Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

BARREIRA DE SOMBRA 30 ANOS (1987/2017)

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

BARREIRA DE SOMBRA 30 ANOS (1987/2017)

Desde 13.06.1987 ao serviço da Festa Brava

TARDE DURA PARA OS FORCADOS NA MOITA

22.05.11 | barreiradesombra

Praça de Toiros da Moita do Ribatejo -22.05.11

Director: António dos Santos – Veterinário: Patacho de Matos – Lotação: ¼

Cartel: António Telles, Luis Rouxinol, Vítor Ribeiro

Forcados: T.T.Terceirense e Apos. Moita

Ganadarias: La Dehesilla e José Lupi (6º)

 

A tarde foi dura para os forcados de ambos os agrupamentos em praça – Tert. Taurom. Terceirense e Aposento da Moita – e alguns forcados sentiram na pele a dureza de algumas investidas, e nem sempre a técnica esteve de serviço nas reuniões. Mais penalizados os açoreanos da T.T.Terceirense, pouco habituados a este tipo de toiros e de investidas, necessitaram de doze tentativas para consumarem as três pegas de caras por intermédio de Tomás Ortins, Hugo Jesus e Álvaro Dentinho, enquanto os do Aposento da Moita tiveram em Tiago Ribeiro a melhor das exibições individuais (frente ao 4º da tarde) e necessitaram apenas de seis tentativas para levarem de vencida os toiros do seu lote, concretizando as restantes pegas de caras por intermédio de Francisco Baltazar e José Broega.

 

António Telles abriu praça com uma lide a controlar bem os ímpetos de mansidão do toiro de inicio e desenvolvendo brega criteriosa, procurando deixar a ferragem de acordo com o estados do toiro: à tira os compridos, a quarteio os primeiros curtos, sesgado outro, e a terminar um bom quarteio. O quarto da ordem investia com raça e António aproveitou-o da melhor forma, lidando bem e cravando a preceito. O primeiro e o último curto foram de muito boa  nota em sortes frontais bem desenhadas após boas preparações.

 

Luis Rouxinol lidou um primeiro manso e complicado e teve de se aplicar para lhe deixar a ferragem da ordem. Já no quinto daria nota mais na cravagem do quarto curto, entrando nos terrenos do toiro e cravando de alto a baixo um bom ferro, rematando a sua actuação com um bom par de bandarilhas entrando bem de frente.

 

Vítor Ribeiro esteve ao nível dos seus colegas. Frente ao seu primeiro esteve melhor na brega que na cravagem mas louve-se a decisão com que cravou os compridos fente a um toiro bastante complicado. Cumpriu na ferragem curta. Frente ao que encerrou praça, de José Lupi e com 3 anos, esteve em bom plano nuns quantos momentos de brega e na cravagem de dois curtos em que pisou mais os terrenos do toiro.

 

Lidaram-se cinco toiros de La Dehesilla, bem apresentados, com trapio, e destacando-se pela positiva o encastado quarto da tarde; o novilho de Lupi que encerrou praça cumpriu com alguma nobreza.

 

Direcção de corrida aceitável do Delegado Técnico Tauromáquico Sr António dos Santos assessorado pelo veterinário Dr Patacho de Matos com a praça a registar uma fraca moldura humana.