  lugar o sobrero de Falé Filipe que lhe permitiu expressivo quite de capote à verónica, sublinhado por olés, e uns quantos passes pelo lado direito que tivera qualidade mas com o toiro a não corresponder, escasso de recorrido e vontade de investir.

 

Vítor Mendes assinou bom triunfo em Lisboa frente a um de Manuel Veiga que foi bruto nas investidas. Recebeu bem de capote por verónicas e depois arrimadas e cingidas chicuelinas, para deixar ainda dois pares de bandarilhas. Construiu uma faena de muleta de muito boa nota. Com bons e bem desenhados derechazos foi metendo o toiro na muleta, embarcando bem os voos e em redondo os foi ligando. Alguns naturais com o exemplar de Veiga a não corresponder com clareza e Mendes a ligar os passes pela direita, inspirado nos molinetes, afarolados e de trincheira com que rematou as séries. Levantou o público das bancadas.

 

Pedrito de Portugal regressou às arenas nacionais e pouco pode mostrar de capote. Com a muleta e frente a um novilho-toiro de Benjumea sem forças e sem casta, que não transmitia, ligou passes pelo lado direito de forma muito templada, espremendo nitidamente o pouco sumo que o toiro tinha para dar e, fiel aos eu conceito, terminou de forma encimista, muito em curto, com os pitons a roçarem o traje em lide que se prolongou em demasia.

 

Na direcção de corrida esteve o antigo bandarilheiro José Dias Tinoca, com bom critério, assessorado pelo veterinário João Naria Nobre.

AINDA OS QUIXOTES, POR CHAUBET

Continuando a minha peregrinação pelos sites pró e anti taurinos, verifico que da parte destes últimos há uma atitude de desafio, de desejo de confrontação que, mesmo não tendo razão, seria salutar se processada nos moldes éticamente exigíveis.

 

Todos temos direito a defender as nossas ideias, tomando porém o cuidado de não ultrapassarmos os limites da boa educação.Até porque, causas nobres,como  aquela que os anti-touradas  abraçaram -evitar o sofrimento de um animal - num país de bons costumes e gente boa é sempre  bem recebida.

 

No entanto  não é por apelidar de assassinos, cobardes, sanguinários, torturadores, sádicos, vampiros, e outros nomes do mesmo quilate, que os anti-touradas ganham a "batalha". Pelo contrário.

 

Este comportamento, se não tem feito perder aderentes, pelo menos não atrai outros. São sempre os mesmos "quase" trinta ou, quando muito, quarenta elementos, que vejo à porta das praças a provocar os aficionados. Vejo-os tantas vezes que, mentalmente, até já os cumprimento. 

 

Depois, as coreografadas manifestações com gente despida coberta de sangue, um individuo amarrado a um poste indiciando ser alvo de tortura, um homem de gatas com um ferro nas costas, vomitando sangue, simulando o sofrimento do toiro e outras no género, são imagens imaginativas e realmente agressivas. Todavia só servem para folclore. Para dar nas vistas.

 

São estes patéticos e folclóricos expedientes, com o seu quê de ridículo,  que me fizeram lembrar o imortal cavaleiro  que ficou conhecido pelo da " TRISTE FIGURA". Analogia que me levou a apelidar de QUIXOTES estes contestatários. É pena porém, que um problema destes seja tratado de forma tão leviana e superficial. Vamos pois a coisas sérias.

 

Os Quixotes, têm como base da sua contestação às touradas,  o sofrimento dos toiros.  Outras razões invocam, mas esta é a que lhes dá força e, perante os ingénuos e crédulos que os vêem, um certo coeficiente de simpatia, julgando que as atitudes que os Quixotes tomam, são motivadas por sentimentos humanitários.  

 

Não!  existe mais desejo de exibição e protagonismo que tais sentimentos. É pois essa máscara que, como taurino, tentarei desmistificar. Mostrar o aproveitamento oportunista que é feito  de casos pontuais, como  deturpam a realidade, dando-lhes uma falsa interpretação. Também, a forma agressiva e ditatorial como os Quixotes querem impor o seu ponto de vista, não hesitando em recorrer à calunia e má educação.

 

Explicam essa atitude, com a respeitável e altruísta declaração de que é a dor que os taurinos infligem ao toiro que os motiva. Conseguem assim, manhosamente, aliciar os menos atentos ou esclarecidos. Isto  porque, na verdade, estão longe de serem altruístas os sentimentos que os inspiram. Inveja e frustração, estão na génese de todo o seu procedimento.

 

É um espetáculo de élites, cruel, bárbaro, sanguinário. Dizem. Recentemente, demonstrando a vitalidade e aceitação e força do espetáculo tauromáquico,  a lotação das praças do Campo Pequeno e Vila Franca de Xira esgotou. Isto apesar das encarniçadas campanhas anti-touradas dos Quixotes.

 

Quererá isto dizer que a élite nacional é mais numerosa que se pensa? Depois, com opiniões desbocadas e precipitadas, classificando de forma hostil os que vão às touradas, se eles lhes ligassem,  não os estariam a ofender? Onde estão as boas maneiras que pessoas tão preconceituosas é suposto terem?

 

Os Quixotes dizem, com ar de censura, que a tourada existe por ser uma fonte de rendimento para alguns. Esses alguns não são só os que vêm anunciados em grandes parangonas nos jornais.São centenas de profissionais e famílias. Mas isto não vale a pena contestar. É demasiado superficial. Aliás agrava-se quando sugerem que esses profissionais podiam arranjar outra coisa para trabalhar. Com estas ilações, dá para perguntar de onde vieram estes extra terrestres. Em que país ou mundo viviam. Não há pachorra!

 

Outra: "espetáculo aleatório que incita à violência". É raríssimo verem-se desacatos nas praças de toiros. E a prova de que os aficionados estão imunes a esse pretenso incitamento à violência, está no facto de não reagirem às as provocações que os Quixotes lhes fazem. Ignoram-nos.(para desespero destes...)

 

Não! O que incita os Quixotes, não são sentimentos nobres. É sim Inveja pelo que os toureiros ganham e pelo protagonismo que adquirem. Frustação por não terem valor para alcançarem o mesmo. Prepotência por pretenderem impor a sua vontade. Egoismo por não quererem dar aos outros liberdade de pensarem e agirem como entenderem. Vaidade porque, com uma auto valorização pretensiosa,  serem incapazes de reconhecer que erram. Agressivos pela forma pejorativa e desafiadora como tratam os taurinos. Por procederem utilizando técnicas de agitação, meios radicais para se manifestarem - a invasão de arenas, a  vandalização de estátuas de toureiros;  de praças de toiros, são exemplos dessa agressividade.

 

Por último: um senhor escreveu que "as touradas, um sinal de incivilidade, existem há dois séculos".Digo eu -  é preciso que tenham realmente muito valor e apoio popular, para tal sobrevivência. Mas os Quixotes do século XXI, irresponsavelmente, apregoando humanas e candidas intenções, com o falacioso pretexto de acabar com o sofrimento do toiro,pretendem o seu fim.

 

Proximamente irei ocupar-me com mais profundidade desta parte, do sofrimento  do toiro. À qual os Quixotes se agarram como percebe à rocha, pois é a única que lhes dá alguma força. Mesmo assim, muito longe da que pensam.

 

Carlos Patrício Álvares (Chaubet)

 

OS NOVILHOS PARA ESTA NOITE NO CAMPO PEQUENO

São os seguintes os novilhos aprovados no reconhecimento veterinário para o festival tauromáquico de beneficência, a realizar esta noite no Campo Pequeno:

 

Humilde (nº 33), Grilito (nº10), Nariguito (nº 18) e Imponente (nº13) da ganadaria Passanha, destinados à lide a cavalo.

 

Descuidado (nº71), da ganadaria Falé Filipe, Anjinho (nº 18) da ganadaria de José Luís Cochicho, Barbalarga (nº 9) da ganadaria de Manuel Tavares Veiga, Herds., Trampillo (nº54) da ganadaria Benjumea, para a lide a pé.

 

O cartel, recorde-se, reúne os cavaleiros António Telles, Manuel Telles Bastos e João Telles Jr, os Forcados de antarém, Lisboa e Coruche e os matadores Ruiz Miguel, Vitor Mendes e Pedrito de Portugal.

DELEGADOS TÉCNICOS TAUROMÁQUICOS PARA OS PRÓXIMOS ESPECTÁCULOS

A IGAC nomeou os seguintes delegados técnicos tauromáquicos para os próximos espectáculos de 5ª feira, sábado e domingo em Lisboa, Azambuja e Salvaterra de Magos, respectivamente.

 

Dia 13 - Lisboa, 22h - Sr José Dias Tinoca e Dr. João Nobre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia 15 - Azambuja - 15h30 - Sr Lourenço Luzio e Dr João Nobre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia 16 - Salvaterra - 16h - Sr Julio Gomes, Dr José Luis Cruz

 

FEIRA DA GOLEGÃ – XXXVI FEIRA NACIONAL DO CAVALO - XIII FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO

 

PROGRAMA PROVISÓRIO

 

4 DE NOVEMBRO

(Sexta-feira / Friday)

 

Largo do Arneiro

09,00h - Concurso de Saltos de Obstáculos / Show Jumping

 

Quinta de Santo António

11,00h - Concurso Completo de Atrelagem - Ensino / Horse Driving Competition- Dressage

 

5 DE NOVEMBRO

(Sábado / Saturday)

 

Largo do Arneiro

07,30h - Partida do Concurso de Resistência Equestre / Departure- Endurance Competition

09,00h - Concurso de Saltos de Obstáculos / Show Jumping

Fim da tarde - Entrega de prémios do Concurso de Resistência Equestre

 

Quinta da Labruja

14,00h - Concurso Completo de Atrelagem - Maratona / Horse Driving Competition - Marathon

 

6 DE NOVEMBRO

(Domingo / Sunday)

 

Quinta de Stº. António

11,00h - Concurso Completo de Atrelagem - Cones / Horse Driving Competition - Cones

 

Largo do Arneiro

09,00h - Concurso de Saltos de Obstáculos / Show Jumping

 

9 DE NOVEMBRO - Dia do Puro Sangue Árabe

(Quarta-feira / Wednesday)

 

Quinta de Stº. António

10,00h - Concurso de Dressage Nacional - Prova P2 , E2 e M2 / National Dressage Competition

15,00h - Concurso de Dressage Nacional - Prova C2 / National Dressage Competition

 

Largo do Arneiro

15,00h - Campeonato de Portugal do Puro Sangue Árabe / Portuguese Championship of Arabian

Horses

19,00h - Admissão ao livro de Adultos de Luso-Árabes / Admission to the Luso/Arab stud book

 

10 DE NOVEMBRO

(Quinta-feira / Thursday)

 

Quinta de Stº. António

10,00h - Concurso de Dressage Nacional – Prova P3, E3 e M3 / National Dressage Competition

Prova de Equitação à Portuguesa – Prova Nível B e Nível A / National Dressage Competition

Portuguese Equitation Tests

15,00h - Concurso de Dressage Nacional - Prova C3 e S. Jorge / National Dressage

 

Largo do Arneiro

LII Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela FNC e XIII Concurso Nacional de

Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Internacional do Cavalo Lusitano

10,00h - 3 anos, apresentados à mão / 3 Yr. Old Colts

14,00h - 4 anos, apresentados montados / 4 Yr. Old Horses (Presented Under Saddle)

17,00h – Garanhões, apresentados montados / Stallions (Presented Under Saddle)

18,30h - Um Cavalo a ver… um Cavalo a adquirir… / To see a Horse … to get a Horse…

20,00h – Prémio Marquês de Marialva - Concurso de Dressage Nacional - Prova livre c/música -

Nível Internacional / National Dressage Competition

21H00 - Centro Equestre da Lezíria Grande - Horse Show

 

11 DE NOVEMBRO

(Sexta-feira / Friday)

 

Quinta de Stº. António

10,00h – Taça de Portugal de Equitação de Trabalho - Ensino / Portuguese Cup Working Equitation

 

Porta de Fernão Lourenço

17,00h - Partida do Cortejo dos Romeiros de São Martinho

 

Igreja Matriz da Golegã

17,30h - Benção dos Romeiros

 

Largo do Arneiro

11,00h – Final do Campeonato Nacional de Derbys (1ª.Mão) / Final of National Championship

Driving Derby

18,00h - Chegada do Cortejo dos Romeiros de São Martinho

18,30h - Um Cavalo a ver… um Cavalo a adquirir… / To see a Horse … to get a Horse

19,30h - Apresentação da Associação Portuguesa de Amazonas/ Presentation of the Portuguese Side

Saddle Association

21,00h - Entrega de Prémios da Revista Equitação 2011

22,30h - Horse Ball

 

12 DE NOVEMBRO

(Sábado / Saturday)

 

Quinta de Stº. António

14,00h – Taça de Portugal de Equitação de Trabalho -Maneabilidade /Portuguese Cup Working

Equitation

 

Quinta da Labruja

14,00h - Cross por Equipas

 

Largo do Arneiro

11,00h - Final do Campeonato Nacional de Derbys (2ª.Mão) / National Championship Driving

Derby

17,00h – Cerimónia de Distribuição de Prémios da Feira de S. Martinho, XXXV Feira Nacional do

Cavalo e da XII Feira Internacional do Cavalo Lusitano – Campeões de Raça / Official Award

Ceremony of the 2010 Fair - Breed Champions

18,15h - Um Cavalo a ver… um Cavalo a adquirir… / To see a Horse … to get a Horse

19,30h - Prémios Golegã - Distinção à Excelência Equestre

21,30h - Horse Ball

23,00h – Cavalhadas – Prova de Perícia e Destreza / Mounted Games - Skill and Expertise Test

 

13 DE NOVEMBRO

(DOMINGO / SUNDAY)

 

Largo do Arneiro

11,00h - Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Velocidade / Portuguese Cup Working

Equitation

16h30 – Final do Campeonato de Maneabilidade dos Centros Hípicos (ANTE)

OLÉ JORNAL DE TAUROMAQUIA Nº 245 - NAS BANCAS DIA 12 DE OUTUBRO - WWW.OLEJORNAL.COM

 

Destaques desta semana:

 

- Editorial: ADEUS 2011

- Bilhete postal: Mestre José Samuel Lupi

- Ota, Alenquer - Festa de Liberdade

- Leonor Barradas escreve Estórias de uma Temporada

- António Pedro despede-se como Bandarilheiro de Albufeira

- Vila Boim: a Festa dos Romeiros pelo III ano consecutivo

- Padilla em Zaragoza: Cornada horrível na cara

- Coliseu do Redondo: Melhor Lide para Vítor Ribeiro; Melhor Pega para Carlos Silva com protestos

- Jantar de Apresentação de Ota Rociera e Festival da Liberdade

- Coliseu de Elvas: Lotação esgotada com grande ambiente

- Miuras e Palhas  em Confronto: E Vila Franca Esgotou... (17 anos depois!)

- Memórias da Festa de Luís Miguel Barroso

- Clube Taurino Vilafranquense

- Vamos levar estas meninas aos Jogos Olímpicos de 2012

- Tauromaquia Atlântica: Um “susto” no final da temporada 2011

Tiago Pamplona está em franca recuperação da intervenção cirúrgica

- Festival no Campo Pequeno: Esgotar a Lotação da Praça será o Maior dos Donativos

- Escola de Toureio e Tauromaquia da Moita

- Coisas e Loisas da nossa Festa

- Agenda Taurina

SEGURANÇA MÉDICA: EM PORTUGAL COMO SERIA PARA PADILLA?

As imagens são arrepiantes pela violência da colhida e pelos danos causados na face do matador de toiros Juan José Padilla. A forma como o toiro o agarrou e colheu no solo, metendo-lhe o piton pela zona do pavilhão auricular direito e os destroços que causou, impressionam até os menos impressionáveis.

 

Depois da colhida em Madrid de Julio Aparicio, com o piton a entrar por baixo da mandíbula e a sair pela boca do toureio, esta será a mais grave colhida dos últimos anos, a par da que manteve José Tomás arredado das arenas e que quase lhe causou a morte. Este ano de 2011 tem sido de muitas e violentas colhidas de matadores, novilheiros e bandarilheiros e até um moço de espadas no México veio a falecer em consequência de uma cornada de um toiro que saltou o «callejón».

 

Por cá, as colhidas e quedas de cavaleiros também se sucederam a um ritmo impressionante e, felizmente, sem consequências de maior que uns dias de repouso não curassem. O mesmo não se pode dizer dos forcados, alguns deles com fracturas e algumas mazelas mais fortes a obrigarem a paragens prolongadas. Também bandarilheiros, novilheiros e matadores sofreram alguns percalços, felizmente sem gravidade.

 

O que aconteceu a Padilla tem remotas hipóteses de acontecer por cá, em espectáculos formais pois os toiros são despontados. Mas a verdade é que podem acontecer e a pergunta impõe-se: teremos condições para rapidamente salvar uma vida devido a uma cornada mais forte? E nas tentas, já alguma vez viram os senhores ganadeiros terem uma ambulância junto ao tentadero pois as vacas estão em pontas e podem dar cornadas graves?

 

Em termos de segurança médica nas nossas praças a coisa anda pelo mesmo nível da assistência á generalidade dos cidadãos, e esta é fraquinha.

 

E ao fim destes anos todos, com um novo regulamento para sair, metido na gaveta quiçá para as calendas gregas porque o novo secretário de estado Francisco José Viegas se calhar nem sabe que lá está depositado, com o aumento das taxas de licenciamento, etc etc etc, nada se fala sobre esta questão.

 

Em Portugal terá de morrer alguém para que os responsáveis se mexam?

TERTÚLIA TAUROMÁQUICA SOBRALENSE ELEGEU TRIUNFADORES 2011

 

 

Tal como em anos anteriores, a Tertúlia Tauromáquica Sobralense elegeu os seus triunfadores da temporada, prémios que serão entregues no dia 31 de Outubro.


A lista está composta da seguinte forma:

  • Triunfadores da temporada 2011 em Sobral
    • Cavaleiro: Luis Rouxinol
    • Ganadaria: Falé Filipe
    • Forcados: Coruche
    • Novilheiro: Manuel Dias Gomes
  • Galardões de Destaque
    • Tertúlia Tauromáquica Terceirense
    • Joaquim Alves
  • Menções Honrosas
    • João José
    • Tiago Santos

 

ENCERRAMENTO DA TEMPORADA NO CAMPO PEQUENO

A temporada tauromáquica no Campo Pequeno encerra quinta-feira, com um festival a favor da Fundação LVida, entidade à qual a família Ribeiro Telles está profundamente ligada.

 

Em praça estarão os cavaleiros António Ribeiro Telles, Manuel Ribeiro Telles Bastos e Joao Ribeiro Telles Júnior, bem como os matadores Ruiz Miguel, Vitor Mendes e “Pedrito de Portugal.

 

Pegam os grupos de forcados amadores de Santarém, Lisboa e Coruche e serão lidos novilhos gentilmente cedidos pelas ganadarias Manuel Veiga, Passanha, José Luis Cochicho, Falé Filipe e Benjumea.

 

A Fundação LVida é uma Instituição de cariz social que promove o desenvolvimento social e humano, ajudando ao combate à pobreza absoluta em Moçambique.

 

Desde 2002 que desenvolve projectos que melhoram as condições de vida das famílias do Município do Dondo, na Província de Sofala.

 

O lucro deste Festival de Beneficência reverte integralmente a favor do refeitório desta Fundação, equipamento que fornece diariamente pequeno-almoço e almoço a 250 crianças.

 

 

VUELTA DE PESO DEL NOVILLERO PORTUGUÉS PACO VELÁSQUEZ EN DU DEBUT EN ARROYO

 

8 de octubre de 2011/Suertematador.com

 

Se llevó a cabo la sexta novillada de la temporada en el coso de Arroyo al sur de la Ciudad de México en la que se lidió una seria novillada con el hierro de “De Haro” variada de juego en la que el novillero portugués Paco Velásquez ha caído de pié ante la afición de la capital dejando buenas sensaciones tras una completa faena al cuarto del festejo que desafortunadamente  no le pudo cortar las orejas debido a la falla con el acero, aun así Velásquez se mostró firme  y con personalidad, saludando con elegantes verónicas  al de De Haro que por cierto fue el novillo mejor presentado del festejo. Posteriormente después de un buen puyazo, el novillero portugués brindo su actuación a través de la transmisión de televisión al ganadero Pablo Labastida que en estos momentos se encuentra delicado de salud.  Paco se fue a los medios para iniciar su labor muleteril con dos péndulos emocionantes, posteriormente el portugués aprovecho las condiciones del novillo para cuajarle muletazos con temple y largueza, desafortunadamente el novillo fue de más a menos y al final se paró,  culminó la faena poniendo el cuerpo en terrenos comprometidos y con manoletinas ajustadas y lamentablemente fallo en la suerte suprema perdiendo una oreja que ya la tenía en el bolsillo para culminar su actuación  con una vuelta al ruedo de peso y el reconocimiento del respetable.

 

También dejó buenas sensaciones Juan Manuel Noreña, que se mostró con actitud al saludar a su novillo con una larga cambiada, posteriormente un emotivo quite y con la muleta algunos muletazos buenos pero sin poder redondear, al final fallo con el acero recibiendo un aviso y vuelta al ruedo tras su actuación.

 

Xavier Gallardo abrió el festejo con el novillo más complicado que llevó por nombre “Fuerza Padilla” que el ganadero escogió  ante la grave cornada que recibiera el día de ayer el diestro español Juan José Padilla. Gallardo estuvo dispuesto pero sin opciones logrando solo algunos pases aislados, recibiendo un aviso y aplausos del respetable.

 

Adrián Padilla regresó a este coso y a vestirse de luces después de algunos meses de recuperación, se le vio con actitud pero sin sitio ante un novillo que no era fácil, aun así logro algunos muletazos de calidad que llegaron al tendido, al final aviso y aplausos.

 

 Ficha: Plaza de Toros Arroyo, 6ª novillada, Toros de “De Haro” bien presentados, el primero complicado, el segundo y tercero aplaudidos en el arrastre y el cuarto con poco recorrido. Xavier Gallardo, aplausos tras aviso. Adrián Padilla, aplausos tras aviso, Juan Manuel Noreña, vuelta tras aviso, Paco Velásquez, vuelta.

 

Foto: Emilio Méndez

OFICINA DE PRENSA DEL NOVILLERO PACO VELÁSQUEZ

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2026
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2025
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2024
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2023
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2022
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2021
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2020
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2019
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2018
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2017
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2016
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2015
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2014
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2013
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2012
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2011
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2010
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub