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BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

ABENÇOADO ANTICICLONE DOS AÇORES

20.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Praça de Toiros do Campo Pequeno – 19.05.11

Director: Ricardo Pereira – Veterinário: José M.Lourenço – Lotação: 3/4 fortes

Cavaleiros: Joaquim Bastinhas, Luis Rouxinol

Forcados: T.T.Terceirense

Matadores: Antonio Ferrera, Luis Bolivar (substituiu A.Talvante)

Ganadaria: Rego Botelho

 

Coincidência ou não, o tempo, meteorologicamente falando, havia mudado. Da chuva ao sol e á noite amena foi um pequeno passo. Tal como da expectiva sobre o comportamento dos toiros açoreanos de Rego Botelho rapidamente se passou a uma certeza – a de que todos tiveram condições de lide – e que os toureiros tiveram matéria-prima para o triunfo grande. Uns alcançaram-no, outros ficaram-se pelo nimbo e, pela primeira vez, vimos entrar dois cavaleiros na arena após a lide sem que se escutassem palmas... Seria porque os açoreanos amantes do toiro acima de tudo estavam em maioria? Foi deles sem dúvida a noite e de parabéns está o ganadeiro pelo extraordinário jogo do nº 17, 504 kg e de nome “Guarda”, que pelas suas qualidades de nobreza, bravura, recorrido e transmissão, bem merece o regresso aos pastos da Terceira e deixar descendência. Merecidas inteiramente as voltas à arena do ganadeiro após a lide deste e do último da magnífica noite.

 

Grande noite de toureio a pé

 

Protagonista principal foi o matador de toiros Antonio Ferrera, bem secundado pelo seu colega Luis Bolívar, ante toiros (3º e 7º) que tiveram enormes qualidades e lhes permitiram brilhar a grande altura. Antonio Ferrera encontrou-se em primeiro lugar com um extraordinário toiro que lhe permitiu brilhar a grande altura na muleta, ligando os muletazos em circulos que pareciam não terminar. Séries de grande categoria pela capacidade de «aguante» do toureiro, pela forma como se colocou e à muleta para, com verdade e profundidade desenhar muletazos que fizeram rejubilar os aficionados e fazendo-se credor de uma grande faena e justas as duas voltas que deu no final. Um toiro que nãos e fartava de investir por ambos os pitons e que o matador soube aproveitar ao máximo, recreando-se e dando um grande espectáculo a todos quantos estavam nas bancadas do Campo Pequeno. Esteve bem de capote e no que foi segundo do seu lote levantou o público dos assentos no terceiro par de bandarilhas, a quiebro, de reunião ajustadíssima.

 

Luis Bolivar mostrou disposição no seu primeiro mas no que encerrou praça teve oportunidade para se exprimir de outra forma, mais artística e pausada, com uma estética nos passes que muitos julgavam não conseguir. O colombiano que entrou pela via da substituição, esteve em grande plano na faena de muleta a esse último toiro, com muletazos de grande expressividade e profundidade, entregando-se, rompendo-se «los riñones» como se diz na gíria e terminando também ele em plano de triunfo e a merecer repetição.

 

Pouco impacto do toureio a cavalo e dos forcados

 

A noite não foi dos cavaleiros apesar da qualidade das investidas dos toiros de Rego Botelho.

 

Joaquim Bastinhas esteve vulgar na lide a sós, sem se comprometer nas viagens, e o público não reagiu como habitual ao seu toureio.

 

Luis Rouxinol esteve melhor, rematando a sua lide com um bom par de bandarilhas, mas sem romper em força frente ao sobrero.

A lide a duo não teve qualquer história ante um toiro imponente e aplaudido de saída. A história conta-se apenas no facto já descrito de o público não ter aplaudido os dois cavaleiros quando estes entraram na arena após a lide e até que chegaram ao centro da mesma. Uma nota para reflectir.

 

Quanto á prestações dos forcados terceirenses, não se pode dizer que tenham comprometido o espectáculo pois Marco Sousa consumou com decisão à 2ª, José Vicente à 1ª e menos afortuando estevevo cabo Adalberto Belerique que apenas á terceira e com ajudas carregadas conseguiu consumar.

 

A direcção de corrida esteve a cargo do delegado técnico tauromáquico sr Ricardo Pereira, assesorado pelo veterinário Dr José Manuel Lourenço perante ¾ fortes de lotação preenchidos.

TALAVANTE NÃO TOUREIA HOJE EM LISBOA - COMUNICADO DA SOCIEDADE CAMPO PEQUENO S.A.

19.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Da empresa do Campo Pequeno recebemos o seguinte Comunicado sobre a ausência de Alejandro Talavante e respectiva substituição.

 

"Ao fim da manhã de hoje, quinta-feira, dia 19 de Maio, recebeu a Sociedade Campo Pequeno um Atestado Médico referente ao Matador de Toiros espanhol Alejandro Talavante, segundo o qual este se encontra, por determinação médica, em repouso em sua casa, depois de ter sido assistido às 10h40m de 19 de Maio, no Hospital Perpétuo Socorro, de Badajoz, a uma crise de ASMA BRÔNQUICA, ficando assim impedido de actuar esta noite no Campo Pequeno.

 

Em Anexo, encontra-se o respectivo atestado.

 

A empresa não fará quaisquer declarações sobre o presente atestado médico, até ao final do dia 20, data em que o diestro está anunciado para Las Ventas.

 

Em sua substituição actuará o Matador de Toiros colombiano Luís Bolívar.

 

Luis Bolívar tomou alternativa de Matador de Toiros a 24 de Julho de 2004, na cidade espanhola de Valência, tendo como padrinho Julián Lopez “El Juli” e César Jimenz como testemunha.

 

Está contratado para Madrid, a 1 de Junho, para lidar um curro da divisa portuguesa Palha."

TOIROS E ARENA PROMOVE CORRIDA EM ÁGUEDA

19.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

A empresa Toiros e Arena enviou-nos a seguinte informação que passamos a divulgar: “Depois da anulação devido ao mau tempo da corrida de toiros que estava anunciada pela nossa empresa, no passado dia 1 de Maio em Moimenta de Vinhais, que apesar dos muitos esforços realizados não se pôde realizar devido ao autêntico dilúvio que caiu na região; apresentamos agora um cartel de luxo para ÁGUEDA, no próximo dia 10 de Junho, dia de Portugal, integrada na 3ª Feira do Mundo Rural e numa extraordinária Praça de Toiros desmontável, que estará numerada para comodidade dos seus espectadores! 

O cartel é composto por Rui Salvador, Marco José e João Moura Caetano, que irão lidar um magnífico curro de toiros de D. Bernardino Piriz, com uma apresentação ao nível de qualquer praça de primeira, para dar dignidade às corridas de toiros na zona centro do país! Nas pegas estarão os Amadores do Ribatejo e Coimbra, capitaneados por João Machacaz e Luís Pires dos Santos.

Todos os condimentos reunidos para uma grande tarde de toiros!”

ARTE & EMOÇÃO - PROGRAMA Nº 4 - 21-5-2011 - SINOPSE

19.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

No próximo sábado terá lugar o quarto Arte & Emoção da série 2011. O grande destaque vai para os imponentes toiros da lendária ganadaria Pablo Romero, agora denominada Partido de Resina.

 

Vamos conhecer toda a sua história e ver os toiros que brevemente irão sair em Madrid.

Oportunidade ainda para ver os nobres toiros de S. Martinho lidados em Moura e que proporcionaram uma grande lide a Luís Rouxinol e ainda a corrida de alternativa de Marcelo Mendes em Vila Franca de Xira.

 

Nesta viveram-se momentos de grande emoção, proporcionados por um sério curro de Canas de Vigouroux.

GANADARIA DE JOSÉ ALBINO FERNANDES AUMENTA EFECTIVO

19.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

Em mais uma deslocação ao continente, aproveitando para uns dias de férias e para acompanhar a corrida de 19 em Lisboa (estreia em Lisboa da ganadaria açoreana de Rego Botelho), a ganadeira Fátima Albino esteve na ganadaria de Falé Filipe para adquirir mais um lote de vacas que irão juntar-se às cerca de 100 que já possui nos Açores, divividas em lotes de «touradas de corda» e «touradas de praça». Num momento importante da ganadaria com ferro de Herds. De José Albino Fernandes, este aumento da vacada tem como objectivo possibilitar o incremento do número de reses a lidar em praça e com uma boa base de selecção.

 

Encontrámos a ganadeira acompanhada de marido (António) e uma das filhas (Susana) na Herdade das Covas tendo trocado muitas ideias sobre a tauromaquia açoreana e assistimos a um tentadero de luxo com o maestro Vítor Mendes, o matador colombiano Luis Bolívar e o novilheiro Daniel Morales, sendo picador de serviço o veterano e competentíssimo Dionisio Grilo.

 

TENTADERO DE LUXO

Os três diestros, a que se somaram os alunos da Escola José Falcão Tiago Santos e Pedro Noronha, proporcionaram-nos um tentadero de luxo. Das 6 novilhas, três foram de boa nota, uma delas extraordinária (a 2ª) e outra de muita classe e houve momentos em que se bordou o toureio, nomeadamente com Luis Bolívar na segunda novilha da tarde. A classe e entrega das novilhas, aliadas ao largo recorrido e à transmissão nas investidas contagiou os toureiros e os assistentes e os comentários que os diestros iam efectuando ao longo das lides cedo se tornou numa lição de cátedra sobre o toureio.

 

As novilhas exigiam muito, pela sua bravura e casta. Não admitiam erros. Mas permitiram que os toureiros se sentissem a gosto e se recreassem nas sortes, com muletazos de enorme expressividade e profundidade, templadas as investidas, com as novilhas a investirem com o focinho pelo chão e levando a algumas exclamações de júbilo que se propagaram aos que assistíamos a esses momentos de enorme categoria.

 

A segunda novilha foi de classe extra. Na forma como de largo, de praça a praça e a galope, se arrancou para o cavalo do picador – excelente a actuação de Dionisio Grilo – e se entregou por 3 vezes nessa sorte e em mais duas varas mais em curto. Na muleta de Bolívar, a alegria com que acudia de largo aos cites do matador e se entregava em largas séries de multeazos por ambos os pitons, repetindo as investidas com classe e humilhada entrega, tornaram esta novilha na estrela da tarde. O matador não se cansou de tourear e a novilha de investir em mais de 70 muletazos sem se recusar ou tardar uma única vez e sempre com uma «fijeza« tremenda nos enganos.

 

Vítor Mendes montou cátedra na forma de tourear a exigente primeira. Na forma de se colocar e citar, de lhe deixar a muleta, de a obrigar por baixo mandando e templando as suas investidas mais enraçadas. E depois, relaxou-se, toureou a gosto, embarcando a investida da rês em tandas cujos muletazos pareciam não ter fim. Remates pintureros, muletazos de enorme qualidade por ambos os pitóns. E mais ainda quando na quarta novilha teve ensejo de mostrar como se obriga a uma investida limpa e seguindo os voos da muleta a uma rês que se queria colar. Lição de catedrático na forma como a todos nos ensinou e, com a novilha a crescer, vindo a mais na lide, depois lhe instrumentou poderosos muletazos por ambos os pitóns.

 

O jovem Daniel Morales esteve em crescendo na lide da terceira novilha, de muita classe. Consoante foi escutando os sábios conselhos de Maestro Vitor Mendes, foi metendo a novilha na muleta, metendo-se também ele na faena e sacando uns quantos naturais de muita classe, numa lide larga e onde a novilha sempre respondeu com transmissão e motor.

 

Picou, com sabedoria e maestria, Dionisio Grilo, aproveitando ao máximo a classe das investidas para também ele estar a gosto e merecer os olés dos matadores.

 

Uma tarde e um tentadero de luxo na Herdade das Covas. Enhorabuena ao ganadeiro e aos toureiros pelos momentos magníficos que a todos nos proporcionaram.

 

---- FOTOS EM BREVE ---

Olé Jornal de Tauromaquia Nº 224 - Amanhã nas bancas

17.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

 

Destaques desta semana:

 

- EDITORIAL: Sebastião Tenório – Justa Homenagem

- BILHETE POSTAL: Ainda há gratidão na Festa!

 

- João Moura na Tertúlia T. “A Mexicana”

 

- Corrida de Reinauguração da Praça de Santo António das Areias

 

- Feira de Garvão com Tarde agradável

 

- Moura – Faltou público numa quente tarde de toiros

 

- Salvaterra de Magos – V Corrida do Melão - António Telles e um Bom Toiro de Pereda

 

- Elvas – Homenagem a Sebastião Tenório - Toureiros Generosos – 40.000 Euros para a APPACDM

 

- Social: Elvas - casal Bastinhas reuniu em sua casa um grupo de amigos

 

- Memórias da Festa

 

- Figueira da Foz:  A tradição mantém-se na Queima das Fitas

 

- Os Açores vão estar no Campo Pequeno!

 

- Valência de Alcantara: João Caetano – Continuam os triunfos

 

- Puyas y Puyazos

 

- Aldeia da Venda - Ganadaria de S Martinho em destaque

 

- Augusto Gomes Jr. no jantar do Sector 1

 

- Agenda Taurina

 

- Quites & Fenas: Tarde de Sonho em Jerez

 

- NOTÍCIAS E PUBLICIDADES

EQUILIBRIO, SENSIBILIDADE E BOM SENSO

16.05.11 | António Lúcio / Barreira de Sombra

No seguimento do meu artigo da passada semana (da banalidade à genialidade), e com o reconhecimento expresso de que por vezes me falta capacidade para escrever sobre coisas tão vulgares e tão mal executadas que a vontade é não escerever, decidi hoje avançar com outra opinião que, valha o que valer, é aquela que tenho como causa de muito do mau toureio que vemos hoje nas arenas e que leva a que os ferros sejam cravados mais que à garupa, muitas das vezes a toiro passado... Mas é verdade que às vezes apetece mandar a educação às urtigas tão mau foi o espectáculo!

Se repararem em muitas das fotografias que enchem os sites e os blogs, e até nos jornais e revistas, não se vê o momento do ferro (cuidado colocado pelos editores de fotografia para não prejudicarem a imagem dos toureiros) mas vê-se, claramente, o desequilibrio em que as montadas saem para as sortes e, consequentemente, para os ferros. Vejam quantas fotos existem publicadas em que se vê, logo no início da viagem, o cavaleiro todo pendurado para o lado esquerdo e o cavalo em igual movimento, apoiado nos membros do lado esquerdo e com dificuldades extremas para se equilibrarem de forma a mudar de mão e vencer o piton no momento da reunião. Esforço tremendo e inglório de muitas das montadas...

 Aprendi, nas poucas lições que tive de equitação, e sobretudo no que li, que é essencial equilibrio e sensibilidade para uma boa equitação e para que se estabeleça a relação cavalo/cavaleiro que permita que se tornem uma peça única. Já aqui vos dei a conhecer – no artigo “Sobre Toureio a Cavalo e Suas Regras” - alguns excertos do excelente trabalho do engº Fernando Sommer d’Andrade intitulado “Advertências e Regras para o Ensino do Cavalo de Toureio no Séc.XX – Estudo sobre o paralelismo entre a equitação de obstáculos e de toureio”,  e que 40 anos volvidos sobre a sua publicação      se encontra, mais do que nunca actual.

E como tudo isto me preocupa, fui ao site da Associação do Puro Sangue Lusitano para aquilatar dos critérios de avaliação do concurso que anualmente efectuam sobre o melhor cavalo lusitano de toureio. Passamos a transcrever:

Critério de avaliação – regulamento da APSL – melhor cavalo de toureio

 

1 – Aptidão Física

Coeficiente: 1

Notas: 0 a 10

- Aptidão física adaptada à função;

- Força que proporcione facilidade e eficiência nas rápidas mudanças de velocidade e trajectória;

- Capacidade de deslocação lateral, com facilidade e harmonia, tanto no quarteio das sortes frontais como nos movimentos a duas pistas;

- Bom equilíbrio;

- Segurança nas passadas;

- Elasticidade;

- Tipo.

Nota máxima: 10

 

2 – Aptidão Psicológica

Coeficiente: 1

Notas: 0 a 10

- Submissão, boa aceitação do ensino (grau de ensino), das ajudas e da vontade do cavaleiro;

- Capacidade de concentração, atenção e calma (sobretudo nos lances mais exigentes de coragem e esforço físico). Concentração e atenção durante o cite;

- Sujeição e segurança no remate das sortes;

- Aceitação das trajectórias impostas pelo cavaleiro.

Nota máxima: 10

 

3 – Aptidão Artística

Coeficiente: 1

Notas: 0 a 10

- Habilidade- Encurvação natural no sentido do toiro

- Recolhimento instintivo dos posteriores

- Percepção e controlo da investida

- Domínio da investida através da curvatura do dorso

- Variação da amplitude das passadas de galope

- Facilidade na conquista de terrenos de dentro

Nota máxima: 10

 

4 – Verdade no Toureio

Coeficiente: 2

Notas: 0 a 10

- A verdade no toureio assenta na abordagem dos terrenos de maior risco e na profundidade como é interpretado o toureio fundamental;

- No toureio a cavalo o toureio fundamental, baseia-se na sorte de frente;

- Deverá valorizar-se – tal como no toureio a pé – a capacidade de carregar a sorte (no sentido do oponente ou ao piton contrário);

- Deverá valorizar-se a reunião ao estribo – com o cavalo rodando sobre as espáduas.

- Deverá ser penalizado qualquer desvio exagerado da trajectória, que prejudique a reunião;

- Deverá ser penalizada a reunião com o cavalo atravessado – garupa na direcção do toiro.

Nota máxima: 20

 

5 – Criatividade – Comunicabilidade

Coeficiente: 2

Notas: 0 a 10

- Valorização dos lances de maior criatividade do cavalo;

- Valorização da criatividade, beleza e harmonia dos lances que permitem uma corrente de comunicação entre a concepção artística do toureio, a intuição do cavalo e o público;

- Valorização da capacidade que o cavalo tem, por si só, de chegar ao triunfo – Cavalo craque.

Nota máxima: 20

 

Pontuação máxima: 70 pontos (10+10+10+20+20)

 

E se tomássemos a liberdade de, um dia destes, adaptar estes critérios às actuações dos cavaleiros? Que resultados obteriamos? Quem seriam os grandes triunfadores da temporada? Responda quem saiba!